Em um Mundo Encantado Poderiamos Voa
Se o coração de uma baleia-azul pode ser do tamanho de um carro compacto, acredito que o nosso, Zé, é capaz de abraçar o mundo.
Continuo a sonhar com um mundo sem desigualdades, em que ricos e pobres, negros e brancos possa viver pacificamente, livres de pré conceitos e discriminação.
Fazer o que tudo mundo faz é fácil, quero ver fazer diferente e construir um mundo melhor para deixá-lo para o futuro.
É natural, chegar um dia,
em que todos querem se abstrair do mundo real,
apenas se exceder desta mesmice,
ter a consciência, de que vida monótona
não traz vigor, não é tão natural.
O natural é inovar, que exista perigo!
e que possamos nos arriscar.
Tentar algo novo sempre,
tentar a sorte de diversas formas,
para construirmos estradas diferentes,
LEVANDO-NOS À UM LUGAR, SEMPRE MELHOR DO QUAL ESTAMOS AGORA!
O que você foi a um minuto atrás está sendo substituído pelo que você está sendo agora. É consequência do tempo.
O mundo é um lugar magnífico, onde tudo o que nele existe é ordenado e cresce em conjunto de forma harmonizada.
Que a vida não é fácil para ninguém todos sabemos, mas podemos tornar o mundo um lugar mais colorido, mais perfumado..
Então meu amigo, não nos conformemos com o que estão ensinando para essa geração: nossas crianças, nossos jovens precisam ver em nós que o mundo está pregando a corrente errada, que não são os espinhos que devemos deixar pelos caminhos...são as rosas, as flores, os encantos!
Nós não nascemos para distribuir espinhos....precisamos oferecer o melhor de nós, o perfume do afeto, a cor da solicitude, a luz das pétalas, a arte de encantar as borboletas e alimentar os beija-flores!
Precisamos ser flores espalhadas pelo caminho.
Os espinho nós, em nossa intimidade e oração com Deus, vamos aprendendo a torná-los ferramentas para nossa própria aprendizagem!
Só isso.
Porque o mundo tem nos imposto um ritmo desumano.
E a gente tem tentado se adaptar a isso.
Acelerados pelo poder da tecnologia e, na tentativa de acompanhar a capacidade de processamento instantâneo de terabytes de informações das máquinas, na era da comunicação, sofremos por passar despercebidas aos nossos olhos comunicações e informações tão importantes, sensações tão cotidianas e necessárias para aprender o sentido da nossa existência e, quem sabe evoluir.
A criança chora pedindo ajuda e atenção;
o idoso caminha vagarosamente para atravessar a rua, carregando além do peso das lutas o das sacolas que vai alimentar os filhos e netos; o pobre continua suplicando um prato de comida; o marginalizado nos suplica no silêncio e na exclusão um banho e um prato de atenção e carinho.
Não obstante ao que suplica fora de nós e de nossas casas, ainda existe súplica na nossa convivência, aquelas que gritam aos nossos ouvidos surdos.
Aquele amigo que se cala, mas precisa da nossa ajuda para descobrir o motivo da dor que torna seu grito mudo; o pai que se isola no medo de sentir-se ignorante diante de tantas mudanças de valores; o filho que na tentativa de chamar atenção da falta de tempo se recusa a seguir ordens ou ignora os conselhos; ou ainda, a própria natureza, que clama por misericórdia dos homens que esbanjam do consumo desenfreado de recursos.
O mundo grita em silêncio e nós permanecemos surdos.
Os olhos estão fixos nos aplicativos e, nas telas enquanto tantos passam, chorando em silencio do nosso lado.
A alegria do filho que tirou uma melhor nota, ou da filha que se destacou na apresentação do balé passou despercebida porque algo foi compartilhado naquele instante no aplicativo do seu celular. Era um vídeo que mostrava a maldade alheia que é usada para zombar a desgraça que abala a estrutura política do país.
E a gente segue despercebido enquanto o mundo pede paz!
Enquanto a vida pede vida.
O carnaval, que antigamente era um festejo para dizer adeus a carne onde se agradecia pela fertilidade do solo e pela produção ( visto que na quarta-feira se inicia um período de jejum e abstinência) esse já perdeu o sentido e o valor.
Aliás, é isso que vem acontecendo com a gente também.
Tudo é velocidade, tudo é mudança necessária para se alinhar com o que o mundo prega....tudo para nos 'adaptar'!
Ainda que gente lá no fundo não concorde.
Ainda que a gente não se sinta bem e não se adapte.
E a vida vai passando e no ano inteiro, vamos fantasiando nossas próprias emoções e tornando a vida um grande festejo de carnaval.
Mais ainda falta falar do maior clamor, esse que vive em nós, que agita nossa consciência e nos questiona a noite quando colocamos a cabeça no travesseiro e lembramos do quanto a vida poderia ser diferente se ...
Ah... esse clamor, a gente ignora...a gente não tem tempo para pensar, afinal estamos muitos cansados e ocupados.
A modernidade tem nos exigido muito e a gente precisa repousar o corpo cansado.
E a gente dorme.
A vida inteira.
E vai se esquecendo que somos SERES humanos!
"O torpor nada mais é do que um estado alterado de consciência.
É quando o tempo para,as coisas acontecem em câmera lenta e nada faz sentido.
Viver fora do mundo habitual, sem que ninguém perceba.
Pra sair dele?
Não se preocupe, a realidade sempre se encarrega disso."
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