E o Tempo da Travessia e se Nao Ousamos Faze-La
Não quero luxo e nem riquezas
Não quero luxo e nem riquezas, nada comparado assim.
Só quero que Deus me dê, Juventude até o fim.
Pois na minha mocidade, deixei de servir a Deus
para cair na vaidade.
Fui atrás da idolatria, servir a caboclos e guias
Se não fosse o amor de Deus, no inferno eu estaria.
Mas, o seu amor sincero, do inferno me resgatou.
Hoje estou livre pelo seu imenso amor.
Aleluias e glórias, ao meu eterno Salvador.
Que morreu na cruz, e meus pecados pagou.
Não quero luxo e nem riquezas, nada comparado assim.
Só quero que Deus me dê um coração transformados,
Que enquanto aqui eu viver, que eu viva sempre ao seu lado.
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ANTÔNIO ARAÚJO DE SOUZA
TONNY SOUZZA
Estou em uma fase da vida em que não aceito estagnação,
minha meta é evolução, disciplina e transformação.
Tudo aquilo que já não ressoa com a minha energia,
eu corto sem medo, sem culpa, sem nostalgia.
Na minha caminhada só permanece quem vem para somar,
quem tem foco, propósito e vontade de prosperar.
Quem vibra na mesma frequência, permanece na direção,
quem escolhe o atraso, fica pelo caminho, sem continuação.
Minha alma e minha vida pedem avanço, não regressão,
pois nascer para crescer sempre foi minha maior missão.
A jornada aqui é clara, e o destino já está traçado:
seguir sempre em frente, nunca para o passado.
Quer ser alguém na vida?
Não espere que seus amigos,
façam escadas para o seu sucesso.
Quer ser alguém na vida?
Então construa você mesmo, os seus degraus.
Não esqueça que o seu maior inimigo,
está colado com você; ao redor da sua mesa.
Seu nome é: Inveja e essa praga, se fez presente no Paraíso, e permanece entre nós. Dentro das salas de aulas,
nos locais de trabalho e até mesmo nos templos religiosos.
Por isso não revele seus sonhos para ninguém,
deixa que eles se realizem, porque infelizmente;
vivemos cercados de olhares malignos.
Lembre-se de José do Egito foi revelar seus sonhos para sua família, e acabou sendo vendido pelos seus irmãos.
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ANTÔNIO ARAÚJO DE SOUZA
TONNY SOUZZA
No Fundo do Poço.
Não olhe para seus vizinhos,
e nem para seus parentes.
Olhe pra Jesus Cristo
e siga em frente.
Ele disse: que é o caminho,
a verdade e a vida.
E eu te garanto: Que vem a Ele,
encontra guarida.
Eu andei pelo vale da sombra da morte,
no pecado me atolei.
Mas me vendo no fundo do poço,
foi por Ele que chamei.
Vi a vida entrar em mim,
e meu espírito renovar.
Hoje eu sou, uma nova criatura,
e posso muito bem; Dele te falar.
Estas perdido nas drogas? Ou na prostituição?
Meu amigo, eu te garanto: Jesus Cristo é a solução.
Chega de dar nota fora com essa pistola na mão.
Joga essa arma fora e põe Cristo em teu coração.
Peço a Deus que te alcance através desta canção, poisem breve nos veremos,meus amados e queridos irmãos.
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ANTÔNIO ARAÚJO DE SOUZA
TONNY SOUZZA
Não olhe meus olhos
Você não vai ver minha alma
Você vai se afogar
No lago das lágrimas
Que não choro
Se afogar
Sem retorno
Só se afogar
E nada mais
Dentro dos olhos
Dói menos que no coração
hoje eu tô com saudades, como ontem, não era pra eu estaraqui falando..
mas não sei ser de outra forma a não ser intensa,
hoje eu só queria te ver,
de longe,
e que o vento me trouxesse o seu perfume saindo de vc,
pra eu sonhar novamente,
suspirar com os olhos fechados o seu cheiro bom de paz.
A verdadeira grandeza da vitória não está apenas no resultado, mas na capacidade de demonstrar empatia.
"A grandeza da alma não está atrelada à reação ao mundo e à realidade, mas à sua potência criativa que amplia os horizontes conhecidos."
