Ela
Eu vivi na crença de que a paixão se ocultava do meu caminho, mas ela estava apenas me esperando, adormecida, até que os meus olhos encontrassem os seus.
Sindy Ellen não pode ser decifrada.
Ela existe para ser amada!
É isso que eu faço não importa quando, onde ou como ela esteja.
Graciela
Ela aprendeu a ser forte cedo demais. Dá pra ver no jeito que segura o mundo como se nunca tivesse tido escolha.
E eu já vi o instante em que essa força falha, não por fraqueza, por confiança. Já vi quando ela encosta a testa no meu peito e respira fundo, como se ali pudesse baixar a guarda.
O olhar dela não me observa. Me atravessa. Tem algo ali que desafia e, ao mesmo tempo, se entrega. E eu gosto dessa contradição.
O sorriso ilumina, mas a boca dela não beija por acaso. Ela beija como quem decide ficar. Lenta. Quente. Sem plateia.
Eu penso na boca dela quando estou sozinho. Penso no jeito que ela fecha os olhos quando minha mão encontra a curva da cintura e o corpo dela responde antes da razão.
Ela é forte, sim. Mas o corpo dela entrega o que a postura tenta esconder quando encontra abrigo.
Eu não quero diminuir a força dela. Eu quero ser o único lugar onde ela não precise usá-la.
Porque quando ela ama, não é superfície. É incêndio que sabe onde queimar.
E eu desejo esse fogo, não para apagar, para arder junto.
Graciela.
“Quando a arte ousa unir sonoridade, mito e destino, ela deixa de entreter e passa a inaugurar novas concepções. É o ápice da ressignificação.” – Leonardo Azevedo.
A vida não nos castiga quando transgredimos as leis; ela somente nos ensina através das consequências
Se minha mente é minha casa, ela tem duas portas, a da frente e a dos fundos, recebo por elas conforme a importância e permanecem dentro o que é essencial!
Plenitude assemelha-se à felicidade. Ela é constituída pelo dom da Sabedoria, pelo ato de coragem. Frutos da temperança, moderação e harmonia com a natureza.
Borboleta só pousa onde tem paz. Aprende com ela: teu espírito só deve morar onde teu coração se sente em casa.
"A verdade não precisa ser gritante para ser real, nem mansa para ser aceita; ela precisa apenas ser íntegra para ser libertadora."
“Responsabilidade não é um conceito abstrato que se aprende observando a vida à distância; ela se constrói no peso das escolhas e no risco real de caminhar com as próprias pernas. Crescer exige enfrentar as próprias limitações, sustentar o próprio caminho e assumir as consequências do que se decide — inclusive o caos que isso provoca. Quem nunca atravessou esse território costuma enxergar o erro alheio com facilidade, não por lucidez, mas porque jamais se permitiu a vulnerabilidade de tentar por si mesmo. É simples parecer centrado quando não se administra a instabilidade da independência. Difícil, e raro, é sustentar a própria vida sem terceirizar decisões e ainda assim seguir adiante com consciência.”
A escola é o portal, mas jamais o destino. Por habitar a Matrix, ela cumpre o seu papel ao nos conduzir até a borda, mas é incapaz de cruzar o limiar. A saída é um ato radical e solitário: exige ultrapassar a curva onde a humanidade estagnou no engarrafamento mais lento da história.
É o momento de abandonar o código que molda a existência para seguir o que emana de dentro. Descubra-se: a verdade não é o que lhe foi ensinado, mas a essência que resta quando você se desentrega do sistema.
Pau de Sebo
A minha vó lia cartas via o meu e o seu destino
Mas ela gostava mesmo era da Festa do Divino (bis)
Eu sou daqueles menino nem ligeiro nem ladino
Mas quando chegava maio lá na Festa do Divino
Subia no Pau de Sebo mais veloz que Severino
Subia no Pau de Sebo mais veloz que Severino
Mais veloz que Severino no Pau de Sebo subino
Minha vó ficava brava desce desse pau menino
Mas eu de olho no prêmio continuava subino
A minha vó ficava brava desse desse pau menino
Mas eu de olho no prêmio continuava subino
Eu sou aquele menino subino no Pau de Sebo
Lá na Festa do Divino
Eu sou aquele menino no Pau de Sebo subino
Lá na Festa do Divono
Lá de cima eu jogava os doces pá mulecada
Mas o prêmio em dinheiro no meu bolso colocava (bis)
Refrão...eu sou aquele menino...
Olhe só você tá veno o Pau de Sebo o prêmio
E o menino nele subino
Olhe só você tá veno o menino no Pau de Sebo
E os seus olhos estão sorrindo
Riama, tinha um namorado de coração endurecido que não queria aceitar o fato de ela ter se convertido e mudado o seu comportamento e suas atitudes em tudo o que ela fazia.
A medida que ela evoluiu espiritualmente ela foi deixando por vontade própria de frenquentar alguns lugares, de sair com algumas amizades que agora não estavam mais em conexão com os planos que Deus tinha para ela.
Quando ela não conhecia Cristo, ela pensava que o livre arbítrio existia para servir a vida e as coisas que ela acreditava que davam prazer. Com o tempo dedicado a fé Cristã ela percebeu que tudo o que fazemos no mundo está relacionado com a necessidade que nós temos de agradar alguém, da necessidade de aprovação, por mais que desconheçamos ou negamos essa realidade.
Ela conseguiu entender que lá no fundo da alma os nossos maiores sofrimentos vem dessa necessidade de agradar e de ser aceita. Dai ela percebeu que seu namorado estava sendo egoísta e agressivo quando se revoltou com o fato dela ter escolhido seguir a Cristo. E...diante disso ela percebeu que ele precisava de ajuda e ofereceu a ele a oportunidade de ir com ela na igreja e por diversas vezes ela o convidou e ele se recusou dizendo que não queria mudar o seu comportamento só para ficar com ela. Então ela o deixou sem arrependimentos, pois descobriu que é muito mais fácil agradar a Jesus Cristo do que agradar um namorado, uma amiga ou amigo, ou qualquer outro ser humano, e se sentiu feliz por estar vivendo a melhor fase da sua vida e usando o seu livre arbítrio para servir a Deus.
A montanha acordou antes mesmo de lembrarem que ela tinha nome, não era pedra, era silêncio acumulado em camadas. No meio dela existia uma floresta lilás que parecia bug visual do universo, como se o céu tivesse dado erro e deixado sua cor espalhada ali. Borboletas cor de neon cruzavam o ar como notificações urgentes, brilhando demais para serem ignoradas, enquanto o químico Otto misturava fórmulas invisíveis em frascos vazios, dizendo que toda reação começa onde aparentemente não tem nada. Aviões cortavam o horizonte como se estivessem assinando o próprio destino no céu, sem explicar partida nem chegada. E lá no improvável, havia uma cachoeira no meio de desertos cheio de flores, água escorrendo contra a lógica e pétalas nascendo da areia seca como se o impossível fosse só questão de perspectiva. Nada parecia fazer sentido, mas tudo funcionava perfeitamente dentro de uma matemática secreta: a montanha sustentava o vazio, a floresta lilás provava que cor também é argumento, as borboletas neon iluminavam o que ninguém queria ver, Otto entendia que caos é só ciência em processo, os aviões voavam para dentro do silêncio e o deserto florescia porque sempre soube que era jardim antes de ser ausência. Era estranho, era confuso, mas era exatamente assim que precisava ser.
Como pode um Sol se apaixonar,
Por uma Flor nascida para perfumar ?
Ela tem um trunfo, sabe conquistar
E o Sol se entrega sem hesitar.
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