Encontro entre Amigos
Pessoas sábias conseguem discernir entre amor, interesse ou amizade, elas prestam mais atenção nas atitudes e menos nas palavras
Para quem vive exclusivamente entre o metal, no cuidado do metal, e que por isso se metalizou, a perda do metal é a única dor verdadeira.
Para se sentir bem, entre em sintonia com tudo ao seu redor, boas vibrações te deixam em paz com o mundo.
"Quantos homens sabem observar? E entre os poucos que o sabem – quantos observam a si próprios? Cada um é para si próprio o mais distante..."
O Medo e a Falta.
Você me faz medo,
mas você me faz falta.
A diferença entre o medo e a falta
é que o medo você sabe quando tem,
e na falta você sente que não tem.
A falta, com o medo, sobressalta.
Entre o medo que você me traz
e a falta que você me faz,
você é o medo que me falta.
Liberdade não é poder escolher entre preto e branco mas sim abominar este tipo de propostas de escolha.
Você pode sempre escolher em conviver entre pessoas INTERESSANTES ou INTERESSEIRAS. Tudo depende da sua consciência.
Hoje resolvi revisitar uma versão de mim que ficou guardada entre anotações antigas.
Abri o bloco de notas sem procurar nada específico e encontrei pensamentos que escrevi há algum tempo. Reflexões sobre espera, propósito, conexões, desejos e sobre a forma como eu enxergava certas escolhas que estava fazendo naquele período da minha vida.
Enquanto lia, percebi que não estava apenas relendo palavras.
Estava reencontrando uma mulher.
Uma mulher que ainda tentava compreender algumas ausências, que fazia perguntas silenciosas a Deus e que buscava permanecer fiel às próprias convicções, mesmo quando elas pareciam caminhar na direção oposta à do mundo.
Foi curioso perceber que o tempo passou, mas muitas daquelas reflexões ainda fazem sentido para mim.
Outras ganharam novos contornos.
Algumas amadureceram junto comigo.
Mas todas carregam a sinceridade de quem estava tentando ouvir a própria alma em meio ao ruído das opiniões, dos conselhos e das expectativas alheias.
Talvez por isso eu tenha decidido publicar este registro.
Não porque eu pense exatamente da mesma forma sobre tudo... más, algumas não mudaram.
Acredito que existe beleza em reconhecer os caminhos que nos trouxeram até aqui.
E, ao reler essas anotações, encontrei algo que continua merecendo espaço: a honestidade com que eu escrevia sobre aquilo que habitava meu coração naquele tempo, e resolvi trazer a luz.
14 de junho de 2026
Entre a menina e a mulher
Tenho andado sozinha.
Não porque não queira companhia, mas porque há caminhos que ninguém pode percorrer por nós. Há silêncios que precisamos atravessar sozinhas, perguntas que somente o tempo sabe responder e versões de nós mesmas que precisam partir para que outras possam nascer.
Tenho andado assim: aprendiz, menina, mulher.
Às vezes, ainda sou aquela menina que se assusta diante do mundo, que procura abrigo, que acredita, que espera, que guarda sonhos como quem protege uma pequena chama do vento. Em outras, sou a mulher que a vida foi esculpindo à força de perdas, recomeços, esperas e algumas dores que ninguém viu.
E talvez crescer seja justamente isso: não abandonar a menina que fomos, mas aprender a acolhê-la com os braços da mulher que nos tornamos. Quando me perco, já não procuro alguém para me encontrar. Volto para dentro, procuro os pedaços que deixei pelo caminho, recolho meus sonhos, escuto meus silêncios e sigo.
Porque descobri que, muitas vezes, quando penso que estou perdida, estou apenas deixando de ser quem já não cabe em mim. Tenho andado sozinha, sim, mas já não caminho vazia. Levo comigo a menina que ainda sonha, a mulher que aprendeu a resistir e todas as versões de mim que tiveram coragem de continuar.
E talvez seja esse o meu verdadeiro encontro: quando me perco da menina, encontro a mulher. E quando encontro a mulher, finalmente compreendo que a menina nunca esteve perdida. Ela apenas estava me esperando crescer o suficiente para voltar para casa.
A Linha do Extremo
Há uma espécie de agonia em viver entre o sagrado e o profano.
De um lado, tudo aquilo que escolhi preservar.
