Elogios Nao me Elevam

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Eu sinto que estou ficando mais distante a cada dia, as coisas que antes fazia para me entreter não adiantam mais, uma das poucas coisas que eu sinto é esse vazio imenso que não sei como preencher.

Das coisas que eu amo VocÇe não está na lista. Você não é uma coisa. É simplesmente minha vida.

"Não é bom ser parcial com o perverso para torcer o Direito contra os justos."

Não é porque as coisas são difíceis que não nos arriscamos, é porque não nos arriscamos que elas se tornam difíceis.

Sêneca

Nota: Trecho da carta 104, Sobre o cuidado com a saúde e a paz mental.

VOCÊ
NÃO
É
ESPECIAL.

Me sinto vazia, sozinha, angustiada, e eu acho que gosto disso... pra falar a verdade eu não sei de nada.

Não, chega de baixo astral. Hoje não vou reclamar de nada, nem criticar o que quer que seja. Cansa um pouco, esse negócio de falar sempre em ladroagem, safadagem, malandragem e pilantragem, para não mencionar outros membros da numerosa e expressiva família. Agem. Correndo o risco de desagradar algumas das minhas coroas da Ataulfo de Paiva - as meninas que sempre me exortam a descer o malho "neles" e me brandem sombrinhas quando eu não faço - vou mudar de foco, nem que seja uma vezinha só.

João Ubaldo Ribeiro

Nota: escrevendo comemorando para o jornal O Globo, 2/8/2009

Daqui para frente não quero nada pesado na mente, nas costas ou no coração.
Quero é leveza na alma, ternura no olhar e sorrisos em cada curvas que eu passar.
Pra mim peso?! Só se for o do seu corpo abraçando o meu.
"Por onde eu flor, florescerão"

#Autora #Andrea_Domingues

Ah, como te amo... Você não tem ideia do quanto sinto sua falta... Dói tanto ver você com outra pessoa, saber que nunca mais vou poder te beijar, te abraçar... É incrível, como você consegue esquecer as pessoas rápido em... Queria ser como você... Sério, como você pôde esquecer tão rápido, nossos momentos juntos... Que saudade de acordar de manhã, olhar o celular e ter uma mensagem "Bom dia meu amor, eu te amo." É tão difícil pra mim... Eu fiz de tudo pra tentar de esquecer, já tive até outro namorado depois de você, eu até gostava dele, mas não era igual ao que eu sentia por você... Eu fiz de tudo mesmo! Mais não adiantou... O que você tem? Que me deixou tão "encantada" assim? Nem conseguindo seguir minha vida eu estou por sua causa... Mais eu vou tentar, e dessa vez vou conseguir. Sabe por que? Porque acho que você passou pela minha vida pra eu aprender uma lição… Tenho que aprender a valorizar as pessoas que amo... Porque, por causa do meu orgulho, eu já perdi muitas pessoas que amo. Mas enfim, obrigada por tudo que vivemos juntos, por me ter feito sorrir, por estar sempre comigo até nos momentos difíceis, e mesmo eu seguindo minha vida, tentando não olhar pra trás, eu nunca vou te esquecer, porque você marcou minha vida. Obrigada por tudo!

"Não acontece nada a ninguém que a sua natureza não permita aguentar."

