Eis a Razao da minha Vida

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Minha poesia ficou fraca
Batida mesmo
Versos românticos
Tudo muito fresco
Não se encontra novidade
Não se nutre vaidade
São as mesmas palavras destinadas sem porque
Variados clichês, como o maior deles
O tal do "Eu amo você !"

Fiz da alegria minha prioridade
Da esperança minha certeza
Do universo minha grandeza

E o que resistir como tristeza
Será detalhe em meio a tanta beleza.

Sua amizade preenche com sorrisos, as fendas da minha tristeza.

Recomeçar é a palavra que martela na minha cabeça nos últimos dias e que me parece favorável diante dos acontecimentos. Mas recomeçar implica abandonar... e essa ação nunca foi tão difícil quanto agora!

Das águas salgadas de Iemanjá
Me purifico
Desnudo minha alma
Entrego-me
Encanto com as cores e sons...
Quando em mim ecoa seu choro, dos meus olhos suas águas transbordam.
E do seu canto, não resisto, danço
Minha mãe das águas
o porto seguro para meu coração.

A minha namorada é tão bonita, tem olhos como besourinhos do céu
Tem olhos como estrelinhas que estão sempre balbuciando aos passarinhos...
É tão bonita! tem um cabelo fino, um corpo de menino e um andar pequenino
E é a minha namorada... vai e vem como uma patativa, de repente morre de amor
Tem fala de S e dá a impressão que está entrando por uma nuvem adentro...
Meu Deus, eu queria brincar com ela, fazer comidinha, jogar nai-ou-nentes
Rir e num átimo dar um beijo nela e sair correndo
E ficar de longe espiando-lhe a zanga, meio vexado, meio sem saber o que faça...
A minha namorada é muito culta, sabe aritmética, geografia, história, contraponto
E se eu lhe perguntar qual a cor mais bonita ela não dirá que é a roxa porém brique.
Ela faz coleção de cactos, acorda cedo vai para o trabalho
E nunca se esquece que é a menininha do poeta.
Se eu lhe perguntar: Meu anjo, quer ir à Europa? ela diz: Quero se mamãe for!
Se eu lhe perguntar: Meu anjo, quer casar comigo? ela diz... – não, ela não acredita.
É doce! gosta muito de mim e sabe dizer sem lágrimas: Vou sentir tantas saudades quando você for...
É uma nossa senhorazinha, é uma cigana, é uma coisa
Que me faz chorar na rua, dançar no quarto, ter vontade de me matar e de ser presidente da república.
É boba, ela! tudo faz, tudo sabe, é linda, ó anjo de Domremy!
Dêem-lhe uma espada, constrói um reino; dêem-lhe uma agulha, faz um crochê
Dêem-lhe um teclado, faz uma aurora, dêem-lhe razão, faz uma briga...!
E do pobre ser que Deus lhe deu, eu, filho pródigo, poeta cheio de erros
Ela fez um eterno perdido...

Cala a tua inveja, porque a minha felicidade é eterna.

Meu doce Amor tu beijas a minh’alma/Beijando nesta hora a minha boca!”
(A Noite Desce- Florbela Espanca)

Devolva meu sorriso

Você tirou de mim tudo de bom que eu possuía.
Tirou minha tranquilidade...
Tirou minha felicidade...
Tirou meu calor...
Tirou meu amor...
Por favor devolva... Devolva meu sorriso.

Você abusou dos meus sentimentos.
Fez de mim poço de suas frustrações.
Tudo o que eu queria era só te amar,
E você brincar... E nessa brincadeira de amor,
Conseguiu me mahucar.
Por favor devolva... Devolva meu sorriso.

Das alegrias que trago na vida,
Você é a melhor.
Das decepções e tristezas que trago comigo,
Você é a pior.
O sofrimento e a solidão andam juntos em meu caminho.
Por favor devolva... Devolva meu sorriso.

Você me ensinou a viver,
Você me mostrou o que é sofrer.
Você me ensinou paixão,
Você me mostrou o que é solidão.
Você me ensinou o amor,
Você me mostrou o que é dor.
De tudo que você me ensinou e me mostrou...
A minha felicidade de um jeito insano tirou.
Hoje, te peço apenas isso:
"Por favor devolva... Devolva meu sorriso..."

" Sou daqueles que, se você não fizer 36 polichinelos na minha frente, com uma placa “eu gosto de você” pendurada balançando no pescoço, jamais terei certeza. "

Quero conquistar meus sonhos aqui na Terra, mas almejo minha vitória lá no céu ao lado de Jesus.

