Encontro entre Amigos

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Me diga a diferença entre estúpido e ilegal e eu prendo meu cunhado.

A distinção entre passado, presente e futuro é só uma ilusão, ainda que persistente.

Albert Einstein

Nota: Trecho da carta de condolências de Einstein a família do engenheiro suíço Michele Besso, escrita em 1955.

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A educação é a maior ferramenta para á igualdade social entre os homens

Bom senso, tão raro.
Está compreendido entre a sensibilidade e a compreensão.
Limita até mesmos nossos desejos, sacrifica até mesmos as oportunidades...
Só para satisfazer a consciência

A teoria do inconsciente coletivo (jung) explica nossa contradição. O conflito existencial entre o homem comum e o homem coletivo que precisa marcar sua passagem e devolver a raça humana a sua dignidade

Entre a brutalidade para com o animal e a crueldade para com o homem, há uma só
diferença: a vítima.

"Entre o ônibus em chamas e a faculdade fechada,a profecia do lunático aqui é concretizada."

No mundo de hoje, onde existe tanto desamor e desconfiança entre os seres humanos, acredito realmente no lado bom das pessoas. Acredito no amor, no brilho de um olhar, na sinceridade de um sorriso. Prefiro acreditar no amor e as vezes tropeçar, do que nunca viver este amor.

Nascente e foz
Rosa Pena


Vida-transição-vida
Solta a voz!
Você permanece entre nós.




John Winston Lennon (Liverpool, 9 de outubro de 1940)

A esse espaço vazio, que fica entre o teu corpo e o meu, eu dou o nome de saudade.

Não se sinta como um grão de areia no deserto, sinta-se como o Sol entre as estrelas.

Toda mulher é uma fada
que vive entre a fantasia e a realidade.
Algumas carregam o mundo nas costas,
outras o englobam e com sua magia,
transformam tudo o que tocam.
Trazendo vida, beleza e cor...
liberdade e amor!

Não há nada mais engraçado do que uma conversa entre pessoas sinceras.

Há coisas conhecidas e coisas desconhecidas e entre elas existem portas.

Ray Manzarek

Nota: Em entrevista à revista "Newsweek", 1967. O pensamento costuma ser atribuído a Jim Morrison, Aldous Huxley e William Blake.

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Com o tempo descobrimos a sutil diferença entre acreditar de verdade e fingir que acreditamos.
Descobrimos que é uma questão de conveniência. Se acreditarmos cegamente corremos o risco de ser enganados. Se fingirmos q acreditamos, estamos enganando a nós e a quem nos engana. Qual caminho a seguir qdo algo é duvidoso? Impossível saber, portanto melhor é o que melhor nos faz.
Com o tempo acostumamos q as verdades doem demais, melhor não conhecê-las sem antes conhecermos o dom do perdão.
Com o tempo descobrimos que as pessoas não são como desejamos que elas fossem e por isso conhecer menos de cada pessoa, de cada questão é menos doloroso, supérfluo e mais prazeroso. Portanto acreditamos somente naquilo que nos convém no momento. O que hoje é uma verdade, amanhã pode ser que, não mais a necessite como verdade e a julgue como mentira.
Definitivamente, ainda que inconsciente, as pessoas acreditam somente no que lhes convém.
Os princípios humanos são fortes, porém não o suficiente para suportar a árdua realidade.

Parece-me que se você ou eu devemos escolher entre dois cursos: o pensamento ou a ação, devemos lembrar-nos de nossa morte e a tentativa assim para viver que ela não traga nenhum prazer ao mundo.

Entre sonho e fantasias estou aqui, pensando em você;
O quanto te amei, entreguei me de corpo e alma...
Ah...quem dera tu fosse realmente o Homem que eu criei
Em meus sonhos e fantasia, não vou te julgar por não...
Ser quem eu queria, pois na verdade era só minha fantasia;
O homem real que existe, me recusei a ver;
Mas do sonho acordei, da fantasia me despi;
Arranquei de mim esta casca dor da desilusão
Renovei-me para a vida!
Hoje não busco sonhos nem fantasias!
Encontrei me na esquina da realidade;
Onde tem vários caminhos a escolher...
Eu preferi o da verdade, mesmo que doa...
Vanya* Witch

Em alguns momentos de sua vida, você tem que escolher entre sonhar e sobreviver... mas não te impeça de ir atrás de outros sonhos, porque é isso que te mantem vivendo".

Lembre-se que o melhor relacionamento é aquele em que o amor entre duas pessoas é maior do que a necessidade que elas têm uma pela outra.

