Elogios Nao me Elevam
" A dor do amor não é apenas sofrimento. Ela é também revelação. Muitas vezes é através dela que o indivíduo descobre a extensão de sua própria capacidade de sentir. Aquilo que fere também ilumina. A ausência de quem se ama, o desencontro das expectativas ou a fragilidade das circunstâncias humanas fazem com que o coração perceba algo essencial. Amar é aceitar que a alegria e a tristeza pertencem ao mesmo campo de experiência. "
O ABISMO COMO CONSCIÊNCIA E CONDENAÇÃO À LIBERDADE.
O abismo não é um lugar. É uma condição. Não se trata de um espaço onde se cai, mas de uma verdade diante da qual se desperta.
O teu sonho, nessa leitura, não é simbólico no sentido comum. Ele é existencial em sua raiz mais profunda. Revela a própria estrutura do ser humano enquanto consciência. O homem surge no mundo sem essência prévia. Não há natureza fixa. Não há destino traçado. Há apenas a existência em seu estado bruto. E essa existência carrega consigo um vazio inevitável. Um nada silencioso que habita o centro da consciência.
Esse nada é o teu abismo.
Não como destruição, mas como liberdade absoluta. Porque, ao não seres determinado por nada anterior, estás condenado a escolher. A cada instante. A cada gesto. A cada pensamento. Essa liberdade radical não é leve. Ela pesa. Ela inquieta. Trata-se de uma angústia que não nasce do perigo concreto, mas da percepção vertiginosa das possibilidades infinitas de ser.
Sonhar com o abismo, nesse contexto, é perceber que não há um solo essencial que te sustente. Não há uma identidade fixa que te defina antes de agir. És tu quem te constrói. E essa construção se dá sem garantias, sem absolutos, sem um fundamento externo que te isente da responsabilidade.
Há uma imagem que ilustra essa condição com rigor. Um homem diante de um precipício não teme apenas a queda. Ele teme a possibilidade de lançar-se. Esse é o verdadeiro abismo. A consciência de que o ato depende unicamente de si. De que nada o impede, exceto a própria decisão.
Assim, o teu sonho não denuncia fragilidade. Ele denuncia lucidez. É o instante em que a consciência se percebe livre e, ao mesmo tempo, exposta. Sem desculpas. Sem subterfúgios. Sem um roteiro previamente escrito.
Há, contudo, um risco silencioso. Fugir desse abismo interior é viver em dissimulação. É criar máscaras, papéis rígidos, justificativas artificiais para escapar da liberdade. É fingir ser algo fixo para não enfrentar o peso de escolher continuamente.
Encarar o abismo, portanto, é um ato de autenticidade. É aceitar que não há essência anterior que te determine. Que és projeto. Que és construção contínua. Que és, a cada instante, aquilo que decides ser.
Teu sonho não anuncia uma queda. Ele revela uma condição. Uma convocação silenciosa à responsabilidade integral de existir.
E no centro desse silêncio, há uma pergunta que não pode ser evitada.
O que farás com a liberdade que te constitui como um abismo sem fundo.
Amar não se limita ao que se sente — sentimentos são voláteis, atravessam fases, silenciam sem aviso.
O amor, quando verdadeiro, transcende essa instabilidade: ele se firma na escolha. Na decisão lúcida de permanecer, de cuidar, de sustentar o que foi construído, mesmo quando o encanto já não se impõe com a mesma força.
Há uma nobreza silenciosa em quem decide ficar — não por falta de opção, mas por consciência. Porque amar, em sua forma mais elevada, não é sobre intensidade passageira, mas sobre constância deliberada.
É no cotidiano, nos gestos que não se exibem, nas renúncias que ninguém aplaude, que o amor revela sua essência: não aquilo que se sente por impulso, mas aquilo que se escolhe, com maturidade, todos os dias.
em você que eu penso ao acordar
mesmo não pensando em mim
amo olhar-te por horas
mesmo não querendo minha companhia
cada batida do meu coração
cada segundo,
cada inspiração,
em todos os momentos,
é só em você que eu penso
já tentei parar de te amar
mas isso me consome mais e mais
não quero ficar sem ti
As vezes sinto medo
de um dia você ir embora
olha para mim e dizer:
é tudo culpa sua
Não Sonhe
Não sonhe, não lute por sonhos
Sonhos são devaneios que roubam seu tempo
E quando você não os conquista, se frustra,
Quando conquista, não tem mais nada para sonhar
Apenas viva, um dia após o outro, aproveitando as pequenas coisas da vida.
Pois, Dominando.
Chegará o dia em que teremos saúde,
E vida.
Lutar por isso não é preciso.
Pois, dominando Deus, teremos.
Vendo o que é mais alto,
O que é baixo se harmoniza.
E Deus possui uma vontade só.
Que ninguém olha e ninguém vê.
A vida não é a busca de um fardo pesado para se carregar, nascemos para ser livres e não escravos, podemos mudar e buscar algo mais leve sempre que necessário.
As ideias não mudam o homem; é o homem que muda, e então descobre que suas ideias já não lhe servem.
A verdadeira virtude consiste em recusar o que viola a dignidade humana; não é sabedoria tolerar aquilo que destrói a justiça.
Empresário não “gera emprego” do mesmo jeito que sanguessuga não “gera sangue”. O emprego existe porque a empresa precisa funcionar, simples assim. Não é filantropia, não é altruísmo, não é milagre do empreendedor iluminado é necessidade operacional. Ninguém abre vaga por bondade no coração ou por amor ao próximo; abre porque sem gente trabalhando a engrenagem trava. E sem trabalhadores, o dinheiro do empresário não “empreende” sozinho: não produz, não cria, não se multiplica fica lá, mofando no banco, rendendo migalhas enquanto ele descobre, horrorizado, que capital sem trabalho é só um número triste numa tela.
O maior milagre de deus não é a ressurreição, é ter convencido suas vítimas de que elas devem agradecê-lo pelo chicote.
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