E Ruim Nao poder Falar o q Pensa
Amor secreto
Tenho rédea e te quero na medida,
como posso e bem sei meu não poder,
deixo a vida esquecer a vigilância
e me deixo furtar alguns momentos.
Fantasio, me visto e me desnudo,
te componho na descomposição,
tiro tudo e mergulho no meu sonho
pra que teu coração não sobressalte...
É assim que nos tenho cá, no fundo,
há um mundo moldado para nós
numa chance que o mundo não dará...
Sonho enquanto preservo este segredo,
sem o medo que veste a flor da pele
ou afia os espinhos dos meus olhos...
Ser diligente e cauteloso não significa ter medo de errar, significa poder arriscar, mas calcular os riscos para que se existirem prejuízos, eles sejam menos lesivos e danosos do que poderiam ser!
Não menospreze o poder grandioso da oração. Se não fosse por Ele, em horas de dificuldade extrema estaríamos sozinhos. Mas Ele não dorme e nem sai de perto. Ele abençoa.
Não tenha medo dos tempos de fraqueza. É na fraqueza que o poder de Deus mais se manifesta em você. Apenas confie.
O Poder da Leitura
Não somos apenas o que consumimos, mas o que escolhemos reter e transformar. Cada palavra lida é uma semente: algumas se perdem, outras florescem em ideias, discernimento e sabedoria. Ler não é quantidade, é qualidade.
Textos leves podem entreter por instantes, mas são as leituras que provocam, inspiram e fazem pensar que expandem o cérebro, fortalecem a memória e nos tornam mais interessantes como pessoas.
A leitura é resistência ao superficial, é ponte para mundos novos, é exercício de imaginação e cultivo da consciência. Ler é viver muitas vidas em uma só — e cada vida nos torna mais ricos em conhecimento e mais plenos em humanidade.
Roberto Ikeda escritor
Cristão não faz aliança com ideologias para poder cultuar ao Deus da Bíblia; sua aliança é com Deus. Já o apoio alguma ideologia, somente se esta não for contrário a Bíblia.
Como é estranho e belo o poder da imagem e das experiências.
A criança que corria e sorria não sabia.
Crescia, e sem perceber, as raízes que a sustentavam
se desfaziam em silêncio,
na mesma medida em que o mundo se abria diante dela.
A criança agora é jovem.
Reconhece-se no espelho sem se reconhecer.
Não é mais a infância.
O familiar, de tanto se conhecer, já é outro.
O conhecido também desconhece.
O mundo, ele próprio, é uma imagem.
Flutua, muda de forma, de cor, de sentido.
E ao mesmo tempo é pequeno,
e tão imenso quanto os astros.
Um enigma:
quem o conhece, o perde.
Quem o desconhece, o encontra.
O poder imersivo do conhecimento corrói corações que não aprenderam que a ciência é imune à empatia.
Sinto-me amarrado a uma imobilidade que não escolhi, como se a vontade existisse sem poder agir. A vida passa diante de mim em silêncio, e nesse silêncio reconheço a sensação de uma existência que se esvai sem se cumprir. Não é a ausência de tempo que me pesa, mas a consciência de o estar a perder. Furucuto, 2026.
Sinto que já perdi o meu poder masculino. Quando aconteceu, não sei. Não houve aviso, nem ruptura visível. Apenas acordei, um dia, neste quarto escuro da vida, onde a luz parece ter-se esquecido de entrar.
Furucuto, 2026
Não há como tirar a Dilma Rousseff do poder, enquanto ela estiver cumprindo as ordens de Deus para punir a nação brasileira pela idolatria, corrupção e pornografia.
Ei, por favor me espera.
Quero poder estar com você.
Mas o tempo não coopera.
Muda os planos ao amanhecer.
hoje eu li uma lista.
Meu nome não estava nela.
Coisa bacana, haja vista.
Vícios de uma donzela.
Logo vi que era alusão.
Chocolate, álcool e cafeína.
Coisas da sua rotina.
Mas não do seu coração.
Regime de vício é bom.
Abstinência causa loucura.
Chocolate ok, é bombom.
Mas talvez seja eu a cura.
Álcool causa dependência.
Cafeína traz energia.
A mais excessiva paixão.
Traz sorriso e alegria.
Quero poder te abraçar.
Aceita meu abraço apertado.
Alguns minutos ali do seu lado.
Sei que vou me alegrar.
Não é hoje um dia qualquer.
A data é de comemoração.
Sei que tu bem-me-quer.
Por isso não se esqueça.
Cê não sai da minha cabeça.
Tampouco do meu coração.
Feliz Dia Da Mulher!
A Policia não é onipresente, o poder de polícia do Estado não é eficiente, logo, desarmar o cidadão é colocar este refém dos delinquentes.
