E Sempre assim toda a Noite a Saudade Aperta

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DE CORPO E ALMA
letra: Marilda dos Santos

Noite de lua
Noite sozinha
Nas paredes do meu quarto
Fico a imaginar:
Sei que estás longe
Que em breve vais voltar
De corpo e alma pra me amar

De amores intrigantes
De passados distantes
Vênus e Marte sempre serão grandes amantes

Não me condene
Pelo meu mundo sem ação
O que importa
Se estou presa a este mundo?
Se é nesse mundo
Que eu sei te amar loucamente!

Quando te critico
Por fazer o que vem na cabeça
Não é por mau
E sim um modo de te proteger
E também medo de te perder

(28 Dez 1993)
Marilda dos Santos

Queria uma noite de prazer
Pra aliviar a dor da solidão

Inserida por ingridsribeiro

Mesmo quando a noite está fria
Eu tenho aquele fogo na minha alma
E a batida que está no meu coração.
Sim, isso está me mantendo vivo
Eu não preciso de nada para me satisfazer
Porque a música me preenche e isso me surpreende toda vez.

Inserida por Rhuan3

Uma noite

Era uma noite sem estrelas
Vendo o brilho do luar
Porém com o brilho dos vagalumes
E os grilhinhos a cantar

Era uma noite sem energia
Onde só havia eu e uma companhia
Aquela que me fez sorrir
Que Deus propôs a existir

Eu já pensei, que não existiria
Um mundo pela qual
Eu pudesse viver
Que eu pudesse ser eu

Era uma noite onde sem querer
Vivemos em nossos pensamentos
Se desligamos do mundo
E a paciência se fez nossa amiga

Eu já pensei, que nunca faria
Uma poesia com alguém
Foi além do que pensei
Uma noite especial, Com você!

Inserida por NattoCostta

Minha mão está fria,
A mente está vazia
E de momento, ela mente
Como da noite para o dia.
Uma mistura de sentimento,
Frequente, bem se sente,
Esta utopia ascendente.

A escrita é um outro universo,
E ao longo do verso
Me faço identificar.
E não sendo muito perverso
Nem nada o inverso,
Dá-me mais prazer escrever
Do que propriamente acasalar.

Inserida por VitorMedeiros

E nas trevas, tudo pode acontecer
A noite vira dia, luz de um novo amanhecer!
Vai, meu verso, buscar a Terra em embrião
Da poeira do universo
Desabrocha a natureza em expansão

É BIG-BANG,COISA IGUAL NUNCA SE VIU !!!

Inserida por juaridesa89

Só (lidão)
de: José Ricardo de Matos Pereira

Eu sei,
Que mesmo sentindo calado,
Na noite eterna e singular,
No frio que agasalha a solidão...,
Insólita e
Indesejada.

Eu sei,
Que mesmo sonhando acordado,
Virá o vulto...!
A faísca que me integra,
E, ao mesmo tempo
me parte,
Inconsequentemente...

Eu sei,
Que não deveria viver sem você...
Que o albergue que procurava estava em teus olhos, e,
Que teu sorriso simplificava até minhas palavras tortas...,
Desconexas...!

Eu sei,
Que você nunca existiu.
Você foi um sonho que passou.
Você foi à luz que um dia raiou
E,
No entanto,
Se dissipou...!

Você foi o arrepio de meu desejo,
A verdade de meu sentimento.
A tristeza de meu lampejo,
E,
a tortura de meu esquecimento...!

