Eis a Razao da minha Vida
Às vezes você faz escolhas na vida e às vezes as escolhas fazem você.
(Adam - Se Eu Ficar)
Nada nessa vida é fácil, mas esquecer do primeiro amor é o que eu chamo de "difícil ao extremo". Se pensa na pessoa até mesmo nos momentos inapropriados. Transformarei esse papel em meu diário, contarei à meu confidente que em meu primeiro amor, eu ainda penso. Penso, penso e penso! Não consegui esquecê-lo, é díficil.. díficil ao extremo. Eu vivo acordada, à sonhar em tudo que juntos passamos, e em tudo que construimos. Depois de tantos problemas, brigas, desentendimentos, hoje estamos aí, separados. Acredito que seja melhor, ele está com outra. Irônico, não?! O que eu venho tentado a meses é esquecer desse meu primeiro amor, mas eu que nunca fui de usar a palavra "impossível", estou começando a pensar seriamente em utilizá-la quando se trata desse assunto. Aposto que ele sente minha falta, como a dele eu sinto. Consigo ver através dos olhos dele, por incríve que pareça. Não posso chegar perto, desviar o olhar que só escuto aquela sua voz que me fascina chamando por meu nome. É inevitável, mas quando meus olhos se pregam nele, levam a imagem pro coração, que logo a reconhece, e bate. Bate, bate e bate muito! O que fazer? Eu esqueci de te esquecer.
De um dia perfeito, De um momento perfeito é vivido à vida.
Os dias são feitos de momentos.
Então teremos momentos perfeitos para que a vida torna-se inesquecível.
Decidi me olhar no espelho
todos os dias e contemplar a
vida de Deus que há em mim.
Deixar de lado as incertezas,
ignorar as dúvidas e valorizar
cada segundo do dia que ele me
concedeu, cada acontecimento,
cada sorriso, cada detalhe,
cada instante, pois aprendi
que este dia não volta e
deixa-lo passar é perder parte
de uma história linda que o
Senhor escreveu pra mim.
Já vivi muito… muito de muito e muito de nada…
Uma vida farta de nada e vazia de tudo… uma vida repleta de tanto na verdadeira imensidão do intenso, do abundante…
Já vivi sem ter sentido e já senti cuidando não ter vivido…
Já me apaixonei muitas vezes… Já me apaixonei por gestos, por sorrisos, por lágrimas… Já me apaixonei pelo verdadeiro, pelo inato, por âmagos não moldados…
Tudo o que é artificial, ajustado, abomino. Tudo quanto é genuíno e expressado com despretensão, apaixona-me…
Já fui tanto e tão pouco… Já fui de tudo um pouco… Já senti e vivi todos as sensações que um ser humano pode experimentar: já ri às gargalhadas até chorar de tanto rir; já chorei de pena; já chorei de morte; já chorei de alegria ao trazer um filho ao mundo…
Já sorri em vez de chorar, enganando o choro e enganando-me a mim… Já sorri pela felicidade do retorno dum sorriso…
Já sofri, sofrer de dor profunda, de dor intrínseca e enraizada… Já sofri sem saber porquê…
Já amei e amo… amor de amor, de dar sem pedir nem esperar… amor de filha, amor de irmã, amor de mãe, amor de mulher…
Já pedi, já implorei, já me humilhei… e de joelhos já supliquei…
Já corri até ficar sem fôlego e já corri em passos lentos sem sair do lugar ao sabor da vida e dos demais…
Esperar? Já esperei, desesperei… Hoje já não espero… a vida é uma espera constante e de tão constante ser, passou à certeza do certo… e o que é certo não é esperado…
Já quis ser e não fui e já fui o que não quis ser nem ambicionei… Já quis e não quis sem saber qual o querer…
Já dei pelo prazer de dar e já recebi sem esperar receber…
Já acreditei sem questionar e já questionei sem querer saber o porquê…
Já julguei sonhar acordada, mas os sonhos não existem… os proclamados de sonhos são meramente as vontades, os anseios não realizados… porque é tão mais fácil falar de uma utopia do que querer, lutar por concretizar o desejo… o sonho é o unívoco do querer e só deixará de ser sonho se houver vontade de querer e fazer…
Já olhei com olhos de ver, já julguei ver o que os olhos não viram e já olhei para o escuro e vi o que os olhos pensaram não ver…
Já fui abençoada com pessoas boas de índole pura, amantes da vida, do amor e do próximo…
Já cruzei com entes estranhos, ficcionando vidas que não são as suas ou não as podem ter, conjecturando realidades díspares das suas naturezas… perdidos sem quererem ser achados…
Já cruzei com a mentira, com a falsidade, aquela a que engana, atraiçoa, que não tem começo nem fim, que dilacera, aguilhoa com desdém, até com contornos de perversidade…
Já cruzei com a sinceridade e com aqueles que se dizem “demasiado sinceros” também… com a sinceridade que inunda a alma e me faz crer na vida e nas pessoas… àqueles que se dizem “demasiado sinceros” apelido-os de embustes do ser humano… não existe demasiado sincero, ou se é sincero ou não se é. A sinceridade só tem um peso e uma medida…
E hoje, que tenho hoje? Uma vida que me sorri e me envolve com os seus ensinamentos de todo um percurso caminhado perscrutando, observando e apreendendo todos os possíveis meandros, cantos e recantos do ser humano, em prol da felicidade… a minha felicidade e a dos meus…
Que retive da vida que passou por mim e da vida que agarrei de rédeas nas minhas mãos?
