E cada vez que eu Fujo eu me Aproximo mais

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O sol que uma vez e fez bem
Agora me queima como fogo
A noite que um dia me fez mal
Hoje , me parece muito mais atrativa

Do doce para o amargo
Do quente para o frio
De covarde a valente


Foi isso o que me tornei
No momento em que deixei
Meu demônio sair

Debater a existência ou a não existência de Deuses já não deve ser a questão, um vez que este debate está no campo da imaginação e das ideias cruas e mal fundamentadas desprovidas de objetividade. A questão proposta por nós "ATEUS" não é tentar provar que Deus não existe, pois já temos esta convicção. A principal proposta ateia é fazer reflexões que compreenda toda a existência, toda a historicidade e os princípios da natureza humana. Talvez como diversos filósofos e estudiosos já tenham afirmado, a religião ou a crença não fundamentada naquilo que se queira acreditar, seja realmente necessária para a vida de algumas pessoas. Talvez seja uma condição inata a psique humana, talvez não. Talvez a religiosidade seja como Dawkins alega, um vírus que infecta os seres humanos em seu primeiros estágios de vivencia. É evidente que a fé está e sempre estará contida na eminencia cultural e toda a sua dinâmica. É preciso acreditar-se em algo. Mas o que o ateísmo trás em sua essência, é que, mais fundamental que se acreditar simplesmente em algo é compreender e dar um sentido a este algo. É preciso entender como funciona o mundo e como se dá a sua dinâmica. Ter noção dos princípios da leis naturais que regem o universo e utiliza-la para o progresso e o desenvolvimento. Temos que compreender que há em evidencia uma forte tendência secular que nos conduz e nos supri com diversos tipos de conhecimento. Não se pode negar a diversidade do universo na questão material, cultural e idealística. O mundo é sim uma tremenda complexidade, mas temos total capacidade de ao menos poder compreende-lo de forma profana e temporal. O ateísmo apenas tenta mostrar para a visão fundamentalista religiosa que, por mais que queiramos negar, há uma real tendência evolucionista que se provou e se prova na vida secular da história da humanidade. E que essa tendência se refere a existência de todas as coisas neste nosso mundo. Religioso ou não é, de certa forma, obrigado pela razão a seguir a lógica objetiva da vida a qual nos dá sentido. Isto é o plano mais real e objetivo possível. Cada qual tem o direito de acreditar no que quiser acreditar, porém o problema é que quase sempre acabamos tornando verdade para si o que não se prova para o mundo. Ateu enxerga o mundo como ele é, e toma para si convicções ao menos pautadas na observação ou conhecimento adquirido sobre algo. Verdadeiros ateus conseguem compreender a vida no plano "real" da razão lógica. Compreendemos que a vida é uma dádiva misteriosa e intrigante, e que não podemos, jamais, possuir respostas para algumas questões. Teorias são aceitas ou refutadas a todo momento, assim é o que mostra a história do conhecimento científico ao longo do tempo. Mas são somente estas teorias (principalmente as aceitas) que nos embasam e podem nos dá a certeza de algo nesta vida. Este é o verdadeiro pensamento ateu.

Toda vez que você se dispuser a fazer algo para os outros que é extremamente necessário, lembre-se: Sempre se levantará uma corja que nunca fez nada, para te atrapalhar.

Era um estranho agora, mas ela tinha sido uma amiga uma vez, e isso foi suficiente para ele.

Nicholas Sparks
SPARKS, N. The Last Song. London: Hachette UK, 2009.

Era uma vez o País das Fadas. Ninguém sabia direito onde ficava, e muita gente (a maioria) até duvidava que ficasse em algum lugar. Mesmo quem não duvidava (e eram poucos) também não tinha a menor ideia de como fazer para chegar lá. Mas, entre esses poucos, corria a certeza que, se quisesse mesmo chegar lá, você dava um jeito e acabava chegando. Só uma coisa era fundamental (e dificílima): acreditar.
Era uma vez, também, nesse tempo (que nem tempo antigo, era, não; era tempo de agora, que nem o nosso), um homem que acreditava. Um homem comum, que lia jornais, via TV (e sentia medo, que nem a gente), era despedido, ficava duro (que nem a gente), tentava amar, não dava certo (que nem a gente). Em tudo, o homem era assim que nem a gente. Com aquela diferença enorme: era um homem que acreditava. Nada no bolso ou nas mãos, um dia ele resolveu sair em busca do País das Fadas. E saiu.
Aconteceram milhares de coisas que não tem espaço aqui pra contar. Coisas duras, tristes, perigosas, assustadoras, O homem seguia sempre em frente. Meio de saia-justa, porque tinham dito pra ele (uns amigos najas) que mesmo chegando ao País das Fadas elas podiam simplesmente não gostar dele. E continuar invisíveis (o que era o de menos), ou até fazer maldades horríveis com o pobre. Assustado, inseguro, sozinho, cada vez mais faminto e triste, o homem que acreditava continuava caminhando. Chorava às vezes, rezava sempre. Pensava em fadas o tempo todo. E sem ninguém saber, em segredo, cada vez mais: acreditava, acreditava.
Um dia, chegou à beira de um rio lamacento e furioso, de nenhuma beleza. Alguma coisa dentro dele disse que do outro lado daquele rio ficava o País das Fadas. Ele acreditou. Procurou inutilmente um barco, não havia: o único jeito era atravessar o rio a nado. Ele não era nenhum atleta (ao contrário), mas atravessou. Chegou à outra margem exausto, mas viu uma estradinha boba e sentiu que era por ali. Também acreditou. E foi caminhando pela estradinha boba, em direção àquilo em que acreditava.
Então parou. Tão cansado estava, sentou numa pedra. E era tão bonito lá que pensou em descansar um pouco, coitado. Sem querer, dormiu. Quando abriu os olhos — quem estava pousada na pedra ao lado dele? Uma fada, é claro. Uma fadinha mínima assim do tamanho de um dedo mindinho, com asinhas transparentes e tudo a que as fadinhas têm direito. Muito encabulado, ele quis explicar que não tinha trazido quase nada e foi tirando dos bolsos tudo que lhe restava: farelos de pão, restos de papel, moedinhas. Morto de vergonha colocou aquela miséria ao lado da fadinha.
De repente, uma porção de outras fadinhas e fadinhos (eles também existem, quer dizer fada macho) despencaram de todos os lados sobre os pobres presentes do homem que acreditava. