Encontro entre Amigos
Pintura deslumbrante, ao vivo e sem moldura, em uma exposição emocionante do Artista Divino entre cores e texturas, onde cada detalhe é expressivo e formam uma linda estrutura.
O Equilíbrio Perfeito entre o Atrevimento e a Doçura
O fascínio de um doce atrevimento de um físico delicado; beleza sublime; essência certamente admirável; a veemência da sua jovialidade e dos seus sentimentos — as chamas de um renascimento contínuo. A presença provocante que faz parar o tempo.
Esse seu lado atrevido e a sua doçura estão em um perfeito equilíbrio, como se fosse uma linda costura — uma peculiaridade entusiasmante do seu íntimo, que aquece as suas curvas e traz um tom elegante de romantismo. Uma dose moderada de loucura.
A força da sua sensibilidade é bastante oportuna para saborear o deleite de certas oportunidades, daquelas profundas que marcam um canto especial da mente e viram boas lembranças, desde que tenham sido de experiências aproveitadas intensamente.
O reencontro consigo — Mais um ano superado entre o fim e um novo início.
Mais um aniversário, novamente ela teve um reencontro consigo — aquela menina de outrora com certeza está muito orgulhosa da mulher que se tornou; permanece com aquele sorriso sincero e com aquele mesmo brilho nos olhos; não se perderam com o tempo.
Então, continua se olhando com amor, nos dias ensolarados e principalmente durante as tempestades, lembrando do seu valor sempre que necessário e reconhecendo O Senhor e a sua infinita bondade em todos os ganhos e aprendizados.
Carrega um coração grato a Deus e o seu espírito livre é feito de entusiasmo, desfruta aquela sensação de dever cumprido até aqui, mas com a motivação indispensável de que ainda não é o fim da sua jornada. Foi mais um ano superado, o início de uma nova etapa.
Pois sabe que viver não é apenas existir, não é só chegar ao destino, é também aproveitar o caminho, almejar novos objetivos, por mais simples que sejam, entre erros e acertos, até o fim em um caminhar contínuo; assim, ela continuará após cada reencontro consigo.
O inverno criava raízes nas janelas dele, e a voz se perdia entre galhos secos. Ela, sem perceber, recolhia as penas pelo caminho. Mas não era pela primavera que ele amava sua presença. Mesmo que todas as flores voltassem, nenhuma teria o nome dela. Um dia, ela seguiu outro céu. Nele, ficou um horizonte rasgado e o amor ainda abria as asas na direção em que ela desapareceu.
Se o absoluto existe, nossas palavras sobre ele ainda precisam atravessar a distância entre a convicção e a demonstração.
Me mantenho firme nos estudos, é isso que me faz voar. Entre uma memória e outra, entre aprendizado e técnica, sigo construindo meu futuro com a inteligência e a sabedoria que ninguém pode me roubar. Conhecimento é o único bem que pode ser compartilhado com quem realmente quer caminhar ao nosso lado. ✨🎓"
A vida exige decisões a todo momento. Entre o barulho do mundo e a minha paz, eu me escolho todos os dias.
Entre os segredos dos encantados antigos da Amazônia e dos oceanos nas regiões mais profundas, estão os tritões e as sereias. As das águas doce dos rios, tem uma pele mais escura quase acinzentadas e escamas semelhantes a de pirarucu e as dos mares tem uma pele mais clara e escamas semelhantes de baleias em tamanho menor. Mas ambas espécies de criaturas marinhas humanóides produzem sons, murmúrios, um canto sofrido inigualável, quem já ouviu jamais esquece.
Entre pensamentos, falas e atitudes, mostra-se impossibilidades de felicidades, pois é impossível estar em dois lugares ao mesmo tempo, provando que, o que seria necessário antes de tudo, o dinheiro não pôde comprar.
Eram quatro. Sim, eram quatro.
Entre algumas palmeiras, em um parque qualquer, lá estavam os quatro a observá -la.
Ela não os via. Não.
De repente, ela sentiu algo estranho.
Uma sensação terrível.
Ela apenas passava por ali.
Ela olhou pra trás.
Sim. Ela olhou pra trás.
Ela percebeu que estava sendo observada.
Quando se deparou com aquelas quatro pessoas a olhá - la, não acreditou no que via.
Ela olhou pra os lados, a observar também as outras pessoas.
E achou algo estranho.
As roupas de todos eram brancas.
Um branco quase amarelado.
Parecia mais uma fotografia com efeito sépia.
Mas, ela estava a ver.
Ela de repente percebeu algo.
Eles a encaravam muito. E somente ela os via.
