E mais Facil Mudar a Estrutura de um Atomo

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Quem nesta vida não tem ou teve um segredo guardado no fundo do peito?
Segredo de um amor ou de uma grande paixão...
Segredo da alma, segredo do coração...
Segredo de uma paixão que corrói, que causa ansiedade, nos faz perder o chão e acelera o coração...
Segredo!
Como toda mulher, tenho meus medos, segredos e desejos... E vou dizer: meu segredo é você!

Não sei o que não gosto em você...
É complicado o que sinto, mas me faz um bem danado...Renova minha alegria, me deixa extasiada.
Você é um doce pecado que queria ter ao meu lado.

E todo tempo é tempo de mudarmos nossa vida para melhor...
Que cada um de nós possamos ser a renovação para um mundo novo.

E se o sol não aparecer, sorria!
Um dia agradável deve começar dentro de nós mesmos.
Amanheça, agradeça, aconteça!
Sorria e tenha um ótimo dia!

O tempo é um grande aliado da nossa vida...Ele tem pressa, parece voar...Controla cada segundo, nos marca, nos envelhece e quando chegamos ao fim da vida, simplesmente desaparece... Assim é o tempo!

Eu queria um dia estar sozinha com você...
Pra talvez dizer alguma coisa, ou dizer nada...
Pegar tua mão e deixar-te sentir o pulsar do meu coração...
Sentir teu toque...
Chegar bem perto...
Te abraçar, e simplesmente te dá um beijo.

Não carrego dor, não carrego solidão...
Carrego no peito um sentimento fugaz que alegra e faz acelerar as batidas do meu coração...
Não escolhi sentir o que sinto, foi tudo obra do destino...
De tanto sentir-me sozinha, apaixonei-me por este menino...
Menino de olhar carente, menino de boa feição...
Menino que me inspira versos e de saudade me enche o coração.


Saudade é um sentimento instantâneo que muito rapidamente nos atinge!
É um sentimento avassalador que causa dor no peito de quem chegou, de quem partiu, de quem não veio, de quem não mais voltará....As vezes dói e nos entristece, outras, nos alegra, nos faz sorrir e chorar, nos faz sentir o quanto é bom estarmos juntos... Faz e acontece dentro do coração. Não há ser no mundo que nunca tenha sentido uma dor no peito, uma tristeza na alma, um vazio, uma saudade.
♡Conceição Enes.
27/07/2016

⁠Em meio às trevas, mesmo que sejamos um pequeno foco de luz, podemos fazer muita diferença nas noites mais escuras.
Que o Senhor sempre nos ilimine com sua luz.
Bom dia!

⁠Que o difícil nunca seja um problema pra quem deseja vencer.

Ser quem realmente somos: este é um dos maiores desafios que enfrentamos diariamente.

​"Nenhum talento floresce sozinho; todo gênio teve um professor. O papel de quem ensina não é caminhar pelo aluno, é clarear o horizonte, entregar a bússola e apontar o norte. O mestre acende a luz; o aluno escolhe onde chegar."
— Ginho Peralta

⁠⁠Você é contra indicado!
Seu olhar tem lindos tons de poesia,
A cor de um profundo e perverso mistério,
Dois brilhantes lagos, que fujo mergulhar.
Não sei nadar.
🍷
Sua Boca, tem sabores mais quentes, ardentes,
Vem adoçado em caldas de tentação,
Que instiga em puros desejos,
Faz acelerar meu coração em frenesi
E viciar em seus Beijos.
🍷
Suas mãos têm o toque mais suave,
Forte e seguro, fonte de um delicioso calor febril,
Perdição em temores, que faz despir meus Pudores.
🍷
Quando te vejo, ouço cores, sinto sabores,
Esqueço o tempo e a voz da razão se cala,
Vem a vontade e a maldade e se instala,
Fico loucamente extasiada de paixão,
Vou me entregar a Você.

Não Me Conformo

Deve ser por isso que escrevo tanto.
Sou um ser que não se conforma,
mar que se agita e que descansa,
buscando coragem nas frestas do vento
para seguir navegando onde a alma pede.

O oceano sou eu, às vezes fúria, às vezes silêncio, ondas que guardam forças,
máscaras que caem como folhas cansadas,
revelando rostos frágeis no chão.

Fecho os olhos e tento não encarar a malícia
em sorrisos frios,
em olhares que ferem sem som,
o mundo parece um palco de teatro com sombras antigas, e eu, pequena, tento compreender devagar.

Até onde amar? Onde cabe o meu grito?
Sem exagero, sem falta , só o suficiente,
pra não passaar do ponto.
A vida é um roteiro marcado,
e sigo lendo suas linhas com cuidado.

Os monstros… são humanos escondidos,
amigos às vezes, outras vezes espelhos partidos.
Aperto minha intensidade com ternura,
e choro quando o peito precisa aliviar.

Mas tomo meu gole de coragem diária,
mesmo quando a armadura pesa demais pra usar,
mesmo quando machuca o que já estava sensível.
Ainda assim caminho, esperando gestos simples, pequenas delicadezas que o mundo deixa cair pelo caminho, como migalhas de pães.

