E mais Facil Mudar a Estrutura de um Atomo
Quando olho um idoso, não vejo uma pessoa com vários anos, mas sim, vários anos, histórias, conhecimentos e conselhos, em uma única pessoa.
Beijo de adeus.
Tua boca, flor incitante
De um lindo sorriso,
Eu beija-flor apaixonado,
No meu voou ágil e preciso,
Bati as asas, aflito,
Em busca do doce fluído
De minha vida, alimento.
Beijá-la seriam as estações
De todos os meus desejos.
Janeiro de sol do meu verão,
O desnudar do pleno outono,
O agasalhar do romântico inverno,
Primavera de amor em meu coração.
E, quando meus lábios
Encontraram os teus,
No primeiro beijo dado.
Jamais poderia imaginar
Que nos teus lábios rosados
O sabor do beijo encontrado,
Era prenuncio do adeus.
Como posso saber a melhor maneira de agir na vida? perguntou um discípulo ao mestre. O mestre pediu que construísse uma mesa. Quando a mesa estava quase pronta - bastando apenas cravar os pregos da parte de cima - , o mestre aproximou-se. O dicípulo cravava os pregos a três golpes precisos. Um prego porém, estava mais difícil, e o discípulo precisou dar mais um golpe. O quarto golpe enterrou o prego fundo demais, e a madeira foi atingida. _ Sua mão estava acostumada com três marteladas _ disse o mestre. Quando quarquer ação passa a ser governada pelo hábito, ela perde o seu sentido; e pode terminar causando danos. " Cada ação é uma ação, e só existe um segredo : Jamais deixe que um hábito comande seus movimentos " ( Paulo Coelho _ Makitub )
Talvez para que pudesse entender um pouco sobre o amor, se é que o amor é necessariamente entendido. Do meu lado direito, um papel rosa, delicado, com corações e o seu nome. Fiquei um tempo encarando esse papel, fiquei até mesmo, imaginando os motivos para que eu goste tanto de você, para que eu precise sentir tanto esse amor que anda me corroendo aos poucos.
Engano seu achar que vou te odiar. Tampouco te esquecer. Vou apenas guardar-te em um lugar bem escondido dentro do coração, para não ter que chorar toda vez que alguém falar de amor.
Ela era a última menina sozinha daquela cidade. Amelie, dezessete anos, filha de pais separados, um metro e sessenta e nove centímetros de drama, sorrisos e amores. Com cabelos na altura do seu ombro. E ela adorava se comparar a Capitu, a personagem de Machado de Assis.
Não tenho em mim a culpa por ser como Pompéia em erupção dentro do coração de um homem covarde. Sábios, entendem que o que vale no amor é o primeiro sentimento que se despertou dentro de um coração.
O Lobo da Estepe (no original, Der Steppenwolf) é um livro de Hermann Hesse, publicado em 1927. É considerado o melhor dos livros de Hesse, e um dos romances mais representativos do século XX.[1] No Brasil foi traduzido por Ivo Barroso e publicado pela Editora Record em 1993.
O livro conta a história de Harry Haller, um outsider, um misantropo de cinqüenta anos, alcoólatra e intelectualizado, angustiado e que não vê saída para sua tormentosa condição, autodenominando-se “lobo da estepe”. Mas alguns incidentes inesperados e fantásticos o conduzem lenta porém decisivamente ao despertar de seu longo sono: conhece Hermínia, Maria e o músico Pablo. E então a história se desenvolve de forma surpreendente.
eu recomendo.
Meu amor esta se acabando, resta apenas um gole de suco de morango pra mim esqueçer aquela pura doçura de saborear uma cor vermelha com o doçe do amor.
Amor, velho amor... Estás cheio das certezas alarmantes das juras, garantias de céu e de um eterno que existiu durante alguma manhã.
Podes matar-me com elas e com apenas uma sangrar-me em muitas partes. Posso todo sangrar.
Se não mentes, suas verdades são feias, murchas como a rosa que já estando morta ainda espera cair. Oxalá esta rosa conseguisse alcançar-me ainda enquanto acompanhada do seu perfume, logo quando fora recém pintada sendo tão atraente para mim como para as abelhas. Mas não conheço a tua primavera.
Ó amor, estas mesmas verdades, as mais puras verdades, não se despem pra mim, não repousam, nem se entregam. Ficam recolhidas ali, enfrentando os cantos de parede. Perturbadas de receios. Sem argumentos.
E sendo eu o teu hospedeiro, deus de incompreensível julgamento; traio a mim por sentir-me atraído para ti.
O que ainda não me tornei por tanto considerar-te?
Não me domino. Sigo enganado.
Resta-me tentar os dias, ignorante ao próximo momento em que vais sangrar-me.
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