Aprendi que o amor se constrói, se edifica com o saber, com a coragem, a força, a luta diária, o acreditar, o dar e voltar a dar e se mais for necessário, novamente dar…
Que a felicidade nos pertence, que nasceu no dia em que nascemos, que é uma dádiva adquirida à nascença, que vive dentro de nós desde sempre… que emergirá e nos fará sorrir e dizer que experimentámos a felicidade, se e só se tivermos a capacidade de lutar e o querer de querer ser feliz…
A ESPERANÇA VIVA
Meu nome é Esperança...
Sorrio para você desde a sua entrada na vida...
Sigo-lhe os passos e não o deixo senão nos mundos onde se realizam as
promessas de felicidade, incessantemente murmuradas aos seus ouvidos.
Sou sua fiel amiga. Não repila minhas inspirações..
.
Eu sou a Esperança.
Sou eu que canto através do rouxinol e que solto aos ecos das florestas
essas notas lamentosas e cadenciadas que lhe fazem sonhar com o Céu...
Sou eu que inspiro à andorinha o desejo de aquecer seus amores no abrigo seguro da sua morada...
Brinco na brisa ligeira que acaricia os seus cabelos e espalho aos seus pés o suave perfume das flores dos canteiros... e você quase não pensa nessa amiga tão devotada!
Não me despreze: sou a Esperança!
Tomo todas as formas para me aproximar de você...
Sou a estrela que brilha no azul e o quente raio de sol que o vivifica...
Embalo as suas noites com sonhos ridentes e expulso para longe as negras preocupações e os pensamentos sombrios.
Guio seus passos para o caminho
da virtude e o acompanho nas visitas aos pobres, aos aflitos,
aos moribundos e lhe inspiro palavras afetuosas e consoladoras.
Não me esqueça...
Eu sou a Esperança!
Sou eu que, no inverno, faço crescer, na casca dos carvalhos,
o musgo espesso com que os passarinhos fazem seus ninhos.
Sou eu que, na primavera, corôo a macieira e o pessegueiro de flores
rosas e brancas e as espalho sobre a terra como um sopro celeste,
que o faz aspirar a mundos mais felizes.
Estou com você, principalmente quando é pobre e sofredor,
e minha voz ressoa incessantemente
aos seus ouvidos.
Não me despreze...
Eu sou a Esperança.
Não me repila, porque o anjo do desespero faz guerra encarniçada e se
esforça para, junto de você, tomar o meu lugar.
Nem sempre sou a mais forte.
E quando o desespero consegue me
afastar, envolve-o com suas asas fúnebres, desvia os seus pensamentos
de Deus e o conduz ao suicídio.
Una-se a mim para afastar sua desastrosa influência e deixe-se embalar docemente em meus braços...
Porque eu sou a Esperança...
Um dia, um Homem Sublime abandonou, por algum tempo,
um jardim de estrelas para nascer na Terra e depositar nas
almas as gemas preciosas da Esperança...
E, nestes dias de inquietação e desassossego, ele continua sendo a
esperança que reergue os espíritos e a paz que penetra os corações.
Ainda hoje, o Mestre de Nazaré é a grande esperança que se torna realidade.
Cada decepção que passamos na vida, torna nosso coração mais duro e nos torna mais forte. é preciso passar pela seca pra sentir a importância da chuva.
Você fez o parto daquele bebê em Rushvalley e salvou a vida daqueles pais... Me deu pernas e braços para que eu pudesse me levantar... Suas mãos... Não foram feitas para matar. Foram feitas para salvar.
Remova as dores da alma, as incertezas,
dê um colorido a tua vida, sinta a leveza.
Busque onde deixou tua alegria e o teu riso de volta.
Renove, reconstrua e acredite nos teus sonhos.
É difícil, mais a gente supera e vai vivendo a vida ao nosso modo, com nossos valores, com o que julgamos certo ou errado, com nossos amores correspondidos e os platônicos, com amizades verdadeiras e também as passageiras, por diversas vezes arrancadas de você em um piscar de olhos, com a ilusão de que quase tudo nesse mundo é recíproco e verdadeiro. Nesse turbilhão de emoções nos damos conta de que só se leva da vida o aprendizado do que deveríamos ter sido e não do que fomos. ;)
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