Eis a Razao da minha Vida
"Musa em Tons de Catedral"
(para minha tão amada Sayuri)
Ela é pura arte.
É puro encanto.
Ela é um quadro, uma pintura em tons brancos!
Ela é artista e também a musa.
Ela inspira — e também procura inspiração.
Ela é musa, é divina,
Tão preciosa quanto as pinturas no Vaticano.
Ela não é só beleza: também transmite delicadeza.
Cada traço, cada linha, mostra sua história.
Ela é força.
É ousadia.
É pura, mas também revela seus desejos.
Ela é puro desejo —
E nesse cortejo, eu me apaixono a cada dia.
Não sei dizer se é pelas curvas das estradas do teu corpo...
Ou pelas cores estreladas que habitam as órbitas do teu olhar.
Não sei dizer se enlouqueço nos teus lábios,
Que ficam tão rosados quanto o desabrochar de uma rosa.
Não sei se é na escuridão densa dos teus cabelos.
Não sei se é no teu suspirar que me vou,
Ou na tua risada que eu volto...
Só sei dizer que é no teu sorriso que eu vivo.
Minha mãe se importa tanto comigo que às vezes parece até segurança pessoal. Não posso fazer tudo, mas o que eu posso, eu faço render!
Não posso fazer tudo o que quero porque minha mãe é tipo o FBI: sabe de tudo e se preocupa demais. Mas dentro do que dá, eu tento me divertir.
🎙️✨
Sério… minha paixão pelo Neymar é de alma mesmo. Não sei se sou a fã número 1, mas ele com certeza foi quem me fez amar o futebol de verdade ⚽💛
Nem todo mundo já me viu jogando, mas quem viu sabe: eu boto meu coração em cada toque na bola.
Tudo que sei, aprendi vendo ele jogar. Aprendi com cada drible, cada gol, cada lance 👑🔥
Tá, vai… também aprendi um pouco com meus colegas do 7º ano 😅 kkk
Confundir sigilo com mentira é um erro que ignora a importância da descrição; minha recusa em me expor totalmente não é uma falha de caráter, mas uma forma de evitar a intromissão e me resguardar de energias e pessoas prejudiciais.
"O coração só cicatriza quando sangra consciente.
Esquecer seria trair minha própria sombra.
Então eu fico.
Fico com a dor, com o eco da perda, com o gosto do fim.
Aprendi a respirar no escuro.
Porque a morte que não mata… transforma."
— Fram Lima —
Quando foi que o mundo passou a exigir explicações?
Conversava com minha mãe quando ela disse, rindo, que nem sempre precisamos dar motivos; que nem todo silêncio ou decisão precisa ser justificado.
Ainda assim, continuei a explicar o que era, no fundo, desnecessário.
Mais tarde, no escritório, ao voltar à vídeo aula, percebi que o professor fazia o mesmo: justificava-se com detalhes irrelevantes, como se temesse ser julgado arrogante por suas conquistas.
Vi no olhar e na voz dele a mesma insegurança que já senti tantas vezes.
Foi então que entendi: os vínculos humanos são cansativos porque carregamos, quase sem perceber, o peso do que os outros pensam, ou possam pensar de nós.
Mas esses vínculos são também vitais, não só para existir, mas para sobreviver.
Porque, uma vez que algo ou alguém desperta em nós uma energia positiva, ela se torna indispensável, transformando nossa rotina, nossa essência, até mesmo nosso reflexo.
Quis responder com clareza para minha mãe, mas percebo que ainda não compreendo tudo.
Nos esforçamos para alcançar metas que traçamos para nós mesmos,
mas quando chega a hora de mostrar ao mundo o resultado dessa luta, nos encolhemos.
E se, por acaso, erramos e mostramos demais nossa felicidade, nosso trabalho, sentimos a urgência de explicar, justificar, preservar nossa moral intacta.
Será que o mundo sempre exigiu isso, ou fomos nós que aprendemos a nos prender às expectativas?
Algumas vezes me encontro folheando as páginas da minha memória, hoje acordei tarde, me olhei no espelho pensei em você. Um vestígio de amor escorreu em meu rosto, então lavei-o sabendo que naquele momento eu estava lavando, decepção, desgosto, e solidão. Minha razão logo entrou em cena me dizendo "não engane seu coração pelo desejo do seu olhar. Pois o olhar não vê sentimentos, não presume o dia de amanhã. Você perdeu tempo, muitas vezes o manjar agradável ao olhar não demonstra o veneno escondido. Boa noite.
Mesmo antes de qualquer toque, a minha alma já tinha se rendido.
Já era tua. Já estava possuída pelo amor que veio de ti."
— Samuel P. Chongo
Sócrates o pensador
Minha pequena,
Como eu gostaria de poder cuidar de você, enxugar suas lágrimas e acalmar o seu pranto. A sua tristeza ecoa dentro de mim, e cada lágrima sua parece pesar no meu peito. O seu sorriso é o que ilumina meus dias talvez não apenas os meus dias, mas toda a minha vida.
Você é como um anjo de cabelos dourados, que surgiu inesperadamente no meu caminho. Te conhecer foi obra do acaso, mas me apaixonar por você foi uma dádiva que a vida me concedeu sem que eu ao menos tivesse pedido.
