E cada vez que eu Fujo eu me Aproximo mais
Vamos voltar, fazer tudo de novo.
Mas dessa vez vamos fazer diferente, vamos evitar os olhares, as palavras. Vamos ser indiferentes.
Vamos conversar o básico e guardar os nossos segredos para nós mesmos.
Evitaremos nos abrir, contar nossas histórias, não vamos contar quais são as nossas músicas preferidas, nossos sonhos e nossos medos.
Não vamos trocar mensagens e nem falar que sentimos falta um do outro, não vamos elogiar os nossos sorrisos e nem o quanto nos agrada cada instante que passarmos juntos.
Vamos fingir a felicidade, omitir uma saudade e mil desculpas para não nos vermos.
Mentiremos, mentiremos todo e qualquer sentimento que venha a nos confundir e façamos de todos os nossos receios pretextos para as nossas fraquezas.
Não falaremos de signos e nem de suas categóricas lampanas de compatibilidade.
Não vamos nos iludir com palavras capazes de mudar todo um estado emocional e nem nos abraçaremos o bastante para não sentirmos vontade de nos soltar.
Que nossos beijos não sejam capazes de consumar sonhos perdidos no fundo da nossa alma e que nossos toques sejam frios e fáceis de descrever.
Não questionaremos nenhum propósito da vida, nada.
Vamos desejar passar as noites de frio sozinhos.
Não vamos nos admirar, elogiar cada qualidade e nem expor o que vimos em nossos olhos.
Vamos não desejar nos vermos a cada instante, vamos arrumar alguma distração que seja capaz de desviar todo e qualquer pensamento.
Sejamos previsíveis, comuns e depositaremos todas as nossas esperanças em um destino inventado.
Não vamos olhar para o céu, não vamos reparar nas estrelas e nem se encantar com a lua.
Quando acordarmos, não pensaremos eu em você e nem você em mim. Não vamos atrás um do outro e na verdade, não vamos nos dar bola.
Sejamos frios, insensíveis e que nada seja tão intenso.
Por fim, não vamos nos conhecer, vamos não desejar passar por nada disso e manteremos nossos sentimentos dentro de um velho baú, ao lado de nossos medos.
Sejamos tão falsos quanto tudo que aqui foi escrito, tão inexato quanto o plural dessas linhas e aceitaremos uma realidade que na verdade nunca vivemos...
Aquele que erra uma vez pode se considerar sábio, aquele que erra duas vezes pode se considerar inteligente. Mas aquele que erra três ou quatro vezes tem preguiça de pensar.
E dói toda vez que me lembro dele, é como se fosse uma ferida ainda aberta, um hematoma permanente. E mesmo que seja uma dor quase mortal, não consigo evitar minha mente de sempre remoer o passado. E me pego pensando em todo esse tempo longe dele, que me fez morrer aos poucos, perdendo o meu sentido, dia após dia. Pego aquela velha caixa de recordações e abro sobre a mesa, as fotos já perderam o brilho, e algumas coisas não fazem mais sentido. E diante disso, a dor me corrói novamente, em pensar que as memórias são tão vivas só para mim. Quando a vida faz suas surpresas, e leva as pessoas que amamos, o mundo fica sem cor, e não há substitutos ou tintas coloridas que possam resolver o problema. É quase como se a sua alma tivesse partido junto, levando a leveza do ritmo das batidas do seu coração. Algumas pessoas não entendem e nunca vão entender. Mas prefiro que seja assim, não me importo, é complexo demais para ser explicado. Mas, posso garantir, que nem tudo se refere ao passado, as vezes é só o meu jeito exagerado de usar as palavras.
A primeira vez que você me magoa, a culpa é sua. A segunda vez que você me magoa, a culpa pode ser das circunstâncias. A terceira vez que você me magoa, a culpa já terá sido minha.
Se tudo fosse perfeito,
não haveria graça alguma.
Ficaria monótono sempre sorrir,
é bom de vez em quando briguinhas.
Se as transformá-las em brigas construtivas.