Era uma mulher, segurava algo em suas mãos. Vestia uma saia na altura do tornozelo, rodada com pregas por toda a volta.
Usava um cinto fino, com fivela preta bem delicada.
Por dentro, uma blusa branca, com botões em volta dos seios.
Seu cabelo, amarrado como coque.
E era uma mulher linda.
Seu marido bem perto, com duas crianças.
Um menino e uma menina.
Que riam sem parar.
Ela observou que todos estavam vestidos de branco.
E bem, diferente da moda moderna e atual.
Então, ela nem teve tempo para mais observação.
Somente ela os via. E eles a viam.
De repente, ela arrepiou - se.
Começou a correr!
Quando ela começou a correr, olhou pra trás, e todos começaram a persegui -la.
Ela gritava; " não." "Parem."
E eles a seguiam.
De repente a mulher gritou: " por favor, pare."
Ela toda arrepiada, e amedrontada parou.
Foi quando eles se aproximaram, e pediram pra ela ver algo.
A mulher segurava uma bíblia nas mãos.
As crianças estavam olhando - a fixamente.
Ela não podia fugir. Eles não a deixariam em paz!
Foi quando a mulher abriu a bíblia em um versículo qualquer, e a pôs para ler.
Ela não conseguiu. Suas mãos tremiam.
O medo era tanto.
Que seu sangue parecia gelar naquele momento.
Mas, ela olhou pra bíblia.
Tudo o que conseguiu ver, foram letras embaralhadas.
Alguma coisa, aquelas pessoas queriam falar - lhe.
E estava ali, escrito na Bíblia.
Ela não conseguiu.
O medo foi maior!
Então, ela fingiu que leu.
Então, as pessoas começaram a afastar - se dela.
Se despediram e se foram pouco a pouco.
Sumindo por entre as palmeiras.
Aquelas pessoas, não eram humanos viventes.
Eram humanos falecidos há séculos. Pela aparência das suas vestes.
E a procuraram. Mas, para quê?
Passar uma mensagem que o medo não a deixou dar importância?
Ela tremia tanto, que não conseguia assimilar nada.
Em seguida, sem nada entender. E, perguntando : " por quê, eu?"
Acabou encontrando no caminho uma folha de revista com imagens de labaredas de fogo, que diziam:
"cientistas descobrem que Deus nunca existiu."
Ela foi caminhando, e pensando naquelas palavras.
Lembrou - se daquela família.
Aquelas palavras tinham realmente significado, e ela deixou o medo dominar seu eu?
Em seguida. Ela anda mais um pouco e entra em um lugar, aonde cientistas diziam ser ali feitas todas as invenções do mundo.
Ela olhava pra aqueles caminhos de labaredas de fogo, em formato de arco íris, que chegavam aos céus.
Desciam e subiam até a altura dos céus.
Ela não entendia nada.
Mas, de uma coisa ela sabia.
Aquilo não passava de uma farça, para negar a existência de Deus.
Tudo aquilo fazia sentido.
Então, pra quê espíritos do passado foram procurá - la?
Ela acreditaria na existência de Deus ou dos homens?
Quem teria o poder de transformar aquelas almas em pessoas, para fazê-la acreditar no Deus vivo?
Quem??
Nenhum homem poderia fazer isso.
Então, ela finalmente descobriu a verdade.
Deus é um ser grandioso, que fez os céus e a terra.
E tudo o que neles há.
Não haveria razão alguma para duvidar da sua existência.
Ps:( observação)
Isso, foi um sonho que eu tive há alguns dias atrás.
Acho que o significado é realmente esse.
Me mostrar que o medo não pode me dominar.
Por; Alinny Mello
27/11/2019 01:01
Sábado 25 de julho/ 10:18 da manhã
Entre cicatrizes e recomeços: a história de uma mulher que aprendeu a sobreviver
Um relato de dor, fé e resiliência diante de uma tempestade que começou em 2022
Olá, tudo bem? Sou Alinny de Mello, gosto de escrever, produzo ebooks sobre desenvolvimento pessoal para o Kindle, e hoje trouxe essa reflexão para você, leia até o final.
Às vezes eu olho para a minha própria história e parece que estou lendo o capítulo de uma vida que outra pessoa escreveu. Foram tantos acontecimentos, tantas batalhas silenciosas, tantos dias em que precisei juntar os pedaços de mim mesma para continuar caminhando.
Tudo começou em 2022, quando eu ainda não imaginava que minha vida entraria em uma fase de tantas provações. Eu carregava dores que nem sempre eram visíveis, sinais que meu corpo tentava mostrar, mas que muitas vezes eram difíceis de compreender. Eu seguia vivendo, tentando cuidar da minha casa, dos meus sonhos, dos meus projetos e das pessoas que amo, enquanto dentro de mim existia uma guerra que ninguém conseguia enxergar completamente.
