E nos teus Olhos que me Perco
FICA COMIGO...
É noite ...
E sinto sua falta.
Meus olhos percorrem o monitor
Em busca de suas palavras.
Palavras soltas, meigas, ousadas.
É noite ...
E sinto minha boca umedecida
de vontade de beijar-te intensamente
Em um louco desejo,
Vontade de você ...
Vontade do seu Beijo
E embora meus olhos não o vejam
Cresce a vontade de estar contigo
Aninhar-me em seu colo
Sentir seu carinho ...
E depois te abraçar demoradamente...
Bem devagarinho...e dizer ...
FICA COMIGO...NÃO VA EMBORA ...
O que os olhos não vêem
Havia uma vez um rei
num reino muito distante,
que vivia em seu palácio
com toda a corte reinante.
Reinar pra ele era fácil,
ele gostava bastante.
Mas um dia, coisa estranha!
Como foi que aconteceu?
Com tristeza do seu povo
nosso rei adoeceu.
De uma doença esquisita,
toda gente, muito aflita,
de repente percebeu...
Pessoas grandes e fortes
o rei enxergava bem.
Mas se fossem pequeninas,
e se falassem baixinho,
o rei não via ninguém.
Por isso, seus funcionários
tinham de ser escolhidos
entre os grandes e falantes,
sempre muito bem nutridos.
Que tivessem muita força,
e que fossem bem nascidos.
E assim, quem fosse pequeno,
da voz fraca, mal vestido,
não conseguia ser visto.
E nunca, nunca era ouvido.
O rei não fazia nada
contra tal situação;
pois nem mesmo acreditava
nessa modificação.
E se não via os pequenos
e sua voz não escutava,
por mais que eles reclamassem
o rei nem mesmo notava.
E o pior é que a doença
num instante se espalhou.
Quem vivia junto ao rei
logo a doença pegou.
E os ministros e os soldados,
funcionários e agregados,
toda essa gente cegou.
De uma cegueira terrível,
que até parecia incrível
de um vivente acreditar,
que os mesmos olhos que viam
pessoas grandes e fortes,
as pessoas pequeninas
não podiam enxergar.
E se, no meio do povo,
nascia algum grandalhão,
era logo convidado
para ser o assistente
de algum grande figurão.
Ou senão, pra ter patente
de tenente ou capitão.
E logo que ele chegava,
no palácio se instalava;
e a doença, bem depressa,
no tal grandalhão pegava.
Todas aquelas pessoas,
com quem ele convivia,
que ele tão bem enxergava,
cuja voz tão bem ouvia,
como num encantamento,
ele agora não tomava
o menor conhecimento...
Seria até engraçado
se não fosse muito triste;
como tanta coisa estranha
que por esse mundo existe.
E o povo foi desprezado,
pouco a pouco, lentamente.
Enquanto que próprio rei
vivia muito contente;
pois o que os olhos não vêem,
nosso coração não sente.
E o povo foi percebendo
que estava sendo esquecido;
que trabalhava bastante,
mas que nunca era atendido;
que por mais que se esforçasse
não era reconhecido.
Cada pessoa do povo
foi chegando á convicção,
que eles mesmos é que tinham
que encontrar a solução
pra terminar a tragédia.
Pois quem monta na garupa
não pega nunca na rédea!
Eles então se juntaram,
Discutiram, pelejaram,
E chegaram à conclusão
Que, se a voz de um era fraca,
Juntando as vozes de todos
Mais parecia um trovão.
E se todos, tão pequenos,
Fizessem pernas de pau,
Então ficariam grandes,
E no palácio real
Seriam logo avistados,
Ouviriam os seus brados,
Seria como um sinal.
E todos juntos, unidos,
fazendo muito alarido
seguiram pra capital.
Agora, todos bem altos
nas suas pernas de pau.
Enquanto isso, nosso rei
continuava contente.
Pois o que os olhos não vêem
nosso coração não sente...
Mas de repente, que coisa!
Que ruído tão possante!
Uma voz tão alta assim
só pode ser um gigante!
- Vamos olhar na muralha.
- Ai, São Sinfrônio, me valha
neste momento terrível!
