Educar Filhos
Ovelhas: São dóceis, obedientes e seguem o pastor — simbolizam os filhos de Deus, os justos, os que praticam o bem.
Bodes: São teimosos e independentes — representam os rebeldes, os que não seguem os mandamentos nem demonstram amor ao próximo.
"Jesus entregou a própria vida para salvar os filhos adotivos de Deus, mesmo sabendo que seria traído."
"A cruz não foi o fim de Jesus, mas o início da esperança para os que seriam chamados filhos de Deus."
Em vez de comprarmos para nossos filhos tudo o que nunca tivemos, deveríamos ensiná-los todas as coisas que nunca nos ensinaram.
A saúde tem muitos filhos: vitalidade, ânimo, força, garra, altivez e o rebento mais novo que jamais a abandonará... o arrependimento.
Talvez para seus filhos, se você os tiver. Talvez para netos. Com sorte, bisnetos. Depois disso, seu nome vira poeira genealógica. Um sobrenome esquecido em alguma árvore familiar que ninguém mais consulta. Um rosto que não aparece em nenhuma foto. Uma história que não foi contada porque já não fazia sentido para quem veio depois. Isso não é pessimismo. É estatística humana. A maioria absoluta das pessoas que já viveram não deixou rastro algum na memória coletiva. E você não é exceção só porque gostaria de ser.
A religião ensina tudo errado. Deus não se vinga de nenhum dos seus filhos pelo outro! Se fosse assim, teria vingado a morte de Abel e matado Caim! Ele ama todos por igual, e jamais faria maldade à nenhum, por mais coração de pedra que tenha. Porém, o livre árbitrio é o mal do mundo! Em todos nós, existe o bem e o mal. O que mais alimentar, esse reinará!! Deus quer sempre nos ver bem. Sempre.
QUANDO O ESTADO VIRA A COSTAS PARA FILHOS COM PAIS INSANOS
Alinny de Mello
Agradeço a cada um de vocês por acompanharem esta anatomia das relações mais densas da nossa existência. Antes de encerrarmos esta sequência de reflexões, reitero o convite para que conheçam a minha página no Pinterest. É lá que mantenho o acervo dos meus e-books e organizo os tópicos que debatemos aqui. Não deixem de acompanhar as atualizações semanalmente para que possamos continuar jogando luz sobre as engrenagens ocultas do comportamento humano.
O conceito de liberdade, quando forjado no interior de um ambiente de destruição sistemática, difere substancialmente da definição idílica dos dicionários. Para mim e para os meus irmãos, ser livre não significou a ausência de cicatrizes, mas a conquista da autonomia sobre os nossos próprios destinos. Nós vencemos os pesadelos, domamos os traumas e estabelecemos uma distância profilática do epicentro do caos. Sobrevivemos ao que chamo, sem qualquer receio de exagero analítico, de um holocausto familiar. Contudo, a independência factual não nos concede imunidade diplomática contra a insanidade alheia; a libertação está consolidada, mas a necessidade de vigilância permanece intacta.
É profundamente doloroso constatar que, mesmo após termos reconstruído as nossas vidas longe daquele perímetro, a proximidade daquelas duas figuras ainda represente uma ameaça latente. A dor não vem mais do chicote ou do facão mecânico, mas da certeza racional de que a perversidade e a loucura deles são forças dinâmicas, perfeitamente capazes de articular novas conspirações sob qualquer pretexto, a qualquer momento. Nós conhecemos a engenharia daquela aliança neurótica; sabemos que o ódio que partilham entre si é frequentemente canalizado na tentativa de nos destruir.
Essa vulnerabilidade é amplificada pela falência gritante das instituições que deveriam oferecer salvaguarda jurídica. Quando decidimos acolher e cuidar da nossa mãe no período mais agudo de sua degradação mental, fomos confrontados com o ápice do perigo: ela empunhou uma faca na calada da madrugada, tentando desferir golpes contra um dos meus irmãos. Diante da ameaça de morte iminente e concreta, buscamos o Estado. A resposta que recebemos na delegacia de polícia foi o silêncio burocrático e a negligência institucional. O delegado recusou-se a registrar o boletim de ocorrência, negou-se a lavrar uma simples nota, demonstrando a total incapacidade das autoridades de decodificar a violência quando ela se apresenta sob o manto da senilidade ou do transtorno psíquico. Ficamos por nossa conta, como sempre estivemos na infância.
É nesse vácuo de proteção oficial que opera a inversão mais perversa da nossa história. Diante da cegueira social e da inércia estatal, os papéis são magicamente trocados pelo senso comum: os verdugos históricos são promovidos a vítimas indefesas, enquanto os filhos, que sangraram na infância e estenderam a mão na velhice, são carimbados como os vilões frios e ingratos. Ninguém na vizinhança, na delegacia ou nos círculos sociais distantes se dá ao trabalho de compreender o contexto estrutural do nosso calvário. Desconhecem o peso do sal na carne viva, as madrugadas de tremor involuntário e a tentativa de homicídio no útero. Julgam a nossa legítima defesa utilizando a régua hipócrita de uma moralidade que nunca precisou ser testada em um porão de torturas.