Há uma doçura em você que me desarma, uma delicadeza que desperta em mim o desejo mais puro de proteção. Se eu pudesse, construiria um mundo inteiro só para te ver feliz um mundo onde a tristeza nunca te alcançasse, onde sua alegria fosse eterna como o brilho dos seus olhos.
Minha pequena, não sei o que o destino nos reserva, mas se depender de mim, cada passo seu será acolhido com carinho, cada dor será dividida e cada riso, celebrado como um milagre. Porque me apaixonar por você é, sem dúvida, a coisa mais bonita que já me aconteceu.
Se você soubesse o quanto eu te imagino agora... minha boca colada na tua, te deixando sem ar, minha mão escorregando por debaixo da tua roupa sem pedir permissão, sentindo cada parte tua implorando por mais.
Quero te ver perder o controle, gemer meu nome baixinho e implorar pra eu não parar.
Eu não sou de pressa gosto de torturar com prazer, de te deixar louco só com a ponta da língua e o meu olhar cheio de malícia.
Quero você de olhos fechados, tremendo sob meus toques, sentindo cada segundo como se fosse te consumir por dentro.
Se dependesse de mim, você não ia dormir. Ia passar a noite toda sendo meu… do jeito mais intenso e sujo, mais meu.
Não subestimes o silêncio da minha calmaria, pois é nele que a minha mente se alinha à sabedoria.
Na zona de conforto, eu reflicto, chego a uma conclusão e mudo.
E, quando tudo parece misteriosamente quieto, é aí que vejo as entrelinhas e conecto, com precisão, o sentido de tudo.
A minha autoestima, muito tempo que eu não vejo, Talvez esses problemas são causados por mim mesmo são lágrimas e não drogas que deixam o meu olho vermelho, talvez eu encha lugares com minhas esperanças e medos.
Pra um bom piloto, as curvas pouco importa
Do fio de cabelo à ponta do pé, essa é minha rota
O Dia de Hoje
Minha ansiedade me consome.
Há horas em que o mundo parece colorido, e outras em que tudo se transforma em um eterno purgatório.
Os espaços ao meu redor carregam lembranças que pesam, ou excessos de planos — planos que fracassaram, que nunca saíram do papel.
Estar dentro de mim é viver em um eterno looping emocional.
É ter o coração sempre acelerado, esperando que alguém consiga me acalmar… mesmo sabendo que isso talvez jamais venha de outra pessoa.
Ser eu é entender que, no meio do caos, vou precisar me acalmar sozinha e encontrar motivos para seguir, mesmo quando já me sinto no fim.
Carrego um peso que às vezes é insuportável.
Queria, apenas por uma noite, encontrar um abraço que me acolhesse e dissesse:
"Hoje você pode dormir tranquila. Eu estou cuidando de tudo."
Eu só queria um amor sereno, carregado de afeto e sentimentos verdadeiros.
Mas parece que isso não foi feito para mim, porque tudo o que encontrei até agora foi passageiro… ou superficial.
E talvez… o mais difícil seja perceber que, no fundo, tudo o que eu queria era apenas ser cuidada.
Se a minha sinceridade em escrever e agir lhe soa um defeito, a interpretação é meramente sua — faça bom uso dela. Saiba de antemão que o direito de discordar me é garantido, tanto quanto me posicionar. E você não pode me calar porque não gosta do que eu falo, aqui é o tal do atura ou surta.
Entre minha costela esquerda e o baço,
ele instalou seu ateliê:
um ser que não é meu,
e que, no entanto, me conhece mais do que eu.
Não trouxe flores —
apenas o silêncio que já habitava minha boca
antes mesmo que eu aprendesse a mentir.
Veio como vêm as coisas irremediáveis:
sem alarde,
sem pedir licença,
sem se importar se eu estava pronto.
Chegou sem fazer barulho,
apenas se aninhou,
como se sempre tivesse estado ali.
Como se o corpo fosse seu
antes de ser meu.
Limitou-se a ocupar o espaço
que eu, ingênuo, julgava vazio.
Não paga aluguel,
mas exige tudo: os sonhos que engoli antes de sonhar,
as margens dos meus livros
sujas de hesitações,
a primeira palavra
que travei na garganta.
Não fala.
Não precisa.
É o hiato entre um pensamento e outro,
o instante suspenso antes do tombo,
a sombra que se alonga no meu cansaço.
Ele não dorme.
Fica acordado à noite,
costurando meus pesadelos.
E quando meu corpo — traidor — se entrega ao sono,
ele deita-se ao meu lado
e sonha os meus sonhos
melhor do que eu.
Às vezes, penso que sou ele.
Ou que ele me esculpiu
enquanto eu fingia estar vivo.
Move-se sob a pele,
apaga-me aos poucos no reflexo do espelho, mistura seu medo com meu suor.
Seus argumentos crescem em meus interstícios,
como ervas daninhas entre rachaduras.
Já tentei revoltas.
Ergui fortalezas de papel.
Quis incendiar a casa toda.
Tentei ser dono de mim.
Mas como arrancar da carne
aquilo que já se tornou carne?
Há dias em que temo
que esse vazio
seja a única herança que deixarei.
A certeza de que, um dia,
vou olhar para dentro
e não reconhecer
nem o vazio.
Talvez um dia eu acorde,
e ele terá ido embora.
Ou talvez eu acorde,
e já não reste
ninguém.
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