E Sempre assim toda a Noite a Saudade Aperta
desde criança, atuar sempre foi minha paixão,
e entrar em um palco e apresentar uma peça de teatro,
sempre foi o meu sonho,
sempre amei interpretar,
e nas aulas de redação,
poesias,
artes,
eu sempre amava, e dava o meu melhor,
e aquele mundo mágico me encantava cada vez mais,
mas, não disse que sou boa nisso
disse que gostava muito,
e até hoje,
o lápis e a folha sempre está nas minhas mãos
as poesias saem de mim como o ar fresco das manhãs
E através dela hoje consigo me expressar,
poesia pra mim sempre foi esse mundo mágico,
em que sempre sonhei,
e o teatro, faz parte de tudo isso,
as peças , as interpretações, os musicais,
não passam de uma grande poesia,
uma grande obra de arte para mim
Deus sempre tem uma alegria para cada lágrima nossa e é por isso que se não fosse pela sua misericórdia, nós não poderíamos dar um passo sequer... Temos que ser gratos a Deus pela sua bondade a qual não cansa de derramar em nós... Deus é a nossa única e verdadeira fonte de alegria, não podem se contentar com a tristeza aqueles que O tem, Deus é o nosso grande motivo para não desistirmos de sorrir...
O nada sempre é mais fácil, se é que existe algo fácil nessa vida.
Nada de dor,
Nada de medo,
Nada de risco,
Uma maquina funcional, automatizada
Programada pra realizar tarefas sem falhas,
Sorrir, agradecer, trabalhar, ler
Sem prazer, sem dor, sem nada.
Mas se essa proteção ou programação foi quebrada, o lugar seguro não existe...
Então não é mais sobre sobreviver,
Se torna desafiador viver.
Vou devagar, para ir sempre. A pressa me demonstrou que, com você, tem que ser quase parando, de leve, senão você se assusta com tanto amor.
O QUE VOCÊ CHAMA DE VIDA?
Muitas pessoas ao longo de suas vidas, sempre se perguntaram acerca do real sentido de viver e esta aparentemente nos parece ser uma pergunta de resposta fácil. Logo pensamos que para viver basta existir. Será que é só isso mesmo? Segundo a bíblia, nós, pobres mortais, criaturas divinas, ganhamos o livre arbítrio de viver as nossas vidas, ou seja, a possibilidade de fazer escolhas boas ou ruins.
A pergunta é: O que estamos fazendo da vida com as nossas escolhas que fazemos? Qual o real sentido estamos dando à nossa breve passagem na terra? O que estamos fazendo de bom ou ruim? Que tipo de valor estamos gerando para nós ou para os outros?
A primeira hipótese a que chegamos é que ainda não sabemos o real propósito de viver, por se tratar da existência de um mundo de guerras, fome, tragédias, destruição ambiental e dominado pelo Deus Mamom, o Deus do dinheiro. Neste mundo a coisa tem vida e as pessoas apenas existem. Karl Marx vai chamar isso de coisificação, que em síntese é o ato de reduzir tudo, inclusive as relações sociais para um processo de utilidade prática e não reflexiva.
As mercadorias se relacionam nos mercados e na vida real, já as pessoas apenas seguem o jogo da existência. As pessoas seguem os rastros das mercadorias buscando ganhar mais dinheiro, e tirar proveitos de um mundo material de fantasias. Nisso, as pessoas acabam deixando de fazer o que é essencial, que é o ato de viver e não apenas existir.
Poderíamos dizer que viver não significa apenas estar vivo, os animais também existem, e sim aproveitar a vida, vivendo com todo o seu potencial. Experimentar todos os tipos de coisas, realizar seus projetos ou simplesmente viver livremente enquanto se preocupa apenas em satisfazer seus gostos e desejos, pois o verbo viver pode significar todas as suas coisas. Marx vai dizer que há sim um propósito e um sentido em tudo existir. “A quantidade de dinheiro se torna cada vez mais seu único atributo poderoso; assim como ele reduz todo o ser à sua abstração, reduz-se ele em seu próprio movimento a ser quantitativo. A imoderação e o descomedimento tornam-se a sua verdadeira medida...”
As nossas vidas não são tão ditadas por um ser superior, o quanto ela é pelo dinheiro e pelas relações materiais de nossa existência. É como dizer: estamos mais preocupados em salvar as nossas peles do que nosso espírito. Estou dizendo isto sem a menor intenção de crítica ao caro leitor, mas no sentido de dizer que as coisas pelas quais nos preocupamos são tão incipientes, que acabam sucumbindo até mesmo ao nosso ato de existir e viver.
É possível viver? É possível ser feliz em um mundo de relações líquidas ditadas pelo capitalismo?. Como conduzir sua própria vida quando a mesma é organizada por algoritmos e suas vontades em síntese não são suas e sim daquelas empresas que pretendem lhes vender coisas? A resposta não poderia ser simples. Viver nestas circunstâncias requer de todos nós autoconhecimento e autocontrole da situação.