Eu aprendi uma das maiores lições da vida: nem toda batalha faz barulho. Algumas acontecem dentro do nosso próprio corpo, em consultas, exames, noites mal dormidas, preocupações escondidas atrás de um sorriso e lágrimas que caem quando ninguém está olhando.
Mas o ano de 2024 foi o grande divisor de águas da minha história.
Foi o momento em que a vida me colocou diante de um dos maiores desafios que eu já enfrentei. Meu corpo chegou ao limite. Eu vivi uma septicemia, uma infecção grave que abalou completamente a minha saúde, e enfrentei um choque séptico, uma situação extremamente delicada em que eu precisei lutar pela minha própria vida.
Foi um daqueles momentos em que percebemos que somos muito mais frágeis do que imaginamos, mas também descobrimos uma força que estava escondida dentro de nós.
Eu precisei passar por uma histerectomia de urgência. Meu corpo precisou enfrentar uma cirurgia grande, uma mudança que não era esperada, uma despedida de uma parte de mim que carregava histórias, dores e também memórias. Não foi apenas uma cirurgia física. Foi um processo emocional profundo.
Existe uma diferença entre sobreviver e realmente compreender que sobrevivemos.
Depois de tudo que aconteceu, eu precisei reaprender a confiar no meu próprio corpo. Cada dor gerava medo. Cada sintoma levantava perguntas. Cada exame carregava uma mistura de esperança e ansiedade.
Quando uma pessoa passa por algo assim, ela não volta a ser exatamente quem era antes. Ela carrega marcas. Algumas aparecem na pele, como cicatrizes. Outras ficam na alma, como lembranças de momentos em que ela precisou ser mais forte do que imaginava conseguir ser.
E a minha caminhada não terminou ali.
Em 2026, meu corpo passou por mais uma batalha: uma cirurgia para corrigir hérnias, incluindo hérnias inguinais bilaterais e uma hérnia umbilical. Mais uma vez eu precisei enfrentar recuperação, limitações, dores e a paciência de esperar o corpo se reconstruir.
Enquanto muitas pessoas seguem suas rotinas sem pensar sobre o funcionamento do próprio organismo, eu aprendi a prestar atenção em cada sinal. Aprendi que saúde é um presente que muitas vezes só valorizamos quando somos obrigados a lutar para recuperá-la.
No meio dessa caminhada, também descobri outros desafios. Veio o diagnóstico de colecistite alitiásica, uma inflamação na vesícula sem a presença de pedras, trazendo dores, desconfortos e mais uma investigação para entender o que meu corpo estava tentando comunicar.
Também descobri alterações no meu ovário esquerdo, com característica policística e a presença de um cisto que ainda precisa ser acompanhado. Mais uma preocupação para uma lista que já parecia grande demais.
E como se tudo isso não fosse suficiente, continuo investigando alterações intestinais. Existem dias em que meu corpo parece uma caixa cheia de perguntas esperando respostas. Dores que aparecem e desaparecem, mudanças no funcionamento intestinal, desconfortos que me fazem observar cada detalhe da minha alimentação e da minha rotina.
Mas existe algo que todas essas dificuldades não conseguiram tirar de mim: a vontade de continuar.
Eu poderia olhar para tudo isso e enxergar apenas perdas. Poderia contar minha história apenas pelas cicatrizes, pelos diagnósticos e pelos momentos difíceis. Mas eu escolho contar também pela minha resistência.
Porque eu ainda estou aqui.
Depois de uma septicemia. Depois de um choque séptico. Depois de uma cirurgia de emergência. Depois de outra cirurgia. Depois de tantas incertezas e medos.
Eu ainda escrevo.
Eu ainda sonho.
Eu ainda acredito que existe uma nova página esperando para ser escrita.
Minha história não é apenas sobre doença. É sobre sobrevivência. É sobre uma mulher que descobriu que a fragilidade e a força podem morar no mesmo coração.
Existem dias em que eu me sinto cansada. Existem momentos em que eu questiono por que tantas coisas aconteceram comigo em tão pouco tempo. Eu sou humana. Eu sinto medo. Eu sinto tristeza. Eu sinto o peso dessa caminhada.
Mas também sinto orgulho da mulher que me tornei.
Porque a verdadeira resiliência não é nunca cair. A verdadeira resiliência é olhar para o chão depois da queda e encontrar coragem para levantar mais uma vez.
