Ela é...
O ritual lendário
A renúncia foi consagrada na carne, mas na mente ela tempestuou,
Os desejos são profanos dentro do templo sem castidade,
Enquanto os pensamentos vagarem entre navalhas e brasas o destino estará entregue a servidão e penitência dos sentimentos esvaziados,
O sacrifício da desilusão é o vinho derramado da liberdade e entre os amores peregrinos o perfume da alma é exalado como ritual divino no altar,
Logo, mais um portal se abrirá e a magia ancestral será lançada mais uma vez, transformando o sangue e a água sagrada em ouro.
Como É Bom Cuidar De Mim
Ela vem fechando tudo, escondendo o azul do céu, até o sol perde seu brilho como um rosto atrás de um véu.
De mansinho suas aguas vem molhando meu jardim, me mostrando com carinho como é cuidar de mim.
Vou criando uma melodia e escrevendo uma canção, vou correndo contra o vento como numa contra mão.
Busco sempre alguém que possa trabalhar no meu jardim, porque ás vezes eu esqueço como é bom cuidar de mim.
Morrer não é nada, ficar esquecido que é pior do que morrer, a morte não temos controle ela é inevitável, mas o esquecimento ou na lembrança nós temos controle o nosso esquecimento a nossa lembrança será lembrada da maneira que tratamos a vida da maneira que vivemos da maneira como utilizamos o nosso tempo da maneira que olhamos para a eternidade
A minha (impulsividade) já me fez cometer alguns erros.
Mas foi graças a ela!?
Que eu aproveitei a maioria das melhores oportunidades da minha vida!
Quem muito pensa;
Pouco faz.
A Vida:
A vida é um passatempo
Ela te leva para estradas
A minha vida continua
Até a estrada que ela me levar!
A vida é um piscar de olhos
A vida é curta!
Quando você abrir os olhos
Alguma coisa acontecerá
A vida vai te dar alegria
E a tristeza sumirá
Tenha fé na sua vida
Que tudo vai dar certo!
Acredite nos seus sonhos!
Tenha fé na sua vida
A estrada que você deseja ir
Vai fazer parte da sua vida
Alguns momentos
Você pode até se sentir triste
Mas lembre-se sempre
Que a felicidade da vida baterá na sua porta
Certa vez, vi uma mulher sentada sobre um trono feito de espelhos estilhaçados. Ela vestia branco, mas suas mãos estavam manchadas de tinta dourada, e sua boca proclamava nomes que não eram o dela. Ela se dizia noiva, mas já havia se deitado com reis demais, cada um deixando nela uma semente, e de cada semente, nascia um novo nome, um novo credo, um novo dogma, todos clamando por serem filhos legítimos de um mesmo Pai. Mas quanto mais filhos ela gerava,mais distante parecia daquele que lhe prometera o altar. Alguns desses filhos ergueram templos de ouro, outros, púlpitos de ódio. Uns gritavam "graça", outros sussurravam "poder", e muitos aprenderam a vender milagres como se fossem especiarias. Os mandamentos foram escritos em rolos de marketing. As virtudes cardeais tornaram-se decorações de vitral. A caridade tornou-se performance. A temperança, um texto esquecido. A prudência, uma ameaça. A justiça… silenciada. E o Pai? O Pai foi reduzido a slogan. Um nome jogado em guerras políticas, um refém de interpretações convenientes, um pretexto para se construir impérios sobre a fragilidade do rebanho. Quem era a mulher que dizia gerar o sagrado, mas paria o profano? Quem multiplicava em nome do Uno, mas diluía sua essência a cada parto? Quem prostituiu as virtudes e quebrou os mandamentos sem sequer corar?
Alguns dizem: "Ela caiu primeiro, mas ele caiu mais forte."
Bom, eu caí primeiro e eu caí mais forte.
Não que ele tenha caído...
A morte não me assusta.
Não mais.
Ela chega de mansinho,
puxa uma cadeira, cruza as pernas
e me observa em silêncio,
como quem espera o fim de um café frio.
Eu respiro fundo e finjo que não a vejo.
Acendo um cigarro, mexo na xícara,
brinco de ignorar o inevitável.
Mas sei que ela está ali — talvez sempre estivesse.
E isso me arranca um riso sincero.
Não que eu não ame a vida.
Amo. Mas, às vezes, a vida pesa,
vira conta vencida na gaveta,
pedra no sapato.
Às vezes, ela pede trégua,
e eu, sem jeito, sigo a marcha dos desesperados.
Então, a morte chega sem anunciar.
Não bate na porta, não tosse no batente.
Apenas entra, senta,
ajeita o capuz do manto
e me olha, como quem diz:
"Você sabia que eu vinha."
E eu sabia.
Desde sempre.
Ela não é susto, nem castigo, nem fim.
É como uma palavra mal dita
que o poeta decide engolir.
Um fardo que escorrega dos ombros,
um corpo que desaperta e, enfim, flutua.
E, no fim, talvez seja isso.
Não um adeus, mas um aceno comedido.
Só morre quem viveu, quem gastou os sapatos,
quem aprendeu a tropeçar sem medo.
E eu?
Eu aceito.
Porque talvez só quem morre entenda, por fim,
que viver sempre foi um jeito
— sutil, distraído, inescapável —
de ir embora.
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