Encontro entre Amigos
Um mercado pode fazer a alocação racional dos bens e serviços somente onde há confiança entre os integrantes, e a confiança só existe onde as pessoas assumem a responsabilidade por seus atos e se tornam responsáveis por aqueles com quem negociam. Em outras palavras, a ordem econômica depende de uma ordem moral.
A diferença entre um reacionário e um conservador é que o reacionário está fixo no passado e quer voltar a ele; um conservador deseja adaptar o que há de melhor no passado às novas circunstâncias do presente.
Há uma diferençaentre a beleza e a sensualidade. E Deus não é contra a beleza. Ele é contra a sensualidade.
Entre as difíceis decisões a serem tomadas, a cada momento é necessário refletir o verdadeiro valor das pequenas coisas!
Muitas vezes pequenos gestos ou pequenas atitudes nos dizem mais do que milhares de versos pensados e proclamados por alguém que não os dá valor...
Há um momento na vida em que se deve decidir tornar-se parte da mudança que nos ocorre ou lutar para não perder a essência...
Pois somente perante a dúvida que se assume verdadeiros sentimentos que encontram-se sufocados no íntimo de cada ser humano...
Quando a emoção fala mais alto do que a razão, deixa-se aflorar o que há de mais puro e intenso dentro de um coração, por isso deixe a voz da emoção falar mais alto ao menos uma vez em sua vida e liberte-se para os sentimentos mais puros e dóceis que você poderia sentir...
Tome a liberdade de se sentir feliz sem medo do que possa vir a acontecer amanhã, viva intensamente e não guarde pra si sentimentos que podem tocar outras pessoas!
Há uma grande diferença entre desastre e desgraça. Desastre seria, por exemplo, se um inimigo nossa caísse num rio, desgraça seria se alguém o salvasse.
A diferença entre o espiritual e o que é da alma é clara como cristal: O espiritual depende completamente de Deus, e satisfaz-se totalmente com o que Deus deu; o da alma foge de Deus e cobiça o que Deus não concedeu, principalmente o "conhecimento".
Orações Escritas
Entre a Essência e o Silêncio
Em minhas orações, não consigo Te pedir muita coisa que não seja pela minha essência, minha alma e meu caráter.
Sei lá… às vezes acho que não sou merecedora; que pedir pode ser abuso ou atrevimento.
Que no meu quase nada há tanto, que mesmo em meio às minhas necessidades, eu vejo que muito eu tenho — e Te louvo e agradeço.
Eu olho o mundo à minha volta e percebo muitos com tão menos, com quase nada.
Digo isso de forma material, espiritual e até na saúde física.
Mas as minhas dores são invisíveis.
Tenho até vergonha de necessitar ou pedir algo diante da realidade do mundo.
Vivo esse conflito dentro de mim, onde a razão quer sufocar as minhas dores.
Ah, Deus, eu já pedi tanto para ser invisível.
Para que me desviasse dos olhos maus, dos caminhos tortos e das línguas maléficas.
E, de certa forma, tenho me tornado invisível de fato.
As dores da alma não sangram, não têm odor, não podem ser tratadas com curativos.
Por isso são machucadas e reabertas diariamente — como aquele dedinho do pé que, uma vez ferido, tudo parece afetá-lo novamente.
E quem pode dizer que essa dor não é real?
Só porque não é visível, não deixa de existir.
Entre Luzes e Sombras: O Drama da Composição
A fotografia nasce do diálogo entre a luz e a sombra. Uma não existe sem a outra, e é justamente nessa oposição que o olhar encontra o equilíbrio.
A luz revela, expõe, dá forma ao que estava oculto. Já a sombra guarda mistério, sugere o que não se mostra por completo, trazendo profundidade e silêncio à cena.
Quando se encontram em harmonia, luz e sombra compõem mais do que uma imagem: criam emoção. É o claro-escuro que dá intensidade a um retrato, que faz um olhar falar mais alto, que transforma um cenário comum em poesia visual.
Não há fotografia sem sombra, assim como não há vida sem contraste. É nesse jogo que se constrói o drama da composição — a escolha de mostrar ou esconder, de realçar ou suavizar.
Fotografar é compreender que a luz precisa da sombra para existir em sua plenitude. É aceitar que beleza e verdade se revelam no contraste, onde os extremos se tocam.
Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges
Entre o cansaço e a reinvenção
Há momentos em que tudo parece parar.
O corpo não reage, a mente pesa, e o coração se cala.
Mas antes desse vazio, vieram os dias de luta,
os de sobrecarga, de resistência, de pura tentativa.
Vieram os tempos em que foi preciso sobreviver —
reinventar-se, aprender o que nunca se imaginou,
buscar um novo rumo, mesmo quando o chão faltava.
E, sem perceber, fomos adoecendo.