Minha vida mudou. Meu corpo mudou. Minha forma de enxergar o mundo mudou.
Hoje eu entendo que cada amanhecer é uma oportunidade. Cada pequeno avanço é uma vitória. Cada dia em que consigo fazer algo que antes parecia impossível é uma prova de que ainda existe força dentro de mim.
Eu não sei exatamente quais serão os próximos capítulos dessa história. Ainda existem exames, acompanhamentos e perguntas sem respostas. Mas existe algo que eu sei: eu não sou apenas aquilo que aconteceu comigo.
Eu sou tudo aquilo que fiz depois que aconteceu.
Sou minhas cicatrizes, mas também sou minha cura.
Sou minhas lágrimas, mas também sou minha esperança.
Sou os dias difíceis, mas também sou a mulher que continuou caminhando mesmo quando o caminho parecia pesado demais.
A minha história não terminou em 2024. Na verdade, talvez ali tenha começado uma nova versão de mim.
Uma versão mais consciente, mais forte, mais grata e mais determinada a aproveitar cada oportunidade que a vida ainda colocar diante de mim.
Porque depois de atravessar tantas tempestades, eu aprendi que algumas pessoas não sobrevivem apenas para continuar existindo. Elas sobrevivem para transformar a própria dor em mensagem, aprendizado e inspiração.
E eu sigo escrevendo minha história, um dia de cada vez.
A pergunta que fica para quem lê minha jornada é: quantas vezes a vida tentou me derrubar, e quantas vezes eu ainda escolhi levantar?
Diferença entre religião e comportamento moral.
Uma pessoa pode frequentar uma igreja todos os dias e continuar sendo cruel.
Pode conhecer centenas de versículos e tratar mal a própria família.
Pode falar sobre amor ao próximo e maltratar animais.
Pode levantar as mãos durante o culto e humilhar alguém na segunda-feira.
Pode falar sobre perdão e viver alimentando rancor.
E isso não é uma crítica exclusiva ao cristianismo. É um problema humano.
Porque pertencer a uma instituição não transforma automaticamente o caráter de ninguém.
Conhecer uma doutrina não significa incorporá-la.
Saber falar sobre bondade não torna alguém bondoso.
E frequentar um templo não impede ninguém de ser um péssimo ser humano quando sai dele.
Talvez por isso exista uma pergunta muito mais interessante do que:
“Qual religião você segue?”
Eu perguntaria:
“Como você trata aqueles que não podem lhe oferecer absolutamente nada em troca?”
Como você trata um animal indefeso?
Como trata alguém mais pobre?
Como trata alguém que discorda de você?
Como trata uma pessoa que não pode lhe beneficiar?
Como trata seu companheiro quando ninguém está olhando?
Como reage quando possui poder sobre alguém mais vulnerável?
Essas perguntas revelam muito mais sobre caráter do que uma fotografia dentro de um templo.
Existe uma diferença gigantesca entre dizer:
“Para mim, frequentar a igreja é fundamental para minha relação com Deus.”
e dizer:
“Quem não frequenta igreja não tem Deus.”
Essa associação automática entre presença física no templo e presença de Deus na vida é questionável. Jesus criticou repetidamente pessoas que cumpriam práticas religiosas externamente enquanto o comportamento delas não correspondia ao que professavam. Em Mateus 23, por exemplo, ele faz críticas bastante duras aos religiosos que demonstravam aparência de piedade enquanto negligenciavam aspectos fundamentais da justiça, misericórdia e fidelidade.
Tudo o que percebo são feixes que transitam entre a luz e a sombra, partejando a terrível ilusão que chamamos de vida. Em tudo que não é verdade, alcançamos algum significado quando desfragmentamos a casca que construímos em nosso próprio redor; colhemos um fruto maduro que nasceu da plena inexistência da realidade.
"Quando duas almas se esvaem..."
Procurei entre livretos o que nos distanciou. Vi que os mesmos estavam cheios de escritos com dúvidas, desgastes, rotina e um emaranhado de letras que não faziam mais sentido...
E quando o silêncio perturbador não mais falava, já éramos estranhos. Não houve argumentos de ambos os lados; tornamo-nos ilhas. Sem sentido algum, ecos de raiva esboçavam-se como a sombra do pôr do sol já pairando na escuridão...
As poucas vozes já não eram as mesmas. Os olhares evitavam-se como pensamentos intrusivos clamando por distância. Quando duas almas se esvaem, não há retorno ou reconciliação. Os caminhos se abrem para que cada um trilhe o desconhecido com um aperto no coração. E tudo se repete novamente, pois já foram tantos vestígios...
--- Risomar Sírley da Silva ---
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