Encontrava-me exausta. Tudo até então não havia passado de uma longa caminhada.
Percorri por muito tempo estradas estreitas e escuras até bater à sua porta.
Trazia nos pés as feridas resultantes de cada tropeço e, na face, os sinais provocados por cada decepção que cruzou meu caminho.
Você, mais por descuido que por compaixão, ofereceu-me abrigo.
Acolheu-me, alimentou-me, matou minha sede e tratou minhas feridas, deixando que eu dormisse ao seu lado.
E eu, pouco a pouco, mais por descuido que por inocência, comecei a acreditar que finalmente havia encontrado a minha pousada.
Atrevi-me a desfazer as malas, repousando em suas prateleiras tudo que acumulei ao longo da jornada:
Cada dor, cada mágoa, cada lágrima, cada objetivo não concretizado
E ousei sorrir...
Os pés, já sem feridas, ousaram dançar, plenamente realizados por caminharem ao seu lado.
Aproveitei-me dos dias mornos, banhados numa felicidade efêmera, dando-me o direito de sonhar.
Mas um dia, ao acordar, pude ver num canto do quarto minhas malas feitas, e pelo zíper entreaberto notei que nelas você havia colocado, meio sem cuidado, tudo aquilo que estava nas prateleiras...
Mas, engraçado, as malas pareciam bem mais cheias do que antes!
Me fez calçar novamente os sapatos e os pés reconheceram imediatamente cada uma das antigas bolhas.
Despediu-se de mim com um beijo na testa, indicando-me a porta da rua.
E eu, mais uma vez, pus-me a caminhar, aceitando o destino que não pude escolher.
Chovia muito.
As alças das malas de outrora, muitíssimo mais pesadas agora, pareciam querer cortar-me as mãos.
Olhei pra trás, na esperança de encontrá-lo na soleira, vendo-me partir e me afastar ao longe,
Mas a porta da sua casa, fria e imóvel, já estava fechada...

Coração, entenda para o nosso próprio bem que eu não quero sentir menos, só quero sentir direito. Do contrário, vamos nos machucar de novo.

Os gritos de pessoas sem determinação não passam de ruídos de fundo!

(Cavendish)

Filmes de terror não assustam. mais o que apavorante ver tanto maldade no ser humano isso sim é terror.

⁠O fracasso não me impediu antes, e não vai me impedir agora

Apenas Hoje

Hoje!
Apenas hoje...
Te espero com
acordes de um violino!
Caso não venha...
Guardarei meus sonhos musicais...
Para quem deseja
ouvir todas as
notas musicais do amor.
Tocadas e encenadas por mim!

A desobediência civil é um direito intrínseco do cidadão. Não ouse renunciar, se não quer deixar de ser homem. A desobediência civil nunca é seguida pela anarquia. Só a desobediência criminal com a força. Reprimir a desobediência civil é tentar encarcerar a consciência.

Errar é fácil e não necessário. Pedir desculpas é difícil... E muito necessário!

Acho tão ridículo essas pessoas que tiram dinheiro de onde não tem para impressionar que não merece. tai uma coisa, o amor é cego e burro porque quer.

Casar, para ela, não era negócio de paixão, nem se inseria no sentimento ou nos sentidos; era uma ideia, uma pura ideia. Aquela sua inteligência rudimentar tinha separado da ideia de casar o amor, o prazer dos sentidos, uma tal ou qual liberdade, a maternidade, até o noivo. Desde menina, ouvia a mamãe dizer: "Aprenda a fazer isso, porque quando você se casar"... ou senão: "Você precisa aprender a pregar botões, porque quando você se casar..."

A todo instante e a toda hora, lá vinha aquele -- "porque, quando você se casar..." -- e a menina foi se convencendo de que toda a existência só tendia para o casamento. A instrução, as satisfações íntimas, a alegria, tudo isso era inútil; a vida se resumia numa coisa: casar.

De resto, não era só dentro de sua família que ela encontrava aquela preocupação. No colégio, na rua, em casa das famílias conhecidas, só se falava em casar. "Sabe, Dona Maricota, a Lili casou-se, não fez grande negócio, pois parece que o noivo não é lá grande coisa"; ou então: "A Zezé está doida para arranjar casamento, mas é tão feia, meu Deus!..."

A vida, o mundo, a variedade intensa dos sentimentos, das ideias, o nosso próprio direito à felicidade, foram parecendo ninharias para aquele cerebrozinho; e, de tal forma casar-se se lhe representou coisa importante, uma espécie de dever, que não se casar, ficar solteira, "tia", parecia-lhe um crime, uma vergonha.

De natureza muito pobre, sem capacidade para sentir qualquer coisa profunda e intensamente, sem quantidade emocional para a paixão ou para um grande afeto, na sua inteligência a ideia de "casar-se" incrustou-se teimosamente como uma obsessão.