Eis a Razao da minha Vida
Me vesti de preto, não porque estou de luto...
Mas porque não estou bem!
Peguei minha xícara de café, e sentei...
Sentei no sofá cor de canela.
Tomei cafeína para ver se existia...
Existia com urgência, querendo sair logo desse marasmo...
Marasmo da rotina...
Rotina que me faz saturar.
Me fazendo suspeitar do dia, da luz, me fazendo preferir o breu...
Breu esse, que impregna meu espírito de solidão...
Solidão essa, que faz nublar o céu azul, sem perguntar sua opinião!
Que transforma o dia quente e intenso, em dia de frio e insensível.
Mas ao mesmo tempo me acalma, domina meu ânimo.
Me faz refletir no ontem, no hoje.
Me sinto por horas melhor, ouço até minha respiração quente sobre o travesseiro.
Mas não quero...
Deixar a solidão, o marasmo, e a rotina me pegar...
Agarrando as minhas pernas...
Grudando feito lepra no meu corpo e me fazendo estacionar.
Um dia inteiro desse veneno que foi absorvido pela pele...
E, espertamente se instalou na alma, já basta!
Ser serena com tristeza?
Não vale a pena!
Quero a substância do amor, que é cheia de vigor.
Prefiro mesmo os dias agitados que são cheios de calor.
Calor humano, que me inspira...
Me inspira o coração, os sentimentos...
E o mais importante, os meus pensamentos.
Sabe o que desejo mesmo?
É sangue quente circulando por minhas veias, sempre!
Sertão versos
Tenho prazer de falar.
Da minha terra fiel.
Arte, Cultura, Cordel.
O verde, a flor de açucena.
Nos braços dessa morena.
Me briagar de paixão.
Nas festas de são João.
Festejar com alegria.
Sou forró e poesia.
Sou caboclo do sertão...
Autor: Rogério Dantas
Caicó- RN- 16/07/ 2013
São tantos os medos que permeiam minha frágil condição de humano, mas o medo de te perder é o maior de todos eles. Amo-te demais!
Gosto mesmo é de ser minha, me emprestar quando for seguro, com garantia de devolução sem danos. No fundo queria é que me roubassem, sem manual, sem dor.
Que adianta eu tomar os medicamentos da farmácia ou consultar os médicos, se não colocar a minha fé e a minha confiança em Deus?
Ai, meu Deus
Bem que a minha mãe me avisou
Que eu ia conhecer o amor
E deixaria ele ir embora
Se você me amar demais
Eu paro de te amar
Um amor fácil me apavora
Ai, meu Deus, eu vou morrer sozinho
Se eu continuar nesse caminho
De não deixar ninguém me amar
É terça... Chove lá fora, minha mente vai ao encontro de momentos já guardados dentro de mim, o que ela não sabia, é que lembraria de coisas que ainda não aconteceram... Por quê ele? O que está havendo? Uma voz rouquinha lá no fundo me diz que é com ele que quero ouvir o barulhinho de chuva. Sentir o cheirinho de terra molhada com ele seria bom? Não sei... Tudo o que sei é que meu coração quer e ele chama, e a detalhista da minha mente lembra-me do que viví e me acusa... É uma amarga briga constante das duas, enquanto isso o meu corpo grita, é desejo... É o querer... E agora, o que vou fazer? É o doce desejo de viver sem ter limites, sem culpas... É a vontade de voar, com novas asas, e que as novas me façam chegar à lugares bem mais altos por onde eu possa enfim, ver o que realmente quero, sentir a tão esperada borboleta que há muito já não voa em meu ventre... É o doce desejo de te ter. Cadê você? Cadê você? Quando as coisas tem que acontecer elas simplesmente acontecem, então vou deixar que seja naturalmente, e espero que a chuva venha com aquele som de alerta aos gemidos e arrepios, o tão esperado carinho, e que esta mesma chuva perfume a terra quando a hora chegar e nossos lábios se tocarem. Já imagino... Um romance, eu e você. Ai meu Deus que loucura! O que vai proceder? Devo saber, ou deixar acontecer? É o meu eu que sonha em ter você.
