Emoção
"planos são para assuntos sérios e racionais...atitudes impensadas são para desejos e emoção,para torna-los mais instigantes."
Tocar-se é mostrar amor
Outubro chega rosado
Com mensagem e emoção
É tempo de ir se cuidando
De ouvir o próprio coração
Tocar-se é mostrar amor
A si mesma dar valor
Em cada passo e ação.
Mulher, cuide de si mesma
Esse é certo o caminho
Faça o toque, marque exame
Tire da vida, o espinho
Para os desafios enfrentar
Logo no início detectar
Olhe-se com mais carinho.
O câncer de mama existe
Mas pode ser combatido
Com cuidado e atenção
O perigo é prevenido
Quem se ama e se conhece
Jamais deixa ou se esquece
Segue em passo decidido.
A luta é de toda gente
De família e sociedade
Apoie e lembre a todas
Mostre solidariedade
O rosa que nos envolve
É o medo que se dissolve
E um símbolo de bondade.
Não espere o amanhã
Nem deixe pra outro dia
A saúde é maior tesouro
Nossa melhor companhia
Quem previne vive mais
Preservando sua paz
Com coragem e alegria.
Outubro rosa é alerta
É mais que informação
É mulher sendo exemplo
De fé, cuidado, união
Prevenir é um gesto nobre
É força que se descobre
É amor que se faz ação.
Os olhos carregam brilho, se dotados de emoção.
Homens inteligentes têm o senso empírico
De serem levados, no íntimo, pelas coisas do coração
São as vozes do espírito fazendo-os, na vida, bons
Prometo todas as manhãs ...dizer te amo
E quando meu coração explodir de emoção...
Olhar em seus olhos...Tocar seu coração.
Nosso amor me ensinou tudo...
Que me arrasta ...Enlaça...envaidece...
Não te acanhe se meu olhar te despi...
E minha alma perfuma de desejo a sua ...
São feitos de um ser apaixonado...
Que Promete ...Te dar meus passos.
Prometo não deixar minha paixão,
virar somente palavras de um sonhador...
Prometo te dar meu mundo e cores.
Achar que tudo será eterno é tolice ...
Pois acreditando no amor ...
A gente inventa novas formas de amar...
Percebo que a vida se resume em nós ...
Nossos desejos...Nosso legado ...
Nosso beijo apaixonado.Sei pouco da vida...
E sem entender razões ... É somente
em seus braços quero ficar aninhado...
E quando nos meus passos,
as forças se limitarem...Me farei forte...
Te buscarei em pensamentos.
Eu quero ...as noites perdida em seu abraço...Toda cor que encontro em seu olhar...viver na emoção de te ver chegar...
A surpresa de cada beijo....Cada toque ...viver desalinhada com a tristeza ....Cantar enquanto seu amor dança em mim...
Estagnado em meus devaneios, no fluxo de pensamento alheios. Entre emoção e a razão, com a alma dividida ao meio.
SIMPLESMENTE EU.
Quando a emoção toma conta não dá pra segurar, as palavras vêm com força tamanha, estranha, incontroláveis. Neste momento uma avalanche de frases interrogativas, imperativas, exclamativas e conclusivas formam um turbilhão em minha mente e o caminho mais certo é falar. Não há princípios para o certo, incerto, coberto, descoberto e no brilho dos teus olhos busco respostas, justificativas e o que vale é jogo aberto.
“Gosto de escrever em cima da minha emoção e faço isso com sinceridade. Então acho que aí está a verdade.”
YARA CECIM
Câncer. O signo intenso.
Intensidade não é emoção, não é aquele "rápido demais".
Intensidade é o sentir demais, deixar-se levar cada vez mais se corrompendo com o que um dia acreditou que podia sim ser seu, para no final, descobrir que nunca foi e não poderá ser.
Câncer não disfarça, ele guarda. Às vezes, lembra de um lugar que o fez sentir algo forte, ou de uma pessoa que fez seu coração descompassar com poucas palavras. Nada disso é emoção, é sentimento.
Câncer carrega um peso em si, guarda coisas que não devia. Amores antigos, falsos sentimentos, falsa promessas, palavras vazias e as vezes até mesmo arquiteta um lugar que nunca existiu para chamar de "lar". As vezes idealiza aquilo como se fosse dele, até descobrir que não é.
Sabe? Nem sempre um canceriano é dramático ou intenso. Sempre tem um que é diferente, mas mesmo assim, sua expressão não mente.
Enfim, câncer sempre vive em prol a outra pessoa, já dizia capital inicial.
"Naquele amor, à sua maneira. Perdendo meu tempo, a noite inteira!"
Bom, só sei que, canceriano vive, sobrevive e se duvidar até revive quando ama alguém. Mas não é assim quando desistem.
Em um momento, ele pode ser grudento, amoroso, afetuoso e cuidadoso. Mas quando desapega, ele se torna impassível, distante, arrogante, ignorante e intolerante.
Amor, és manhã que sempre floresce,
és o sol que em mim permanece,
cada foto é uma emoção,
cada memória uma saudade. - Frase da música quero dizer baixinho do dj gato amarelo
Humanos introduzem ruído, emoção e subjetividade. Quanto menos humanos, mais objetividade e eficiência.
O mar acalma o coração,
O sol acende a emoção,
E cada onda vem lembrar,
Que o amor é força pra recomeçar. - Frase da música Sol de Verão do dj gato amarelo
O que é, afinal, a emoção?
