E mais Facil Mudar a Estrutura de um Atomo
Olhe para dentro de si, com carinho com ternura, olhe mais longe mais adentro de sua essência, e perceba a pessoa magnifica que habita em cada individuo.
O mais belo poema e aquele cujas palavras saem puras de sentimentos, sem se prenderem em rimas vazias.
Saem direto do coração para o coração.
Eis que aquele brilho que acostumava aquecer o coração e gelava o abdome, retornou para mais uma vez me fazer sonhar acordado em suspiros. E com o brilho retornou também a sobra de um não, cheio de amor fraterno e amigo.
O que mais me preocupa quando sinto sua ausência não e tristeza que toma conta do meu ser.
Mas sim, o vazio que me deixa a falta do seu: olhar, sorriso e perfume.
Sem você me sinto incompleto.
Não deixe que o medo te impeça de evoluir. Ele vai te forçar a escolher sempre o que for mais cômodo.
Não permita. Saia da zona de conforto e explore seus sonhos com esperança e muita fé.
Percebi o tamanho da minha fé quando parei de sentir o a tua força, quando não mais sentia o teu amor. Quando me fechei para a luz da tua graça, o senhor sempre sabe o que faz e permites em nossas vidas.
Pois foi nesse momento que mais aprendi através da ausência de sentimentos, que a fé não é uma simples emoção que te impulsiona, trata-se de uma mistura de certeza com vontade, certeza que Deus está presente em todos os momentos principalmente naquele onde não o sentimos.
É a necessidade de busca-lo a todo momentos principalmente os mais tempestuosos, é a vontade de ser feliz em meio a tristezas e desilusões.
Entre a Solidão e a Incompreensão.
“Existem pessoas que não reclamam da solidão mais que aquelas que as criticam. Existem mais pessoas incompreendidas que solitárias.”
Há uma diferença sutil, porém decisiva, entre estar só e não ser compreendido.
A solidão pode ser um retiro voluntário da alma que busca silêncio para florescer. Já a incompreensão é um exílio imposto — um afastamento moral que nasce quando o coração fala uma linguagem que os outros não escutam.
Muitos temem a solidão porque confundem o recolhimento com abandono.
Entretanto, há espíritos que, mesmo isolados, irradiam presença e serenidade, enquanto outros, rodeados de vozes, sentem o peso do vazio interior.
A verdadeira solidão não está na ausência de corpos próximos, mas na ausência de almas que nos compreendam.
Psicologicamente, a incompreensão toca uma ferida ancestral: o desejo de sermos aceitos como somos.
Quando o ser percebe que sua maneira de sentir é distinta, que seus valores destoam da pressa e da superficialidade do mundo, ele se recolhe não por fuga, mas por proteção da própria sensibilidade.
É nesse silêncio que o autoconhecimento floresce, e a alma aprende a encontrar em Deus o eco que faltou nos homens.
A existência nos ensina que toda alma traz experiências múltiplas, provenientes de outras existências, o que explica a diferença de maturidade espiritual entre os seres.
Muitas vezes, quem hoje é incompreendido caminha alguns passos à frente, porque já compreendeu o que os outros ainda temem enxergar.
Por isso, a solidão, para o Espírito evoluído, deixa de ser dor e se transforma em laboratório de luz interior.
Título: O Espetáculo da Vida — Entre o Caos e a Beleza de Existir.
A vida, em sua essência mais pura, é um espetáculo que se desenrola diante de olhos muitas vezes distraídos. Não há ensaio, não há roteiro fixo somos, simultaneamente, os atores, os diretores e os expectadores da própria existência. “não estamos aqui por acaso”. Cada alma vem à Terra para aprender, reparar e crescer. Cada dor é uma lição embrulhada em silêncio; cada encontro, um fragmento de eternidade disfarçado em casualidade. O palco humano é o grande teatro da evolução espiritual, onde o sofrimento não é punição, mas oportunidade de luz.