De um antigo conto judaico:
Uma vez um judeu rico e religioso, mas avarento, foi visitado por um rabi. O visitante, com todas as atenções, levou-o à janela. “Olhe lá para fora”, disse ele. O rico olhou para a rua. “Que vê?”, perguntou o rabi. “Vejo homens, mulheres e crianças”, respondeu o rico. De novo e muito atenciosamente, o rabi levou-o até junto dum espelho. “Amigo, o que vê agora?” “Agora vejo-me a mim mesmo”, respondeu o rico. “Tome nota”, disse o rabi, “na janela há vidro e no espelho vidro há também, mas o vidro do espelho é prateado”. Uma lição se aprende: logo que o homem junta prata, ele deixa de ver os outros para só ver a si mesmo.[1]
Uma história judaica muito antiga, mas que pode traduzir a realidade de muitas pessoas cristãs, que se fecham diante das necessidades de seus semelhantes. Esse problema vem de longe; desde o século I, ouvimos a seguinte advertência: “Se alguém possui riquezas neste mundo e vê o irmão passando necessidade, mas fecha o coração diante dele, como pode estar nele o amor de Deus?” (1Jo 3,17). Uma camada de prata pode nos levar ao fechamento, tornando-nos individualistas, distante de Deus, das pessoas e de nós mesmos. O conto judaico é antigo, mas muito atual!
LENDA DOS SIOUX
Conta uma lenda dos índios sioux que, certa vez, Touro Bravo e Nuvem Azul chegaram de mãos dadas à tenda do velho feiticeiro da tribo e pediram: - Nós nos amamos e vamos nos casar. Mas nos amamos tanto que queremos um conselho que nos garanta que ficaremos sempre juntos, que nos assegure estar um ao lado do outro até a morte. Há algo que possamos fazer? E o velho, emocionado ao vê-los tão jovens, tão apaixonados e tão ansiosos por uma palavra, disse: - Há o que possa ser feito, ainda que sejam tarefas muito difíceis. Tu, Nuvem Azul, deves escalar o monte ao norte da aldeia apenas com uma rede, caçar o falcão mais vigoroso e trazê-lo aqui, com vida, até o terceiro dia depois da lua cheia. E tu, Touro Bravo, deves escalar a montanha do trono; lá em cima, encontrarás a mais brava de todas as águias. Somente com uma rede deverás apanhá-la, trazendo-a para mim viva! Os jovens se abraçaram com ternura e logo partiram para cumprir a missão. No dia estabelecido, na frente da tenda do feiticeiro, os dois esperavam com as aves. O velho tirou-as dos sacos e constatou que eram verdadeiramente formosos exemplares dos animais que ele tinha pedido. - E agora, o que faremos? Os jovens perguntaram. - Peguem as aves e amarrem uma à outra pelos pés com essas fitas de couro. Quando estiverem amarradas, soltem-nas para que voem livres. Eles fizeram o que lhes foi ordenado e soltaram os pássaros. A águia e o falcão tentaram voar, mas conseguiram apenas saltar pelo terreno. Minutos depois, irritadas pela impossibilidade do vôo, as aves arremessaram-se uma contra a outra, bicando-se até se machucar. Então o velho disse: - Jamais esqueçam do que estão vendo, esse é o meu conselho. Vocês são como a águia e o falcão. Se estiverem amarrados um ao outro, ainda que por amor, não só viverão arrastando-se, como também, cedo ou tarde, começarão a machucar um ao outro. Se quiserem que o amor entre vocês perdure, voem juntos, mas jamais amarrados.
Libere a pessoa que você ama para que ela possa voar com as próprias asas. Essa é uma verdade no casamento
e também nas relações familiares, de amizade e profissionais. Respeite o direito das pessoas de voar
rumo ao sonho delas. A lição principal é saber que somente livres as pessoas são capazes de amar!!!
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Aquilo que acontece uma vez pode ser que não aconteça de novo.
Mas aquilo que acontece duas vezes certamente acontecerá mais vezes.
"To parado no tempo vendo a vida passar, esperando a minha vez de ser feliz, cansei de correr atrás da felicidade porque sempre no final eu colhia mais uma frustração"
Me prova de uma vez por todas que você não tá pronto pra isso, corta de vez minhas esperanças que, por mais que eu não regue, insistem em permanecerem vivas.
Era uma vez um garoto que nasceu com uma doença que não tinha cura.
Tinha 17 anos e podia morrer a qualquer momento. Sempre viveu na casa de seus pais, sob o cuidado constante de sua mãe.