Inserida por PoesiasCatarinenses

“AS SETE LÁGRIMAS... DE PAI PRETO”
(Completa)

Foi uma noite estranha aquela noite queda; estranhas vibrações afins
penetravam meu Ser Mental e o faziam ansiado por algo, que pouco a pouco se
fazia definir...
Era um quê desconhecido, mas sentia-o, como se estivesse em comunhão com
minha alma e externava a sensação de um silencioso pranto...
Quem do mundo Astral emocionava assim um pobre “eu”? Não o soube, até
adormecer...e “sonhar”...
Vi meu “duplo” transportar-se, atraído por cânticos que falavam de Aruanda,
Estrela Guia e Zambi; eram as vozes da Senhora da Luz-Velada, dessa Umbanda
de Todos Nós que chamavam seus filhos-de-fé...
E fui visitando Cabanas e Tendas, onde multidões desfilavam... Mas, surpreso
ficava, com aquela “visão” que em cada uma eu “via”, invariavelmente, num
canto, pitando, um triste Pai-preto chorava.
De seus “olhos” molhados, esquisitas lágrimas desciam-lhe pelas faces, e não
sei por que, contei-as... foram sete. Na incontida vontade de saber, aproximei-me
e interroguei-o: fala, Pai-preto, diz a teu filho, por que externas assim uma tão
visível dor?
E Ele, suave, respondeu: estás vendo essa multidão que entra e sai? As
lágrimas contadas, distribuídas, estão dentro dela...
A primeira eu a dei a esses indiferentes que aqui vêm em busca de distração,
na curiosidade de ver, bisbilhotar, para saírem ironizando daquilo que sua mente
ofuscada não pode conceber.
Outra, a esses eternos duvidosos que acreditam, desacreditando, na
expectativa de um “milagre” que os façam “alcançar” aquilo que seus próprios
merecimentos negam.
E mais outra foi para esses que crêem, porém, numa crença cega, escrava de
seus interesses estreitos. São os que vivem eternamente tratando de “casos”
nascentes uns após outros...
E outras mais que distribui aos maus, aqueles que somente procuram a
Umbanda em busca de vingança, desejam sempre prejudicar a um ser
semelhante – eles pensam que nós, os Guias, somos veículos de suas mazelas,
paixões, e temos obrigação de fazer o que pedem... pobres almas, que das brumas
ainda não saíram.
Assim, vai lembrando bem, a quinta lágrima foi diretamente aos frios e
calculistas – não crêem, nem descrêem; sabem que existe uma força e procuram
se beneficiar dela de qualquer forma. Cuida-se deles, não conhecem a palavra
gratidão, negarão amanhã até que conheceram uma casa de Umbanda...
Chegam suaves, têm o riso e o elogio à flor dos lábios, são fáceis, muito fáceis;
mas se olhares bem seu semblante verás escrito em letras claras: creio na tua
Umbanda, nos teus Caboclos e no teu Zambi, mas somente se venceram “meu
caso”, ou me curarem “disso ou daquilo”...
A sexta lágrima eu dei aos fúteis que andam de tenda em Tenda, não
acreditam em nada, buscam apenas aconchegos e conchavos; seus olhos revelam
um interesse diferente, sei bem o que eles buscam.
E a sétima, filho, notaste, como foi grande e como deslizou pesada? Foi a
ÚLTIMA LÁGRIMA, aquela que “vive” nos “olhos”de todos os orixás; fiz
doação dessa aos vaidosos, cheios de empáfia, para que lavem suas máscaras e
todos possam vê-los como realmente são...
“Cegos, guias de cegos”, andam se exibindo com a Banda, tal e qual
mariposas em torno da luz; essa mesma LUZ que eles não conseguem VER,
porque só visam à exteriorização de seus próprios “egos”...
“Olhai-os” bem, vede como suas fisionomias são turvas e desconfiadas;
observai-os quando falam “doutrinando”; suas vozes são ocas, dizem tudo de
“cor e salteado”, numa linguagem sem calor, cantando loas aos nossos Guias e
Protetores, em conselhos e conceitos de caridade, essa mesma caridade que não
fazem, aferrados ao conforto da matéria e à gula do vil metal. Eles não têm
convicção.
Assim, filho meu, foi para esses todos que viste cair, uma a uma, AS SETE
LÁGRIMAS DE PAI-PRETO!
Então, com minha alma em pranto, tornei a perguntar: não tens mais nada a
dizer, Pai-Preto? E, daquela “forma velha”, vi um véu caindo e num clarão
intenso que ofuscava tanto, ouvi mais uma vez...
“Mando a luz da minha transfiguração para aqueles que esquecidos pensam
que estão... ELES FORMAM A MAIOR DESSAS MULTIDÕES”...
São os humildes, os simples; estão na Umbanda pela Umbanda, na confiança
pela razão... SÃO OS SEUS FILHOS-DE-FÉ.
São também os “aparelhos”, trabalhadores, silenciosos, cujas ferramentas se
chamam DOM e FÉ, e cujos “salários” de cada noite... são pagos quase sempre
com uma só moeda, que traduz o seu valor numa única palavra – a
INGRATIDÃO...

