Elogios Nao me Elevam
Se o amor de ti se aproximar
abra a porta de teu coração,
porque este o reconhecerá
de longe, não o percas, não!
Mãe não tem definição,
seja biológica ou aquela que adota e cria,
todas são iguais e merecem nosso amor,
respeito e eterna gratidão todos os dias.
Os que são chamados de vagabundos,
as vezes por não ter um carro, uma moto,
são os que realmente trabalham,
mas nunca tiveram uma oportunidade...
Alguns que são chamados de trabalhadores
e respeitados pela sociedade,
muitas vezes fazem algo por baixo do pano
e tudo que possui, vêm só ele sabe de onde.
Quando ver alguém a vagar, pense bem
antes de julgar!
ALLAN KARDEC. O APÓSTOLO DA VERDADE E DA TERNURA ESPIRITUAL.
Allan Kardec não pertence apenas à memória histórica do Espiritismo. Pertence à intimidade moral da humanidade. Sua presença atravessa os séculos como uma dessas consciências raras que ensinaram sem humilhar, corrigiram sem endurecer e sofreram sem abandonar a serenidade diante de Deus.
Durante muito tempo, muitos imaginaram Kardec como uma figura severa demais para o afeto, quase aprisionada numa racionalidade inflexível. Entretanto, aquilo que chegou até nós acerca de sua vida íntima revela precisamente o contrário. Revela um homem profundamente humano. Sensível. Delicado. Afetuoso. Um espírito que carregava responsabilidades imensas sem perder a capacidade de sentir as dores alheias.
Sua inteligência jamais destruiu sua ternura.
Kardec possuía a firmeza dos grandes educadores e, ao mesmo tempo, a brandura silenciosa daqueles que compreendem a fragilidade humana. Era rigoroso com princípios, porém misericordioso com pessoas. Corrigia ideias sem ferir consciências. Defendia a verdade sem transformar a doutrina numa arma de vaidade intelectual.
Talvez aí resida uma das maiores belezas de sua existência.
Ele não era um homem inacessível.
Era um homem fatigado que continuava trabalhando.
Era um espírito sobrecarregado que prosseguia servindo.
Era alguém que conhecia as angústias da alma e, ainda assim, permanecia fiel ao dever.
Sua célebre prece de aflição continua emocionando consciências porque nela não encontramos um missionário distante das dores humanas, mas um homem atravessando regiões difíceis do próprio espírito. Quando confessa sentir-se confuso, ansioso e interiormente perturbado, Kardec aproxima-se de todos aqueles que já enfrentaram noites silenciosas de exaustão emocional.
E mesmo cansado, não se revolta.
Mesmo abatido, não acusa.
Mesmo aflito, não abandona Deus.
Ele ora.
Pede discernimento.
Pede força moral.
Pede humildade para transformar sofrimento em aprendizado espiritual.
Há uma grandeza quase sublime nisso.
Num século marcado por disputas intelectuais e orgulho filosófico, Kardec escolheu a introspecção moral. Em vez de buscar culpados exteriores, investigava a própria consciência diante da Providência Divina. Sua espiritualidade não era teatralidade religiosa. Era disciplina interior. Era fé amadurecida pela razão e suavizada pela caridade.
E talvez seja impossível não sentir profunda comoção ao perceber que dentro daquele educador monumental ainda existia algo extremamente puro. Uma espécie de menino espiritual buscando repouso em Deus após o peso esmagador das responsabilidades humanas.
Seu coração não endureceu diante das lutas.
Sua alma não secou diante das perseguições.
Seu ideal não tombou diante do cansaço.
Kardec trabalhou incessantemente. Respondeu cartas. Consolou aflitos. Orientou grupos. Auxiliou necessitados. Administrou dificuldades materiais. Organizou obras gigantescas enquanto enfrentava desgaste físico e emocional quase contínuo. Havia noites de exaustão. Havia preocupações silenciosas. Havia saudades íntimas jamais verbalizadas inteiramente. Ainda assim, ele prosseguia.
Não porque fosse um homem sem dores.
Mas porque compreendia que a verdade exige perseverança.
Sua vida inteira parece ter sido um testemunho de renúncia serena. Uma existência consumida pelo dever moral, pela educação espiritual das consciências e pelo desejo sincero de aliviar o sofrimento humano.
Por isso sua lembrança permanece tão viva.
Não apenas como filósofo.
Não apenas como educador.
Mas como presença moral.
Como consciência amiga.
Como um desses raros espíritos que conseguem aproximar razão e compaixão sem destruir nenhuma delas.
Kardec venceu o cansaço sem abandonar a dignidade.
Venceu as dores sem perder a delicadeza.
Venceu as saudades sem permitir que a amargura lhe tomasse o espírito.
E talvez seja exatamente por isso que ainda hoje tantos corações sentem sua presença como um amparo silencioso atravessando gerações.
Sua grandeza não nasceu da ausência de fragilidade.
Nasceu da coragem de permanecer fiel à luz mesmo carregando o peso humano das próprias lágrimas.
Por: Marcelo Caetano Monteiro.
Fontes.
Projeto Allan Kardec da Universidade Federal de Juiz de Fora.
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Olá! Amor, hoje estou aqui para te dizer que te amo e que desde o momento que conheci você, já não consigo colocar ninguém nos meus planos de uma vida á dois além de ti.
Eu amo tudo em ti, eu quero você aqui comigo, o dia todo, mesmo brigados eu quero-te perto de mim porque assim saberei que ainda a chance de concertar as coisas.
Minha rainha, vem aqui para mim, cuida de mim sempre e viva á vontade no meu coração.
Te amo! bons sonhos❣️🌹
A riqueza de um homem não se mede pelos bens materiais que possui, mas pelos bens que o amor lhe proporcionou a construir.
... a alcançada
maturidade comprova que
o primordial da vida não é vencer -
porém,criar lastros de amorosidade e
autodomínio que nosjustifiquem
diante 'Daquele' que nos
concedeu achance de
viver!
A consciência é incômoda
Muitas vezes eu tenho pensamentos que procuro afastar. Ideias que não condizem com a forma elevada que eu criei para me definir e enxergar. A alguns já absorvi, mas no seu lugar vêm outros, modalidades inesperadas dos mesmos problemas e contradições que me acompanham pela vida. Na verdade, anseio por eles, mas a minha mente teima em manter a configuração atual e não se envolver em aventuras.
As pessoas não são as suas atitudes, os seus sentimentos, o seu corpo, a sua mente. As pessoas estão vindo.
Minha melhor versão não é a que todos veem, mas a que eu construo quando ninguém está olhando. Neste 8 de março, meu brinde é para a minha liberdade e para a força que me trouxe até aqui. O futuro é um rastro de perfume que só eu sei onde vai chegar
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