Um dia decidiu sair sozinho e, com a permissão da mãe, caminhou pela sua quadra, olhando as vitrines e as pessoas que passavam.
Ao passar por uma loja de discos, notou a presença de uma garota, mais ou menos da sua idade, que parecia ser feita de ternura e beleza. Foi amor a primeira vista.
Abriu a porta e entrou, sem olhar para mais nada que não a sua amada.
Aproximando-se timidamente, chegou ao balcão onde ela estava.
Quando o viu, ela deu-lhe um sorriso e perguntou se podia ajudá-lo em alguma coisa. Era o sorriso mais lindo que ele já havia visto, e a emoção foi tão forte que ele mal conseguiu dizer que queria comprar um CD.
Pegou o primeiro que encontrou, sem nem olhar de quem era, e disse
- "Esse aqui".
- "Quer que embrulhe para presente?" - perguntou a garota sorrindo ainda mais e ele só mexeu com a cabeça para dizer que sim. Ela saiu do balcão e voltou, pouco depois, com o CD muito bem embalado. Ele pegou o pacote e saiu, louco de vontade de ficar por ali, admirando aquela figura divina.
Daquele dia em diante, todos as tardes voltava a loja de discos e comprava um CD qualquer. Todas as vezes a garota deixava o balcão e voltava com um embrulho cada vez mais bem feito, que ele guardava no closet, sem nem abrir.
Ele estava apaixonado, mas tinha medo da reação dela, e assim, por mais que ela sempre o recebesse com um sorriso doce, não tinha coragem para convidá-la para sair e conversar. Comentou sobre isso com sua mãe e ela o incentivou, muito, a chamá-la para sair.
Um dia, ele se encheu de coragem e foi para a loja. Como todos os dias comprou outro CD e, como sempre, ela foi embrulhá-lo.
Quando ela não estava vendo, escondeu um papel com seu nome e telefone no balcão e saiu da loja correndo.
No dia seguinte o telefone tocou e a mãe do jovem atendeu.
Era a garota perguntando por ele. A mãe, desconsolada, nem perguntou quem era, começou a chorar e disse: "Então, você não sabe? Faleceu essa manhã".
Mais tarde, a mãe entrou no quarto do filho, para olhar suas roupas e ficou muito surpresa com a quantidade de CDs, todos embrulhados. Ficou curiosa e decidiu abrir um deles. Ao fazê-lo, viu cair um pequeno pedaço de papel, onde estava escrito: "Você é muito simpático, não quer me convidar para sair? Eu adoraria".
Emocionada, a mãe abriu outro CD e dele também caiu um papel que dizia o mesmo, e assim todos quantos ela abriu traziam uma mensagem de carinho e a esperança de conhecer aquele rapaz.
Assim é a vida: não espere demais para dizer a alguém especial aquilo que você sente. Diga-o já; amanhã pode ser muito tarde....
De vez em quando, é necessário se acomodar só um pouquinho num bom lugar, se calar da sua própria voz e de seus frequentes pensamentos para dar espaço a novas coisas. Às vezes, tudo o que é necessário, é libertar as asas de nossas almas.
Além de mim...
Gosto de vez em quando
Deixar o pensamento me levar
Me guiar a outras dimensões...
Pra sentir o que nunca toquei
Caminhar onde nunca pisei
Sentir o sabor do que nunca provei
Ter sensações fora da matéria
Sair de mim para ir além
INJÚRIA
O grito do Ipiranga está ficando abafado,
O povo heroico dando a vez ao difamador,
Que diariamente calunia o solo protetor
Tornando o céu antes límpido, nublado
O Gigante, é cada vez mais diminuído,
Insultado, ridicularizado, humilhado
À ele, todo grau de corrupção é atribuído
Como se fosse o único e real culpado
O corrupto, o infame, o vil
É o "político de brincadeira"
Que torna esta a sua carreira
Faz do seu mandato uma roubalheira
Desvia verbas, recheia a carteira
E nunca, nunca o meu amado Brasil!
Em vez de se desgastar com dúvidas e temores sobre o que poderá acontecer, foque no que você pode fazer para que aconteça.
O capitalismo é falho. Chegará um momento que esse esférico sistema se engolirá, uma vez que o acumulo não se distribui ele exclui.
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