Inserida por Delucareal

Eu quero uma lua plena
Eu quero sentir a noite
Eu quero olhar as luzes
Que teus olhos
Não me têm
Deixado ver
Agora eu vou viver...

Eu quero sair de manhã
Eu quero seguir a estrela
Eu quero sentir o vento
Pela pele
Um pensamento me fará
Uma louca tempestade...

Eu quero ser
Uma tarde gris
Quero que a chuva
Corra sobre o rio
O rio que por ruas
Corre em mim
As águas que
Me querem levar
Tão longe
Tão longe que
Me façam esquecer
De ti...

Eu quero partir de manhã
Eu quero seguir a estrela
Eu quero sentir o vento
Pela pele um pensamento
Me fará
Uma louca tempestade...

Eu quero uma lua plena
Eu quero sentir a noite
Eu quero olhar as luzes
Que teus olhos
Não me têm deixado ver
Agora eu vou viver...

Eu quero ser
Uma tarde gris
Quero que a chuva
Corra sobre o rio
O rio que por ruas
Corre em mim
As águas que
Me querem levar
Tão longe
Tão longe que
Me façam esquecer
De ti...(2x)

Tão longe que
Me façam esquecer
De ti...

Inserida por Jade.M

Colaçao de grau 3°ano B turma 2022 Escola João Pessoa Maschietto Mogi Guaçu SP

Boa noite senhoras e senhores, professores e todos os envolvidos.
Hoje estamos aqui, juntos, para darmos fim a um ciclo, infelizmente este ciclo não foi totalmente completo.
Vivemos uma pandemia, qual nos obrigou a ficar afastados da escola, dos colegas, professores e todos aqueles que cuidam de nós com tanto carinho na escola. Tivemos aulas online passamos por dificuldades, matérias difíceis de entender, mas nossos Mestres continuaram firmes no objetivo de nos ensinar.
A volta foi difícil e gradativa, meses com máscaras e álcool em gel, tentando não nos aproximar, o que pode ter gerado certos conflitos, mas no final tiramos de letra.
Se hoje estamos aqui é porque fomos persistentes e tivemos muito apoio de todos da escola.
Não fomos alunos fáceis ou modelos, como todo bom adolescente, gostávamos de dar nossas escapadas, fugir por alguns minutos de algumas aulas, e tentar não ser pegos, isso é o poder da adrenalina, mas não significa que respeitamos menos nossos Mestres, era só uma pequena forma de rebeldia.
Coisa que a partir de agora não poderemos mais fazer, agora estamos indo em direção ao nosso futuro, somente de nós depende o que nos tornaremos, e acreditem, nada será tão fácil como nosso colegial, haverá dias que sentiremos falta desde os "bom dia" aos professores e o tchau para as inspetoras, o tanto que perturbavámos as tias da cozinha, ou até mesmo a própria coordenação.
Eu, especialmente, me lembrarei com muito carinho de nossa única festa julina que tivemos nesses três anos, mesmo em recesso acordava cedo para poder ajudar na decoração e preparativos para festa, pois queríamos tudo perfeito... e foi perfeito. Nem sempre estivemos em acordo, afinal somos seres com opiniões diferentes, mas um dia sei que sentiremos saudades do que éramos.
Aproveito agora para agradecer acima de tudo Deus, que nos escolheu para estarmos aqui.
Nossos pais e família, que são o nosso alicerce, é deles que recebemos a educação e da escola o conhecimento.
A toda a coordenação que sempre nos apoiou, pelos puxões de orelha do vice-diretor Daniel, do carinho da diretora Solange , pessoa que eu muito admiro.
Aos professores, que tiveram tanta paciência conosco, em especial nossa Paraninfa professora Elaine, que teve toda a calma e paciência para se fazer ouvir e passar seus conhecimentos.
Agora nos despedimos, 3 ° ano A, turma de 2022, sem saber o que o futuro nos espera, mas com a esperança de nós tornarmos grandes. Um sincero muito obrigado.