A realidade não se entrega pronta; deve ser buscada com meticuloso discernimento. Muito do que ouvimos são opiniões, e muito do que vemos são aparências. A prospecção do real exige esforço e lucidez.
Alma hipócrita...
Odeio o silêncio que fica quando você vai,
Mas não se engane: não é saudade, é só o ego que cai.
Eu nem gosto de você, nunca houve esse querer,
Eu só nutro um ódio profundo pela sensação de perder.
Adoro o brilho do que é proibido, do que está distante,
O inacessível é meu combustível, meu vício constante.
Repito histórias, ensaio tragédias em grandes encenações,
Um ator medíocre preso em velhas e vãs repetições.
Sou a hipocrisia em carne, osso e falsa memória,
Apago os cortes, as traições, mudo o fim da história.
Esqueço o aço nas costas, o abraço que foi punhal,
E finjo que o veneno que bebi era algo natural.
Mas ei, veja como sou nobre ao assumir meu papel:
Talvez a culpa fosse minha, talvez eu tenha sido cruel.
"Ela sofria", eu digo, criando um álibi qualquer,
Justificando o golpe de quem nunca soube me querer.
Vou seguindo assim, nesse teatro de sombras e farsa,
Acreditando na mentira que o meu próprio peito traça.
É o meu escudo, meu modo covarde de não ver ninguém partir,
Pois se eu me convencer do engano, não preciso mais sentir.
Que a morte me encontre no meio desse labirinto vil,
Antes que eu me apegue a outra alma, antes de outro abril.
Pois é mais fácil esperar o fim, no frio dessa agonia,
Do que admitir que sou o mestre da minha própria hipocrisia.
O Último Relato de uma Alma Ausente
Se estas linhas te alcançam, entenda o meu fim:
Não é que o sopro cessou, ou que o sangue parou de correr,
É que o meu verdadeiro eu sucumbiu dentro de mim,
Cansado de tantas guerras que ninguém pôde ver.
Meus sentimentos partiram há muito tempo atrás, Deixando apenas um corpo oco, uma carapaça vã.
Onde existiu amor, hoje a desilusão é o que jaz,
Em uma mente atormentada que teme o amanhã.
Talvez eu tenha partido em doses de álcool e remédio,
Ou talvez tenha morrido no vácuo de uma escolha qualquer.
Nada faz sentido quando o mundo se torna esse tédio,
E o teu perfume é uma lembrança que o tempo quer varrer.
Tentei acreditar em uma salvação para a alma, Fui hipócrita ao buscar luz no meio do meu breu.
Mas o peso mental roubou de vez a minha calma,
E o que você lê agora já nem ao menos sou eu.
Morri da pior forma: em silêncio e na dúvida,
Sendo cinzas de um incêndio que ninguém tentou apagar.
Resta apenas esta sombra, solitária e desprovida,
De uma vida que se foi antes mesmo de o corpo parar.
O Rastro do que se Apagou
E se, por um lapso de saudade, você for me procurar,
Não olhe para o agora, pois o agora é só vazio.
Tente me achar no ontem, onde eu costumava estar,
Antes de o meu sangue se tornar esse gelo frio.
Ou procure em um campo de pedras, sob o peso de um nome,
Em uma lápide muda que guarda o meu silêncio final.
Minha morte não faz diferença, o tempo a consome, Seja ela um fato concreto ou um naufrágio mental.
Se você sentir o remorso ou o corte de uma perda,
Saiba que o eco do seu choro não me alcança mais.
Não adianta o grito, nem a lágrima que se herda,
De quem já atravessou a fronteira de todas as pazes.
Vivi uma vida que foi apenas um sopro de mentiras, Um palco de hipocrisia onde encenei meu próprio papel.
As verdades que tive se perderam em antigas piras,
E o gosto do que foi real hoje é apenas fel.
Foi há tanto tempo que a memória se tornou um deserto,
Onde nem eu mesmo me reconheço ou sei quem fui.
O que era verdadeiro hoje é incerto e deserto,
E a alma, enfim, para o nada, livremente flui.
"Frio que Sente"
Tem um frio
que não vem do mundo,
vem de dentro.
É quando você ainda sente tudo,
mas já não consegue demonstrar nada.
O coração não para de bater…
só aprende a se proteger.
E, às vezes,
se proteger
é esfriar.
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