Desprenda-se das definições comuns: a emoção não é um pensamento, tampouco uma escolha deliberada da vontade.Ela não nasce da arquitetura cognitiva, pois o pensamento é incapaz de gerar a emoção. Ela não é um defeito de caráter, nem um fardo que se carrega na alma. Contrariando o senso comum, as emoções não habitam o corpo como substâncias, nem residem no cérebro como objetos; elas não possuem o poder de adoecer o organismo. Crer nisso é render-se a uma superstição.
Ela não nasce da arquitetura cognitiva, pois o pensamento é incapaz de gerar a emoção. Ela não é um defeito de caráter, nem um fardo que se carrega na alma. Contrariando o senso comum, as emoções não habitam o corpo como substâncias, nem residem no cérebro como objetos; elas não possuem o poder de adoecer o organismo. Crer nisso é render-se a uma superstição.
A emoção deve ser compreendida como uma conversa. Ela é um dialeto humano intrínseco, uma forma de comunicação primal cuja velocidade de compreensão transcende a palavra. É a linguagem do "outro" que ressoa em nós de forma instantânea.
Observe: essa compreensão manifesta-se no verbo ou na expressão do ser. Imagine alguém que se aproxima após uma corrida exaustiva de trinta minutos; o corpo verga-se sob o cansaço, a respiração é profunda e errática, o coração pulsa visivelmente contra o peito. Imediatamente, você decifra a mensagem. Esses gestos, essa entrega do corpo ao momento, são a própria emoção em curso.
O cérebro humano não é apenas um órgão funcional, mas uma interface adaptada para reagir à alteridade. Reflita: seria possível sentir alegria ao testemunhar o pranto de tristeza de uma mãe? Certamente não. Isso ocorre porque a emoção é a própria reação visível do corpo, uma manifestação fenomenológica que nada tem a ver com conceitos abstratos de "energia".
A emoção é a nossa língua universal. É o código mais veloz da humanidade, um sistema de sinais onde o sentido é captado no instante em que é emitido.
A emoção é, em sua essência, adaptação.
Ela surge como a resposta imediata a um estímulo externo. Quando o corpo reage, ele não está apenas sentindo; ele está se moldando. Emoção é o movimento contínuo de ajuste do ser ao ambiente. É a vida, em sua urgência, adaptando-se ao mundo.
A emoção, em sua gênese, não constitui uma entidade metafísica autônoma, mas sim um repertório comportamental aprendido, invariavelmente modelado no seio da coletividade. Sob uma análise crítica da racionalidade contemporânea, urge desmistificar a concepção da emoção como um "guia interior" ou um ente ontológico que dita estados de alegria, tristeza ou raiva. O que vulgarmente denominamos "sentimento" é, rigorosamente, um conjunto de respostas complexas forjadas pelas contingências do meio social.
Para ilustrar a falácia da causalidade interna, consideremos o fenômeno biológico do espirro: seria um contrassenso punir o nariz pelo sintoma, quando a inteligência analítica exige a investigação das variáveis ambientais — seja uma janela aberta, a sujidade do recinto ou a oscilação climática. O nariz não é o culpado, mas o canal de uma reação a um estímulo externo. Analogamente, os afetos não são causas em si, mas efeitos de uma história de interação.
Dessa forma, o riso ou o pranto não emanam de instâncias espirituais, nem de entidades místicas que habitariam a biologia humana. É imperativo rejeitar as nomenclaturas arbitrárias e os estratagemas de "pseudo-terapeutas" ou gurus que prometem a manipulação da realidade através de léxicos de autoajuda. Afirmações de "positividade tóxica" — como as fórmulas de poder "eu posso" ou "eu venço" — são meros placebos linguísticos que ignoram a raiz do comportamento.
As emoções não são território da crença, da prática mística ou da retórica da cura instantânea; elas são reações aprendidas, indissociáveis do ciclo societário. O sujeito não é movido por forças transcendentes, mas sim condicionado pelas tensões e influências do ambiente que o circunda, revelando que a mudança real não reside no "querer" místico, mas na alteração das condições concretas da existência.
A emoção não é uma essência mística ou autônoma, mas um comportamento aprendido socialmente; entender isso é o que nos permite deixar de culpar o 'nariz' pelo 'espirro' e passar a entender os reais causadores que moldam nossa existência.
A emoção é a linguagem corporal universal de adaptação imediata ao meio e ao outro, manifestada como reação e não como substância mental.
"Analogamente a um sistema de monitoramento de acesso, a emoção deve ser compreendida pela identificação precisa do estímulo que a desencadeia. Sob a perspectiva da neurociência, a emoção não constitui uma entidade autônoma ou um módulo isolado, mas sim uma resposta biológica integrada ao processamento cerebral.
A premissa de que a análise isolada da expressão facial permite inferir significados emocionais universais configura um equívoco teórico e conceitual. Embora enraizada em paradigmas culturais, essa visão é contestada por evidências neurocientíficas que refutam o reducionismo da 'face como espelho direto da emoção'.
Portanto, a emoção não se restringe a rótulos nominais ou manifestações corporais externas. Ela é um constructo desenvolvido através da interação social e da aprendizagem coletiva; é a categorização cognitiva de sensações interoceptivas que o indivíduo aprende a nomear e a operacionalizar com base em modelos sociais repetidos e internalizados pelo cérebro."