Do outro, aquilo que, em silêncio, me chama para além dos meus próprios limites.
Eu não quero me jogar ao extremo.
Aprendi a desconfiar dos excessos, a respeitar as fronteiras que construí dentro de mim.
Mas também descobri que viver eternamente recuada pode ser outra forma de ausência.
Porque há momentos em que a gente precisa negociar com o próprio limite.
Não para abandoná-lo, mas para descobrir até onde ele pode ceder sem deixar de ser nosso.
E talvez seja essa a parte mais inquietante:
saber que existe desejo,
saber que existe vontade,
saber que existe um abismo logo depois da margem...
e ainda assim permanecer ali, na beira, sentindo o corpo pedir passagem enquanto a alma pergunta se é seguro atravessar.
Não quero alguém que me arraste para o extremo.
Quero alguém diante de quem eu mesma tenha vontade de chegar até ele.
Devagar.
Consciente.
Sem perder quem sou no caminho.
Porque talvez a verdadeira entrega não esteja em ultrapassar todos os limites.
Talvez esteja em encontrar alguém com quem até o limite se sinta seguro para negociar.
Entre o excesso e o vazio
Gosto do equilíbrio:
nem tanto, nem tão pouco.
Há coisas que não podem perder a cor,
porque o colorido também é uma forma de alegria.
Outras não precisam de excessos.
O minimalismo tem sua própria calmaria,
e não precisa ser ausência de detalhes.
Porque simplicidade também pode ser rica:
em cor, em textura, em calor,
em tudo aquilo que, mesmo sem exagero,
faz os olhos permanecerem.
Amados, sempre que há um debate entre o diabo e eu, com
respeito se sou um filho de Deus, tenho renunciado a buscar evidências em meu próprio favor ou a recorrer a minha experiência para demonstrar que estou em um estado de graça, pois esse astuto e velho advogado sabe mais de minhas debilidades do que eu, e muito pronto pode me superar com seus argumentos. Minha atitude constante é dizer ao acusador: "Bem, se não sou santo, sou um
pecador, e Jesus veio ao mundo para salvar aos pecadores, portanto, vou a Cristo, e vou olhar para Ele novamente." O diabo mesmo não pode responder a isso. Vocês que são os de maior idade na vida divina – e falo alguns que têm conhecido ao Senhor durante os últimos cinquenta anos –
estou seguro de que encontram momentos em que nenhuma
marca, evidência ou experiência vale um centavo para vocês como fonte de consolo, e vocês são conduzidos a adotar o simples recurso que recomendei a todos os que são tentados: será sábio viver de Jesus, sempre. Comecem de novo ao pé da cruz, de onde começaram ao princípio, com o velho clamor - "Nada em minhas mãos trago, Simplesmente à Tua cruz me apego." Essa é a maneira de vencer o pecado assim como também de dominar o desespero, pois, quando a fé em Jesus regressar à sua alma, será forte para lutar contra as suas corrupções e obterá a
vitória que nunca alcançaria se permitisse que suas lutas com seus pecados o distanciassem do seu salvador.
Recorramos então, a Cristo que nos dá a vitória, e enquanto mais vivemos, mais temos de louvar a Cristo
Dupla identidade
“Você não consegue se achar na pessoa que você é, pois está preso entre quem querem que você seja e quem você quer ser, sua vida passa a não ter mais sentido, já que a incompreensão não deixa espaço para que você decida o que quer ser.”
Se eu fosse o Professor Girafales, sabem o que eu diria? Que vocês se colocaram entre a mulher que eu amo e eu. Sim, ela também me ama, porque temos um compromisso de ternura. E tenho certeza do amor dela, e ela do meu. E vocês o que fazem? Querem separar dois corações que batem ao mesmo tempo quando estão juntos? Assim, olha! Ah, mas o que vocês não sabem que para o amor não há barreiras... Todas se rompem! E vocês o que fazem? O quê? Vocês vão agora querer impedir que duas almas gêmeas que tanto se desejam fiquem juntas? Está certo. Eu vou ser o mensageiro do amor, sem me importar com as pancadas que eu vou receber. Porque ninguém, absolutamente ninguém vai impedir a luta, a luta que eu vou travar, com o objetivo de unir essas duas almas! E é por isso que o coração, que o coração bate forte! Tenho dito! Nada vai me deter! Nada!
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