O primeiro passo é entender o nosso papel e função no mundo e no universo. As pessoas gostam de ser servidas, mas poderíamos começar pelo ato de servir e dar valor e sentido real às coisas que de fato fazem mudanças significativas em nossas vidas. O nosso principal oponente é nosso próprio Eu. O nosso Eu, mesquinho, tacanho, imediatista e consumista é a real pedra no meio do caminho e para superação será preciso rever nossos padrões ruins de comportamento de raça, de bicho, de ser humano. É preciso superar os egos, nossos vícios que nos conduzem ao abismo. Um segundo passo importante é entender a situação. Quais as nossas forças e fraquezas? Quais são as barreiras impostas que nos impedem de sermos felizes e gerar valor nesta vida. E aqui residem as tomadas de decisões mais importantes.
Neste primeiro texto introdutório gostaríamos apenas de deixar uma questão ao nosso nobre leitor: Você sabe a diferença entre viver e existir?
José Ronaldo S Santos
As revoluções são sempre rápidas, intensas, extensas, irresistíveis e decisivas. Podem se dar em cinco anos, como ocorreu com a Revolução Digital, ou se alongar por mais de dois mil anos até concluírem o seu espraiamento definitivo, como se deu com a Revolução Agrícola. O tempo, nestes e em outros casos, é sempre relativo. O que foram os dois mil anos de espraiamento planetário da Revolução Agrícola, para a humanidade, diante dos dois milhões de anos de economia meramente apropriativa que a precederam no período paleolítico?
Comer é muito mais que contar calorias, mas é sempre uma maneira de cuidarmos de nós mesmos. O que você come nutre seu corpo? Ou alimenta suas emoções?
Viver sempre também cansa!
Viver sempre também cansa!
O sol é sempre o mesmo e o céu azul
ora é azul, nitidamente azul,
ora é cinza, negro, quase verde...
Mas nunca tem a cor inesperada.
O Mundo não se modifica.
As árvores dão flores,
folhas, frutos e pássaros
como máquinas verdes.
As paisagens não se transformam
Não cai neve vermelha
Não há flores que voem,
A lua não tem olhos
Niguém vai pintar olhos à lua
Tudo é igual, mecanico e exacto
Ainda por cima os homens são os homens
Soluçam, bebem riem e digerem
sem imaginação.
E há bairros miseráveis sempre os mesmos
discursos de Mussolini,
guerras, orgulhos em transe
automóveis de corrida...
E obrigam-me a viver até à morte!
Pois não era mais humano
Morrer por um bocadinho
De vez em quando
E recomeçar depois
Achando tudo mais novo?
Ah! Se eu podesse suicidar-me por seis meses
Morre em cima dum divã
Com a cabeça sobre uma almofada
Confiante e sereno por saber
Que tu velavas, meu amor do norte.
Quando viessem perguntar por mim
Havias de dizer com teu sorriso
Onde arde um coração em melodia
Matou-se esta manhã
Agora não o vou ressuscitar
Por uma bagatela
E virias depois, suavemente,
velar por mim, subtil e cuidadosa,
pé ante pé, não fosses acordar
a Morte ainda menina no meu colo..
O mentiroso sempre diz; "não minto". O religioso sempre diz; "não gosto de mentiras". Eu, porém vos digo: A mentira é mais popular do que a verdade.
Querer ser melhor que os outros é perda de tempo. Sempre vai existir alguém melhor que a gente. Dar o melhor de nós em tudo que formos fazer é suficiente.
Sempre fui a favor da boa e velha forma de convivência com aqueles que me são caros, inclusive com pessoas que nem conheço, mas tenho apreço e respeito.
Não faço distinção de nada por nada, até porquê sou um ser humano e tenho inúmeros defeitos. E quem sou eu na fila do pão? Ninguém.
Não sou de vir em redes sociais e discutir temas delicados, tais como política, religião, gênero, etc. E nem tenho a pretensão de fazer hoje... apenas dar conta de quê, a minha opinião sobre assuntos delicados seja respeitada, assim como respeito de todos.
Não sou analfabeta, não sou gado, Maria vai com as outras, alienada e outras expressões que queiram dar... tenho opinião própria e não cabe a ninguém me julgar por tê-la.
Àqueles que se incomodam por eu não estar em sincronia com o seu modo de pensar politicamente e acha que sou analfabeta política(de acordo com Bertolt Brecht*) esteja à vontade para retirar o meu perfil do rol de amigos.
Tenho inúmeros colegas e amigos que pensam diferente de mim, e nem por isso saio dando "pancadas" em ninguém. Por sinal, tenho admiração por muitos e não será o modo de pensarem diferente de mim que vai fazer eu desgostar deles.
A minha postura sempre foi e será comigo mesma, e não para agradar a outrem.
Mais EMPATIA E RESPEITO.
Irei te contar
O amor que sempre senti, tem aroma, gosto de margaridas, cores de fantasia e os arrepios quando dos moldes se tocam em lábios, gosto retocado das moléculas que se agita com textura de amor, causando o melhor dos prazeres é exitante viver de amor.
“Meu amor minha vida és
a razão do meu viver sempre serás tu
que abrigas meu coração”
― Michael Vlamis
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