A minha noite

Na solidão da noite escura
Noite escura e fria
Noite calada e triste
Noite que é minha conselheira
Noite que é minha companheira
É de noite que penso
É de noite que sinto
É de noite que tento me encontrar
Encontrar sim
Porque me sinto perdido
Perdido nos meus pensamentos
Perdido nas minhas ideias
É na noite que sonho ser feliz
Que procuro encontrar o caminho
Para que os dias sejam de sol
Na solidão da noite escura

A minha maneira de ser romântica...
horas portando-me como uma menininha manhosa, horas como uma mulher fatal...

Minha mão está suja.
Preciso cortá-la.
Não adianta lavar
A água está podre.
Nem me ensaboar
O sabão é ruim.
A mão está suja,
suja há muitos anos

(A mão suja)

⁠A Fragilidade da Confiança: Quando Ser Ouvida Se Torna Uma Nova Dor

Quebrar minha confiança depois que me abri, depois que confiei a você minhas dores mais profundas, é mais do que uma decepção — é me fazer reviver tudo o que lutei para superar. Quando falei dos meus medos, das minhas cicatrizes, quando me permiti ser vulnerável, eu estava entregando uma parte frágil de mim, acreditando que seria acolhida, não exposta.

Trair essa confiança não é só uma falha, é uma ferida reaberta. É me fazer sentir, mais uma vez, que segurança é apenas uma ilusão, que o cuidado que esperei encontrar era apenas um reflexo distorcido. Quando alguém rompe essa confiança, não é só no outro que deixo de acreditar — começo a duvidar de mim mesma, da minha capacidade de confiar, de me entregar sem medo.

Reconstruir essa confiança parece impossível. Não porque não queira, mas porque o medo grita mais alto. Porque uma vez que sou ferida por quem prometeu me proteger, tudo o que resta é a sensação de estar, mais uma vez, desprotegida no mundo.

Entre Luzes e Sombras: Minha Jornada Fotográfica

Desde o primeiro clique, aprendi que fotografar vai além de registrar imagens – é eternizar sentimentos e momentos que me definem. Cada fotografia guarda uma memória, uma emoção, um capítulo da minha história. Em meio a desafios e pausas forçadas, encontrei na arte de capturar o mundo um refúgio e um caminho para me reencontrar.

Minha trajetória se desenrola em contrastes intensos: as luzes que iluminam os instantes de beleza e as sombras que, mesmo dolorosas, me ensinaram a valorizar cada recomeço. Em cada rua, cada rosto, e sobretudo em cada canto de Indiaroba, vejo a riqueza de uma cultura que me inspira e me molda. Essa conexão com minhas raízes transforma o ato de fotografar em uma celebração da vida – uma homenagem às tradições, à memória e à identidade que carrego.

Mesmo quando a exaustão e a insegurança ameaçaram silenciar minha voz, eu me recusei a deixar o sonho morrer. Em meio ao silêncio e à luta interna, minhas palavras e imagens se tornaram a prova viva de que, mesmo na solidão, há uma força que me impulsiona a continuar. Cada página deste portfólio é um testemunho do meu esforço, da minha resiliência e da vontade de deixar minha marca no tempo.

Aqui, reúno não apenas fotografias, mas a essência de cada momento vivido – um registro que, espero, fale por mim mesmo quando eu não estiver mais aqui. Este é o meu legado, a narrativa de uma jornada feita de luzes, sombras e, sobretudo, de autenticidade.

⁠A Solidão da Minha Solitude

Há um vazio que me visita sem pedir,
mesmo quando tudo parece estar em paz.
É a ausência que mora no peito
quando escolho estar só,
mas não deixo de desejar companhia.

Minha solitude tem nome,
tem gosto de café frio e cama arrumada demais.
É minha, mas às vezes pesa.
Não grita, mas se impõe com um silêncio
que fala de mim mais do que mil palavras.

É escolha… mas também falta.
É liberdade… mas também espera.
Porque há dias em que o silêncio me acolhe,
e outros em que ele me abandona.

Queria às vezes dividir o pôr do sol,
contar as estrelas com alguém que ficasse.
Alguém que entendesse
que até quem gosta do próprio espaço
anseia, vez ou outra, por um colo.

E nessa dança entre o querer e o suportar,
vou existindo: inteira, mas com vazios.
Solta, mas sonhando com um laço.
Sozinha, mas querendo ser achada.

Eu tô em minha casa, me sinto sozinho
Eu sou um estranho no ninho
Escravo do que sinto
O amor não faz nenhum sentido

Não subestime minha capacidade e não faça pouco caso da minha inteligência, pois o meu cinismo é o perigo que te causa medo.

Enquanto Deus for meu aconchego,nem um frio chegará a minha alma.
Quanto mais me aninho no colo do pai mais proteção no meu caminho!