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E mais Facil Mudar a Estrutura de um Atomo

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Em algumas fases da vida precisamos acender o candeeiro do nosso ser, alternativa única para aclarar a estrada possível na busca do discernimento. Em alguns momentos, nos sentimos perdidos, confusos e desorientados. Parece que tudo o que fazia sentido em nossas vidas perde o significado que atribuíamos, pois percebemos que precisamos deixar para trás certezas e valores que não respondem mais às nossas questões.
Livro Fechamento de ciclo e renascimento.

As pessoas se colocam como se fossem os seus egos e deixam os seus egos demonstrarem quem elas não são

O óbvio só é óbvio para o olho preparado.

Perdido em meu eu, procuro o caminho, a voltar ao ser meu.

Representamos nosso papel até que o diretor nos tire do palco.

A guerra é bela para aqueles que não a viram.

A mente humana entende melhor o falso do que a verdadeiro.

Sentado na varanda admirando a chuva que começou a cair, Onde até parece que caem lentamente e eu pensando em uma pessoa, uma pessoa que está longe de mim.

Apesar da distância é da saudade, eu não sei o que aconteceu mas vendo essa chuva caindo me deparei com uma coisa muito estranha. A chuva que cai tem seu cheiro, e sem saber o que isso significava eu me perguntei. Como pode eu estar tão longe de quem amo e mesmo assim poder sentir seu cheiro .

Então surge uma voz em meu ouvido dizendo.
- amor sei que você está longe de mim mas hoje quebrei um vidro de perfume meu e joguei na chuva, só para ele evaporar e subir ao céus e virarem gotas de chuva e cair Onde você está, e assim você se lembrará que eu estou longe mas ao mesmo tempo tão perto de ti.

Nesse momento eu comecei a acreditar que para o amor não existe limites ou barreiras e sim determinação e vontade de estar junto .





De: Marcos Rodrigues.
Para: Aline Silva

Se só uma pessoa sabia e ela não sabe. Então ninguém sabe.

Tua voz é música, teus olhos poesia, teu sorriso pintura, você é meu livro favorito!

Discutir para que? Mantenha a serenidade. Quem acha que está com a razão dificilmente mudará de ideia, mesmo com todas as provas plausíveis.

Não é preciso contar sua felicidade, os olhos falam...

Não é necessário mostrar sua doçura, os lábios dizem...

Não é necessário dizer quem você é, seus gestos o revelam ...

Não são necessárias palavras, mas gestos e atitudes são sempre bem vindos...

Não há prova mais concreta da verdade do que ser sem precisar dizer o que se é, esse é o seu verdadeiro reflexo...

Não sei ser adulta. Meus pais acham que sou maluca.

O caminho certo é aquele que te leva até você.

Unicórnios? Era a única coisa que eu sempre quis.

Amei-te? Sim. Doidamente!
Amei-te com esse amor
Que traz vida e foi doente...

À beira de ti, as horas
Não eram horas: paravam.
E, longe de ti, o tempo
Era tempo, infelizmente...

Ai! esse amor que traz vida,
Cor, saúde... e foi doente!

Porém, voltavas e, então,
Os cardos davam camélias,
Os alecrins, açucenas,
As aves, brancos lilases,
E as ruas, todas morenas,
Eram tapetes de flores
Onde havia musgo, apenas...

E, enquanto subia a Lua,
Nas asas do vento brando,
O meu sangue ia passando
Da minha mão para a tua!

Por que te amei?
— Ninguém sabe
A causa daquele amor
Que traz vida e foi doente.

Talvez viesse da terra,
Quando a terra lembra a carne.
Talvez viesse da carne
Quando a carne lembra a alma!
Talvez viesse da noite
Quando a noite lembra o dia.

— Talvez viesse de mim.
E da minha poesia...

À volta de incerto fogo
Brincaram as minhas mãos.
... E foi a vida o seu jogo!

Julguei possuir estrelas
Só por vê-las.
Ai! Como estrelas andaram
Misteriosas e distantes
As almas que me encantaram
Por instantes!

Em ritmo discreto, brando,
Fui brincando, fui brincando
Com o amor, com a vaidade...

— E a que sentimentos vãos
Fiquei devendo talvez
A minha felicidade!

Para te amar ensaiei os meus lábios...
Deixei de pronunciar palavras duras.
Para te amar ensaiei os meus lábios!

Para tocar-te ensaiei os meus dedos...
Banhei-os na água límpida das fontes.
Para tocar-te ensaiei os meus dedos!

Para te ouvir ensaiei meus ouvidos!
Pus-me a escutar as vozes do silêncio...
Para te ouvir ensaiei meus ouvidos!

E a vida foi passando, foi passando...
E, à força de esperar a tua vinda,
De cada braço fiz mudo cipreste.

A vida foi passando, foi passando...
E nunca mais vieste!

Queria que todos vissem o quanto estou bem, assim, talvez, eu acreditasse!

O denuncismo desenfreado, estimulado e favorecido não mata o desejo de vingança de muitos moderninhos: denunciam para se vingar, ou trair, ou bandidagem mesmo.