Deixar este relato registrado não é um ato de apego ao passado, mas um documento de autodefesa e um manifesto de sobrevivência. Nós saímos daquela trincheira por mérito próprio, arrancando a nossa sanidade das garras de um sistema doméstico feito para nos aniquilar. Estamos livres da tirania diária, mas permanecemos atentos às fronteiras do nosso sossego. Se o mundo prefere comprar a narrativa vitimista de quem nos agrediu, que compre; a nossa verdade não necessita do aval de burocratas ou de espectadores casuais para permanecer irrefutável.
Como lidar com a constatação de que as estruturas do Estado são frequentemente analfabetas para ler a mecânica do abuso familiar? Até que ponto o preço da nossa paz definitiva exige que aceitemos o papel de vilões no teatro da ignorância alheia?
Sim, nossos pais têm que ser tudo para nós.
Namorados (as) vêm e vão.
Filhos vêm e vão.
Amigos vêm e vão.
Enfim, pessoas vêm e vão.
Mas os pais não irão, somos nós que iremos. Mas, quando voltamos, eles estão lá para nos receber.
NEM TODA MÃE E NEM TODO PAI AMA SEUS FILHOS... ESSE É O MEU RELATO
MEU PAI FAZIA MUITAS ATROCIDADES, MAIS DO QUE IMAGINAM. COMIGO, COM MEUS IRMÃOS, E COM MINHA MÃE. PORÉM, ELA FUGIA, TINHA RECURSOS E SEMPRE VOLTAVA PARA ELE. SAÍ DE CASA AOS 16 ANOS, LEVANDO ELA E MEUS IRMÃOS. NUNCA MAIS VOLTEI, MAS ELA LEVOU MEUS 3 PEQUENOS IRMÃOS PARA O CALABOUÇO NOVAMENTE. MAIS DE 15 ANOS DEPOIS, ELA ENLOUQUECEU, CUIDAMOS DELA, E ADIVINHA? PAGOU ATÉ BANDIDOS PARA MATAR 2 DOS MEUS IRMÃOS, POR DINHEIRO. FEZ BO FALSO CONTRA ELE! E DEFENDE O CRÁPULA DO NOSSO PAI, ATÉ A MORTE. E, AINDA ESTÁ COM ELE HOJE. NOS AFASTAMOS DELES TOTALMENTE. NÃO JULGUEM ABANDONO DE FILHOS PELOS PAIS, CONHEÇAM PRIMEIRO O INÍCIO DE TUDO. ELA NOS ABANDONOU PRIMEIRO. NUNCA FOMOS AMADOS. ELES SÃO LOUCOS POR DINHEIRO, E ATÉ NOS MATA, SE NECESSÁRIO FOR!
QUANDO VOCÊS OBSERVAR IDOSOS ABANDONADOS E SOZINHOS, INVESTIGUEM O POR QUÊ, ANTES DE SENTIR PENA. NÃO OS ODEIO. SÓ QUERO DISTÂNCIA DELES.
Reserve tempo para brincar com seus filhos enquanto são pequenos. Construa memórias que durarão a vida toda.
Abraão deixou um importante ensino: Que o maior legado que se pode deixar para os filhos é a FÉ EM DEUS!
Deus O escolheu para ser o pai de muitas nações e povos, justamente porque sabia que Abraão transmitiria a verdade de que sem FÉ é impossível agradar a Deus.
Nascidos da convergência cósmica entre o infinito e a poeira, os Nefilins — filhos híbridos dos Vigilantes — carregam nas veias o peso do Céu reprimido e o abismo da Terra: sombras sagradas que lembram ao universo que nem toda queda é uma ruína, e nem toda divindade busca a luz.
Reno Fioraso
Se até os pais tem inveja dos filhos ou ciúmes, imagina os irmãos ou os tais amigos, colegas ou conhecidos, na verdade ninguém quer ver o seu progresso, ninguém quer ver a sua felicidade ou conquistas, porque os próprios são infelizes e muitos são ingratos com quem tem, seus corações são obscuros e negativo, esses invejosos tiveram a mesma chance " O SOL NASCE PRA TODOS " mas jamais você terá amigos, pais e irmãos.
Seja seu próprio amigo e guarde segredos do que vai fazer ou prestes a conquistar , não dívida com ninguém sua vida, suas felicidades, só você terá seu próprio orgulho, faça tudo em agradecimento a Deus.
Educa teus filhos para a nobreza de servir, não para a vaidade de serem servidos; adultos, honrarão os que servem, servindo também.
Falar mal do pai ou mãe para os filhos configura alienação parental e prejudica gravemente o desenvolvimento emocional da criança.
Essa prática é protegida por legislação específica no Brasil.
Ela pode gerar severas punições jurídicas para o responsável que faz as críticas.
Lei nº 12.318/2010