PRIMEIRA ELEGIA

Quem se eu gritasse, me ouviria pois entre as ordens
Dos anjos? E dado mesmo que me tomasse
Um deles de repente em seu coração, eu sucumbiria
Ante sua existência mais forte. Pois o belo não é
Senão o início do terrível, que já a custo suportamos,
E o admiramos tanto porque ele tranqüilamente desdenha
Destruir-nos. Cada anjo é terrível.
E assim me contenho pois, e reprimo o apelo

De obscuro soluço. Ah! A quem podemos
Recorrer então? Nem aos anjos nem aos homens,
E os animais sagazes logo percebem
Que não estamos muito seguros
No mundo interpretado. Resta-nos talvez
Alguma árvore na encosta que diariamente
Possamos rever. Resta-nos a rua de ontem
E a mimada fidelidade de um hábito,
Que se compraz conosco e assim fica e não nos abandona.
Ó e a noite, a noite, quando o vento cheio dos espaços
Do mundo desgasta-nos o rosto -, para quem ela não é /sempre a desejada,
Levemente decepcionante, que para o solitário coração
Se impõe penosamente. Ela é mais leve para os amantes?
Ah! Eles escondem apenas um com o outro a própria sorte.
Não o sabes ainda? Atira dos braços o vazio
Para os espaços que respiramos; talvez que os pássaros
Sintam o ar mais vasto num vôo mais íntimo.

Sim, as primaveras precisavam de ti.Muitas estrelas
Esperavam que tu as percebesses. Do passado
Erguia-se uma vaga aproximando-se, ou
Ao passares sob uma janela aberta,
Um violino se entregava. Tudo isso era missão.
Mas a levaste ao fim? Não estavas sempre
Distraído pela espera, como se tudo te ansiasse
A bem amada? (onde queres abrigá-la
Então, se os grandes e estranhos pensamentos entram
E saem em ti e muitas vezes ficam pela noite.)
Se a nostalgia te dominar, porém, cantas as amantes; muito
Ainda falta para ser bastante imortal seu celebrado sentimento.
Aquelas que tu quase invejaste, as desprezadas, que tu
Achaste muito mais amorosas que as apaziguadas. Começa
Sempre de novo o louvor jamais acessível;
Pensa: o herói se conserva, mesmo a queda lhe foi
Apenas um pretexto para ser : o seu derradeiro nascimento.
As amantes, porém, a natureza exausta as toma
Novamente em si, como se não houvesse duas vezes forças para realizá-las.
Já pensaste pois em Gaspara Stampa
O bastante para que alguma jovem,
A quem o amante abandonou, diante do elevado exemplo
Dessa apaixonada, sinta o desejo de tornar-se como ela?
Essas velhíssimas dores afinal não se devem tornar
Mais fecundas para nós? Não é tempo de nos libertarmos,
Amando, do objeto amado e a ele tremendo resistirmos Como a flecha suporta à corda, para, concentrando-se no salto Ser mais do que ela mesma?
Pois parada não há em /parte alguma.

Vozes, vozes.Escuta, coração como outrora somente
os santos escutavam: até que o gigantesco apelo
levantava-os do chão; mas eles continuavam ajoelhados,
inabaláveis, sem desviarem a atenção:
eles assim escutavam. Não que tu pudesses suportar
a voz de Deus, de modo algum. Mas escuta o sopro,
a incessante mensagem que nasce do silêncio.
Daqueles jovens mortos sobe agora um murmúrio em direção /a ti.
Onde quer que penetraste, nas igrejas
De Roma ou de Nápoles, seu destino não falou a ti, /tranqüilamente?
Ou uma augusta inscrição não se impôs a ti
Como recentemente a lousa em Santa Maria Formosa.
Que eles querem de mim? Lentamente devo dissipar
A aparência de injustiça que às vezes dificulta um pouco
O puro movimento de seus espíritos.

Certo, é estranho não habitar mais terra,
Não mais praticar hábitos ainda mal adquiridos,
Às rosas e outras coisas especialmente cheias de promessas
Não dar sentido do futuro humano;
O que se era, entre mãos infinitamente cheias de medo
Não ser mais, e até o próprio nome
Deixar de lado como um brinquedo quebrado.
Estranho, não desejar mais os desejos. Estranho,
Ver tudo o que se encadeava esvoaçar solto
No espaço. E estar morto é penoso
E cheio de recuperações, até que lentamente se divise
Um pouco da eternidade. - Mas os vivos
Cometem todos o erro de muito profundamente distinguir.
Os anjos (dizem) não saberiam muitas vezes
Se caminham entre vivos ou mortos. A correnteza eterna
Arrebata através de ambos os reinos todas as idades
Sempre consigo e seu rumor as sobrepuja em ambos.

Finalmente não precisam mais de nós os que partiram cedo,
Perde-se docemente o hábito do que é terrestre, como o /seio materno
suavemente se deixa, ao crescer.Mas nós que de tão grandes
mistérios precisamos, para quem do luto tantas vezes
o abençoado progresso se origina - : poderíamos passar /sem eles?
É vã a lenda de que outrora, lamentando Linos,
A primeira música ousando atravessou o árido letargo,
Que então no sobressaltado espaço, do qual um quase /divino adolescente
escapou de súbito e para sempre, o vazio entrou
naquela vibração que agora nos arrebata e consola e ajuda?