Inserida por Rosecosta2022

⁠"Já vi o dia virar noite e a noite se tornar muito mais escura antes do amanhecer".

Inserida por Vogelfrei

⁠Na curva da estrada me lembro
olhando para a noite estrelada
fico à pensar
será que nesse mundo
há ainda chances
de nos encontrar
Quando me deito
sinto sua falta
o seu sorriso me acalma
sua palavra amiga
me fascina
É como a lua e o mar
Nós dois prontos para amar
sua camisa ficou aqui
nas vagas noites de inverno
cheiro-a para te sentir perto de mim

Inserida por KemillyHeloa

VAI SER SÓ ZUEIRA

Não sei mais o que Eu vou fazer
Se Dia e noite eu penso em você
E A consequência disso tudo
Eu Passo a noite imaginado coisas
Eu ouço a sua voz dentro do meu ouvido
Não sei que aconteceu que você me deixou
Mais não pense que estou triste eu vou te falar
Como vai ser daqui pra frente

Vai ser só zueira Uísque e Chandon
No paredão toca meu som
Mulher tirando a roupa e eu aqui rindo de tu
Nem venha me dizer que se arrependeu

Vai ser só zueira Uísque e Chandon
No paredão toca meu som
Você estava louca quando me deixou
Pois agora tenho outra no seu lugar (bis)

Compositores
Antonio Luís e Licinho Melo
06/08/2015

Inserida por PoetaAntonioLuis

Faça uma coisa por vez. Tijolo por tijolo. A vida é assim, camarada. Lá na frente, você terá uma casa.

O amor é a essência da vida assim como os sonhos mostram a existência da alma.

Às vezes é assim: Nem feliz, nem triste. Apenas suportando.

Ouvi e sede compassivos: não os culpeis, por que, assim como a morte, o amor também é fatal...

FILHA
Rick e Renner
Composição: Rick Hoje eu parei pra escrever Alguma coisa assim sobre você E simplesmente me deixei levar Pela emoção de poder lhe falar No dia em que você nasceu Vinda do amor de sua mãe e eu Um lindo presente que o Senhor nos
deu A realidade de um sonho meu E quando você chorou Deus me ensinou uma nova canção Seus olhos de um anjo pequeno Iam se fazendo minha religião Coisas que de mim não saem A primeira vez que me chamou de pai Vou lhe confessar agora minha filha Com você eu aprendi que um homem
tem que ter família 15 anos faz agora É de alegria que meus olhos choram Meu pequeno anjo que agora fascina Para mim vai ser sempre minha
menina Filha onde você vai Pode não sobrar um lugar pro seu pai Mas tenha certeza que eu vou sempre
estar Perto de você onde quer que vá Não é que eu vá te vigiar Não é que eu queira ser seu dono Isso é só um cuidado de pai Filha eu te amo. E quando você chorou Deus me ensinou uma nova canção Seus olhos de um anjo pequeno Iam se fazendo minha religião Coisas que de mim não saem A primeira vez que me chamou de pai Vou lhe confessar agora minha filha Com você eu aprendi que um homem
tem que ter família

Quando penso no Mar
meus pensamentos me enganam e me levam a você

assim como ele, você me envolve num todo
e aos dois me entrego de corpo e alma.