Em uma noite qualquer
Meus pensamentos foram de encontro a você
A minha vontade era sair correndo ao teu encontro
Mesmo que apenas para te olhar e expressar meus sentimentos
Mas a lua com sua sabedoria me dizia apenas para esperar
E no impulso da saudade os olhos encheram de água
Apenas nas lembranças e na esperança de estar com você agora.
Momento narcisista sim, admito. Admiro o reflexo no lago, as ondas de minha alma abastecendo-se de si própria. Lambo os beiços saciada!
A minha saudade é passageira assim como o meu amor por você. Isso porque você está longe de mim, mais não são os quilometros qe nos distância e sim você mesmo !
"Muitos tiram da minha cara porque ando de skate e eu tiro da cara dele por não terem amigos como eu tenho pela conquista do meu skate!"
O trabalho era atrapalhado, às vezes por minha falta de jeito, outras de propósito, para desfazer o feito e refazê-lo. (...) Mas os cabelos iam acabando por mais que eu os quisesse intermináveis. (...) Desejei penteá-los por todos os séculos dos séculos, tecer duas tranças que pudessem envolver o infinito por um número inominável de vezes. Se isto vos parecer enfático, desgraçado leitor, é que nunca penteastes uma pequena, nunca pusestes as mãos adolescentes na jovem cabeça de uma ninfa.
Me xingaram, me bateram, me desprezaram, me humilharam... E olhe só agora, quem quer minha 'amizade' de volta?
Enquanto segura a minha mão, você me faz acreditar que estarás aqui para sempre, com você é tudo diferente, o tempo para para ver nossa troca de olhares, o ar esquenta e nos acende, e é nesses momentos que cresce em mim a vontade da eternidade...
Te amo, o que você quer mais? No meu olhar guardei seu sorriso, na minha boca guardei seu beijo, no meu corpo guardei seu toque e no meu coração só guardei saudades.
Minha lâmpada de cabeceira está estragada. Não sei o que é, não entendo dessas coisas. Ela acende e, sem a gente esperar, apaga. Depois acende de novo, para em seguida tornar a apagar. Me sinto igual a ela: também só acendo de vez em quando, sem ninguém esperar, sem motivo aparente. Para a lâmpada pode-se chamar um eletricista. Ele dará um jeito, mexerá nos fios e em breve ela voltará a ser normal, previsível. Mas e eu? Quem desvendará meu interior para consertar meus defeitos?
ENERGIZAÇÃO
Vem, espírito do bem, me envolve,
Lança teus raios de bondade em minha direção,
Cubra-me com tua proteção.
Reabastece minhas energias,
Fazendo-me compreensão,
Elevando sempre meu coração
Ao ápice da bondade,
Que eu sempre saiba perdoar,
Esquecendo mágoas,
Lavando a alma,
Sendo somente o amor que se dá.
Vem, espírito superior,
Carrega-me em teus braços,
Dai-me a força de que preciso,
Para continuar o que aqui vim fazer,
E nunca me esquecer
Dos teus ensinamentos,
Perdida no mar da minha infantilidade
Como humana,
Aprendiz de um tempo.
Oh... espírito benfazejo,
Sopra em minha direção,
Que minha criança interior,
Nunca se acovarde,
Nem adormeça em meu coração,
Pois dela preciso
Para espalhar a alegria,
O otimismo de uma encarnação.
Apaga de minha mente as decepções
De coisas que não conhecia,
O mal que não sabia que tão forte existia,
O ódio, a vingança,
Pois sempre sentia o amor,
Não acreditando no êxito da ruindade,
Pois todos ao serem filhos de um Deus
Levam o amor no coração,
E não deveriam se perder na escuridão.
Que eu possa direcionar teu amor
Para esses corações em forma de elos preciosos que me são dados por ti.
Vem, espírito da brandura,
Me circula, me faz cura,
Lava meu interior,
E que nele nasça a flor
Da tua humildade,
Para que eu possa espalhar a suavidade,
O conforto de uma palavra amiga,
A honestidade de um existir,
Até quando eu deva partir,
Para me embaralhar de volta
Nos teus cabelos,
Sendo uma partícula de tua elevação.
Que se faça a cura,
Energizando meu ser.
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