A Constituição como Estrutura de Poder
Há países em que a Constituição não opera como fundamento, mas como instrumento. Não nasce de um projeto político coerente, e sim de compromissos acumulados, remendos históricos e concessões feitas para resolver crises imediatas. O resultado é um texto extenso, ambíguo e contraditório uma Constituição que tudo promete e pouco define. Essa ambiguidade não é defeito acidental: ela se converte em método de governo.
Em contextos assim, o Legislativo tende a perder centralidade. Não por ausência formal de poder, mas por comprometimento estrutural. Legisladores produzem normas já prevendo sua própria neutralização futura. Criam leis defensivas, cheias de exceções, conceitos indeterminados e cláusulas abertas, permitindo que o texto constitucional seja continuamente reinterpretado conforme a conveniência do momento político. A lei deixa de ser limite e passa a ser álibi.
Nesse vazio funcional, o Judiciário avança. Inicialmente como árbitro, depois como intérprete máximo e, por fim, como agente político de fato. A Justiça, tradicionalmente concebida como poder contramajoritário, passa a exercer protagonismo contínuo, ocupando espaços deixados por um Legislativo frágil e por um Executivo condicionado. A supremacia jurídica transforma-se em supremacia política.
A Constituição, então, já não é parâmetro estável, mas território em disputa. Seu texto permite múltiplas leituras porque foi concebido assim: aberto o suficiente para acomodar qualquer decisão que se queira justificar. A hermenêutica constitucional substitui o debate político. Decisões fundamentais deixam de ser deliberadas publicamente e passam a ser resolvidas por interpretação técnica, blindada por linguagem jurídica e legitimada pela autoridade institucional da corte.
É nesse cenário que processos eleitorais se tornam contingentes. O calendário democrático deixa de ser um dado objetivo e passa a depender da leitura constitucional vigente. O que deveria ser exceção transforma-se em precedente; o precedente vira jurisprudência; a jurisprudência se naturaliza como normalidade institucional. Não há ruptura explícita há continuidade reinterpretada.
O resultado não é uma ditadura clássica, nem uma democracia plena, mas um regime híbrido, no qual o centro decisório desloca-se do voto para a interpretação. O país passa a ser governado não por programas políticos, mas por entendimentos jurídicos. A soberania popular permanece no texto, mas se enfraquece na prática.
Nesse modelo, o futuro político não é decidido nas urnas, mas nos limites elásticos de uma Constituição que tudo comporta. Se ela é uma concha de retalhos, quem detém o poder real é quem define como os retalhos se encaixam. E, quando a exceção se torna método, a Constituição deixa de proteger a democracia — passa a administrá-la.
2026, nesse sentido, não é um evento imprevisível. É uma consequência lógica.
Não do acaso, mas de uma arquitetura institucional que trocou clareza por conveniência, representação por interpretação, e política por técnica.
Não dê poder a qualquer pessoa.
Se resguarde e dê prioridade a quem lhe quer bem.
O resto são meramente figuras ilustrativas.
Manifesto por uma Humanidade Melhor
Se eu tivesse o poder de Deus, eu não criaria um mundo baseado no medo, na competição ou na ganância.
Eu criaria uma humanidade mais honesta, mais consciente e mais comprometida com o bem coletivo.
Acredito que o ser humano não precisa destruir para ter.
A destruição nasce do ego, não da necessidade.
O planeta oferece o suficiente para todos — o que falta é consciência, empatia e responsabilidade.
Criaria seres humanos que entendessem que o futuro importa, que a próxima geração não é um detalhe, mas a continuidade da própria vida. Pessoas que pensassem antes de agir, sabendo que cada escolha de hoje constrói — ou destrói — o amanhã.
Uniria todas as nações, não apagando culturas, religiões ou identidades, mas ensinando que nenhuma diferença justifica a desigualdade.
Raça, cor, religião ou nacionalidade jamais seriam motivo de separação, ódio ou dominação.
Seriam apenas expressões da riqueza humana.
O conhecimento não seria arma de poder, mas herança coletiva.
Tudo o que fosse descoberto serviria para curar, ensinar, proteger e evoluir a humanidade como um todo.
Compartilhar saber seria um dever moral, não uma ameaça econômica.
Neste mundo, ninguém cresceria às custas do outro.
A lógica não seria vencer, mas crescer juntos.
Não competir para excluir, mas cooperar para elevar todos ao mesmo nível de dignidade.
A educação formaria seres humanos mais éticos do que ambiciosos, mais empáticos do que egoístas, mais conscientes do que consumistas. Pessoas ensinadas a ajudar não por obrigação, mas por compreensão.
Porque quando o ser humano entende que o outro é parte de si, a corrupção perde sentido, a violência perde força e a ganância deixa de ser virtude.
Esse mundo não seria perfeito — mas seria justo.
Não seria isento de desafios — mas seria humano.
Talvez não seja preciso ser Deus para criar esse mundo.
Talvez baste que mais pessoas escolham pensar, agir e viver dessa forma.
E é assim que acredito que a humanidade pode, finalmente, evoluir.
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