Talvez não de febre, mas de esgotamento.
De tentar ser fortes o tempo todo.
A vida é isso: um constante sobreviver.
É cair, e mesmo sem forças, tentar levantar.
É seguir com os pedaços que sobraram,
e fazer deles uma nova forma de ser.
Eu tenho vivido assim: lutando,
mesmo quando o cansaço me visita.
Porque entre o desgaste e a esperança,
ainda há um fio de fé que me faz continuar.
E no meio do caos, eu me reinvento —
vez após vez,
vida após vida,
em mim mesma.
Mas, às vezes, sinto falta da mulher que fui.
Daquela que sonhava sem medo,
que acreditava no novo, que se lançava inteira.
Sinto falta da energia que me fazia criar,
das madrugadas acesas por ideias,
das vontades que me moviam.
Quem sabe seja tempo de voltar —
não à dor, não ao peso,
mas ao fogo que me acendia por dentro.
De reencontrar em mim o brilho da busca,
a alegria do recomeço,
a coragem de tentar outra vez.
Talvez esse seja o meu novo recomeço:
reavivar o que um dia me fez viva.
Mas por hoje, por agora,
apenas revisito essa eu do passado
em uma galeria lotada de momentos,
de construção, de vivências, de trabalho,
de luta, de sonhos —
imagens arquivadas, jamais vistas,
que hoje revisito pouco a pouco
e sinto falta,
mas não me encontro lá.
Entre tantas pessoas que fazem exatamente a mesma coisa, sempre existem aquelas que encontram uma maneira de fazer melhor.
Entre as rosas
Tu és, a mais linda
Cheiro de jasmim
Olhar de menina
Caminho sem fim
Entre as rosas
Tu és, a mais bela
Doce mulher
Sonho e magia
Um conto, um sonho, uma Cinderela
Entre as rosas
Tu és, a mais charmosa
Tenho o jardim mais belo
Pois tenho você minha flor
A mais linda do meu castelo.
viver* (v.i.)
é estar com quem a gente gosta. é trocar mensagens. é viajar por entre cidades e abraços. é um festival de música. é a sensação de fazer valer cada segundo. é quando a gente aprende a existir do jeito certo. é criar passados, aproveitar presentes e inspirar futuros. é não sentir em vão.
*produto com prazo de validade (aproveite).
Há os que por conveniência fingem não saber a diferença entre "viver de aparência" e "viver na transparência".
[b]Se tiver q escolher entre um sorriso uma lagrima e um beijo não escolha um sorriso pois ele pode ser falso ñ escolha um beijo pois ele pode ser passageiro escolha sempri uma lagrima q ela sempri será verdadeira...
Vou te procurar entre as estrelas e os satélites distraídos, que confusos me ditaram caminhos errados e esparsos. Eu irei caminhar por trajetos errados em diferentes passos. Em destinos errantes nas mais estranhas pegadas na areia. E vou te encontrar em um planeta abandonado no curto espaço entre nós dois. Em nossos abraços, em seus sorrisos largos.
Há quem ache exagero, drama, fraqueza.
Mas ninguém imagina o inferno que é existir entre dois extremos que se devoram:
a apatia da depressão e o caos da ansiedade.
De um lado, um vazio que te puxa para baixo, que apaga cores, vontades, sentidos.
A vida perde o gosto, o brilho, o nome.
Nada interessa, nada empolga, nada move.
Você sabe que está ali, respirando — mas é como se não estivesse em lugar nenhum.
Do outro lado, uma mente que não para.
Pensamentos atropelados, exigências que se acumulam, cobranças que nunca cessam.
Um corpo implorando por descanso, pedindo dias inteiros de sono, semanas de silêncio,
mas forçado a continuar funcionando como se nada estivesse acontecendo.
Entre esses dois mundos, existe o burnout.
A exaustão que não vem só do trabalho, mas do peso de existir quando tudo dói.
É quando o corpo quebra, quando a alma grita, quando não há mais força para fingir.
É quando você percebe que passou tempo demais segurando o mundo com as próprias mãos
e agora mal consegue segurar a si mesma.
E ninguém vê.
Porque por fora você continua andando, respondendo, vivendo.
Mas por dentro… por dentro é um campo de batalha.
Um fogo lento que consome sem fazer barulho.
O que assusta não é só a depressão que apaga,
nem a ansiedade que acelera.
É viver presa entre as duas, sem parar, sem descanso, sem lugar seguro.
É pedir ajuda para dentro e ouvir só o eco.
É pedir sono ao corpo e receber insônia.
É pedir paz e receber pensamentos que machucam.
Esse é o inferno que ninguém entende — o inferno de continuar de pé quando tudo em você já caiu.
Três tipos de homens não entendem nada de mulheres: os jovens, os velhos e os que estão entre os dois.