Que coisa tão grande é esta
que parece uma floresta?
Mas que multidão incrível!
E os barões e os cavaleiros,
ministros e camareiros,
damas, valetes e o rei
tremiam como geléia,
daquela grande assembléia,
como eu nunca imaginei!
E os grandões, antes tão fortes,
que pareciam suportes
da própria casa real;
agora tinham xiliques
e cheios de tremeliques
fugiam da capital.
O povo estava espantado
pois nunca tinha pensado
em causar tal confusão,
só queriam ser ouvidos,
ser vistos e recebidos
sem maior complicação.
E agora os nobres fugiam,
apavorados corriam
de medo daquela gente.
E o rei corria na frente,
dizendo que desistia
de seus poderes reais.
Se governar era aquilo
ele não queria mais!
Eu vou parar por aqui
a história a que estou contando.
O que se seguiu depois
cada um vá inventando.
Se apareceu novo rei
ou se o povo está mandando,
na verdade não faz mal.
Que todos naquele reino
guardam muito bem guardadas
as suas pernas de pau.
Pois temem que seu governo
possa cegar de repente.
E eles sabem muito bem
que quando os olhos não vêem
nosso coração não sente.
Guardar-te-ei em uma caixinha, com seus sorrisos de olhos, sua pele de nuvens e seus cachos de cetim para que seu primeiro beijo seja eternamente meu
Cena: Quando te vêem deitado, de olhos fechados, na sua cama, com a luz apagada e te perguntam:
– Você tá dormindo?
– Não, to treinando pra morrer…
Ela parecia inteira. Inteira porque não tinha ficado nada dela para trás. Seus olhos eram de desilusão, de cansaço. Cansada de construir sonhos, planos, fantasias. E depois da desilusão ter de destruir uma a uma, como se nada daquilo tivesse um dia existido, só para olhar para trás e não sentir nada do que sentira antes. Era mais um fim doído, choroso, arrastado. Fosse o ponto final sua última lágrima de dor, já havia então sido decretado. Decretado num discurso mudo, num adeus em silêncio. Dito através de tudo daquilo que não havia sido falado.
Ela: Quando olho nos olhos dele, vejo todo o meu mundo em minha frente, mas não quero falar pra ele. Tenho medo de irritá-lo, perder a amizade dele.
Ele: Queria tanto dizer a ela, nesse momento, olhando nos olhos dela, o quanto a amo e sempre a quis. Mas vai que eu perco a amizade dela? Eu não saberia viver sem ela, não mesmo.
Tudo depende dos valores que estão atrás dos olhos que me observam, não sou nada daquilo que esperam de mim, sou o que cada um merece
Procurei uma poesia sobre olhos para te dizer como me encanta teu olhar.
Como não achei nada, fechei os meus, com o coração essa aqui resolvi em palavras ladrilhar.
Te enxerguei um oceano profundo e lindo mesmo você insistindo que dessa água nada tem para pescar.
Feliz me encontro, em descobrir o brilho do céu estrelado que é seu olhar.
Ainda há tempo, feche os olhos, só o amor pode guiá-lo para casa. Derrube as paredes e liberte sua alma.
Lê nos meus olhos todos os consentimentos, Mata tua sede na pedra que se fez fonte, E te encanta com a paisagem contraditória do meu ser.
Deus, cuida de quem eu não posso cuidar... Cuida de quem está distante dos meus olhos, mas que trago aqui dentro de mim, no meu coração. Dá colo àqueles que no momento precisam, consola os que de fato precisam do Teu consolo. Mostre o caminho certo para quem ainda não encontrou o seu, traz a calma necessária para acalmar os corações tumultuados de saudades, dúvidas e tristezas. Me abençoe, abençoe a todos nós, a todos os outros, cuide de mim, cuide daqueles que NÓS amamos infinitamente!
❝... lhe trago toda delicadeza das flores ... para que seus olhos se encantem com a doce ternura deste carinho ... que faça seu coração vibrar em emoções ... e sua alma brilhar de felicidades ... são simples ... mas tem em cada uma delas a essência da amizade mais pura e sincera ! ...❞
✨ Às vezes, tudo que precisamos é de uma frase certa, no momento certo.
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