Só tento continuar sem perder a esperança.
O simples me resgata a cada novo dia, o espontâneo me abraça forte, e a verdade da natureza sempre me deixa emocionada.
Sempre.

O silêncio é um lenço úmido no rosto,
um peso que escorre pela garganta,
como o inverno que se recusa a ir embora,
deixando os ossos doloridos.


A espera vira um copo vazio na mesa,
o barulho do nada ecoa nas paredes,
e os dedos, inquietos, desenham círculos
sobre a pele que já não lembra o teu toque.


O telefone dorme como um animal doente,
sem latidos, sem pulsação, sem calor,
e o coração aprende a bater devagar,
como quem conta os segundos de um adeus.


As horas se arrastam como remédio amargo,
cada minuto um grão de areia nos olhos,
e o peito guarda o frio das manhãs sem sol,
onde até a luz parece desbotada.


Quem diria que o vazio tem sabor de ferrugem,
que a ausência é um espinho na língua,
e que o amor, quando não responde,
vira uma cicatriz que nunca sara?


Mas um dia, talvez, o corpo desaprenda
essa dor que se aninha como gripe antiga,
e o silêncio deixe de ser uma casa vazia
onde só os ecos sabem o seu nome.

Passaria a eternidade na dança das nossas palavras, meu amor.
Tua poesia é sopro, um verso solto no vento,
um ritmo que meu peito aprendeu de cor.
Nossos silêncios são estrofes inteiras,
escritas na pele, em tinta de calor.


Os dedos traçam mapas de desejo,
cada toque, um nome novo pra paixão.
O tempo desfia-se em nosso abraço,
e o relógio vira pó, só resta o chão.


Dançamos em línguas desconhecidas,
o corpo inventa gramáticas de luz.
O espaço entre nós é um rio sem margens,
onde bebo teu nome e mergulho após.


A alquimia que acontece quando nossos
corpos se encontram, não tem verbo que explica, transforma o instante em eterno,
o ferro em flor.
Nossas bocas fundem metais raros,
cunhando moedas de grande valor.


Se o mundo acabar, ficará nossa fala,
o eco dos gestos, o sal do suor.
Passaria a eternidade nesse diálogo.
Quero te amar sempre e pra sempre,
e todos os dias.

Me perguntaram se ainda dói.


Não respondi na hora. Fiquei ali, por um instante, sentindo a pergunta atravessar um lugar que não tem nome. Meus olhos se encheram, como sempre acontece quando algo toca fundo demais.
Respirei. Não para me acalmar, mas para não desmoronar. E então, com uma sinceridade que pesa, eu disse: dói.
Acho que estou aprendendo a conviver com isso, embora conviver não seja exatamente a palavra. É mais como carregar. Às vezes mais leve, às vezes insuportável.
Quando a dor vem, eu paro. Fecho os olhos. Falo comigo em silêncio, como quem tenta se segurar por dentro. Digo que vai passar, digo que amanhã será diferente.
Eu digo, mesmo sabendo.
Porque há algo de cruel nisso tudo que não se resolve. Não passa. Apenas muda de lugar, de intensidade, de forma.
E ainda assim, eu continuo.
Sobrevivo a mais um dia.

Teus olhos são um segredo
que o tempo não desvenda,
um véu de sombra e luz
onde a alma fica suspensa.

De longe, são abismos,
noite sem lua ou estrelas,
mas de perto, claridade
que a meu poema inspira.

Não são negros, nem azuis,
nem cor que o mundo nomeia,
parece-me verdes em tons
que não existe em lugar nenhum.
Têm a cor do que se perde
e nunca mais se encontra,
são ecos de um silêncio.

Se a mágoa fosse visível,
teria esse olhar profundo,
um mar de ausência e desejo,
um céu sem chão, sem fundo.

E assim, entre sombras e luzes,
teus olhos me confundem:
ora são fogo, ora frio,
ora lembrança, ora esquecimento.

Mas se a mágoa tivesse cor,
seria da cor do teu olhar, amor
um mistério que não se decifra,
um verso que não tem fim.

O medo cresce na distância, mas a presença de Deus está a um centímetro do seu coração.

Faço vigília todas as noites,
presa à janela como uma condenada,
olhando um céu que nunca responde,
esperando que uma estrela caia
mas nenhuma tem coragem de despencar.


Meus sonhos são ilusões perdidas,
a esperança já apodreceu no leito.
Não sei se corro contra o tempo
ou se o tempo já riu de mim e partiu.
Os milagres? Covardes!
Dormem como deuses embriagados
enquanto eu grito no escuro.


Do quintal, vejo o firmamento,
e quando uma estrela ousa riscar a noite,
tenho apenas cinco míseros segundos
para vomitar um pedido desesperado.
Cinco segundos!
E depois?
O nada. O mesmo nada de sempre.


Fechei os olhos, menti para mim:
imaginei sonhos voltando à vida,
milagres despertando,
a esperança batendo à minha porta.
Mas era só delírio
a estrela caiu no mar
e afogou minha prece junto.


Agora, só me resta esperar,
presa à vigília de todos os dias,
olhando um céu de silêncio.
E eu, sozinha, amaldiçoo essa esperança,
essa mentira maldita que me mantém viva
apenas para perder mais tempo.