A vida é uma travessia emocional, um espetáculo psicológico em que o maior desafio não é vencer os outros, mas reconciliar-se consigo mesmo. As cortinas do tempo se abrem todas as manhãs, convidando-nos a ser protagonistas conscientes e não meros figurantes do nosso próprio destino.
Ele lembraria que o verdadeiro sucesso não está em colecionar aplausos, mas em desenvolver a capacidade de ser autor da própria história, mesmo em meio às tempestades.
Em cada conflito interno, um eco das próprias ações anteriores um chamado para o perdão e para a cura que transcende os limites do corpo. O reflexo das janelas da memória, que precisam ser limpas para que o olhar volte a enxergar o sentido do agora. O espetáculo da vida é grandioso demais para ser reduzido ao material, e complexo demais para ser vivido sem consciência.
A alma humana, é como um artista que muda de cenário a cada acontecimento, aperfeiçoando seu papel até que aprenda a amar incondicionalmente. O maior palco da vida é a mente quando ela aprende a transformar o medo em aprendizado, o passado em sabedoria e a dor em compaixão e recuperável, o espetáculo atinge sua mais alta forma de beleza.
No fim, o espetáculo da vida não é sobre aplausos, nem sobre o término da peça. É sobre o despertar.
Sobre compreender que cada ato, mesmo os mais tristes, compõe a sinfonia perfeita da evolução.
“O espetáculo da vida é sublime quando o espectador aprende a ser também o autor da própria alma.”
“É a ti, ó Potência Suprema, qualquer que seja o nome que te deem, e por mais imperfeitamente que sejas compreendida; é a ti, fonte eterna da vida, da beleza, da harmonia, que se elevam nossas aspirações, nossa confiança, nosso amor...”
Na interação entre os mais jovens e os mais velhos, reside a essência da sabedoria e da renovação, onde o passado encontra o futuro e o presente se revela como a ponte entre as gerações.
O racismo é a manifestação mais cruel da ignorância humana, pois julga e condena sem conhecer a essência e a riqueza que cada indivíduo traz consigo, perpetuando injustiças e separações que nos afastam da verdadeira fraternidade e igualdade.
A consciência tranquila é o único escudo que jamais se quebra, pois mesmo diante do ataque mais feroz, ela permanece intacta, enquanto os argumentos de defesa, por mais elaborados que sejam, podem ruir sob o peso da verdade.
ALÉM DA DOR
Por mais densas que sejam as névoas que se interpõem entre ti e a claridade dos dias, lembra-te de que, além delas, a harmonia divina sustenta o universo em silencioso equilíbrio. Nada é desordem na Criação — o que parece caos é apenas parte de uma sinfonia que ainda não compreendes por inteiro.
As cores vivas da esperança e da alegria não nascem fora de ti: germinam primeiro no campo interior da alma. Aprende, pois, a vê-las em ti mesmo, e o mundo refletirá o brilho do teu olhar pacificado.
Não te detenhas nas sombras dos que te julgam ou te ferem. Preocupa-te, antes, em conservar o coração livre de ressentimentos, porque o rancor é a febre da alma que adoece o corpo e entorpece o espírito. O perdão, ao contrário, é a higiene moral que restaura o equilíbrio e reconstrói a saúde interior.
Quem ama verdadeiramente ultrapassa as fronteiras do ego, e encontra, no gesto simples de compreender, o segredo da serenidade. Se alguém não te estima, não te amargures: cada um projeta no outro o que ainda traz em si. Tu, porém, nasceste para aprender a amar — e o amor é a mais alta escola da evolução.
Não te iludas: a tarefa é árdua, mas profundamente libertadora. Cada vez que renuncias ao revide, uma nova luz se acende em ti. As vozes que te acusam hoje, amanhã se calarão diante da força silenciosa do bem que praticas.
Segue, pois, fazendo o bem sem interrogações. A dor é uma névoa passageira, mas o amor é o sol eterno que jamais se apaga.
Muita paz e que tua luz brilhe sem pressa, mas com verdade.
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