Eles se Acham Santos
“O pássaro se torna, uma águia, quando sabe pousar.
Assim, é a primavera aliada à vida,
se tornando juventude,
sem dias e nem horas contadas.”
“Sentido vento pródigo
pelo transparecer real.
Pela elaborada alma que nos integra,
o saber da vida,
na ausente canção,
sustenta o nuance ao lírico!”
Promitente como o vinho
ao exalar o saber contido diante seus dizeres;
Entre o âmago do oeste ao coração presente,
ostentam os prantearem,
sem as chuvas, caírem entre nós.
Assim como o mel suspende a vida e protege o beija-flor,
diante ao pólen dos seus dias, estagnando seu voar,
entre as rosas sãs dizente aos seus palmares das asas,
fascinando o abelhar de suas perguntas,
aos céus como, árvores solitárias.
O prazer não faz ninguém feliz, mas o encaixe exato
sem primaveras o torna o elo da vida e o carinho d'alma
e o fascinar de todo coração quando se olha,
sempre o presente sem horas das vidas adjuntas.
Em absinto ao solo da praia,
perguntando sobre o banhar do mar?
Se não entrar...
Não saberás o por quê estais nas areias à procurar!
Afundando as ondas,
que vem ao teu encontro ausentar-se.
Quando se sente a sede de florir?
Se perda em você e colha algo que não se vê,
ao transportar o presente dos teus olhos ao se realizar!
Não se esconda da flor em sua primavera,
sem ver teus olhos florirem a semente do requinte
da certeza que tu tens, ao olhar-te e dizer-te;
Serei assim o tempo meu à ti, sem pensar em mim.
Sobre as folhas que vem ao meu encontro enfeitar-me!
Caminho com as malas nas costas ao encontro de ti,
trazendo comigo a esperança de encontrá-la dentro.
Escravatura de palavras sem o gênero de decisões
aos passos dados, pelos horizontes de suas perfeições.
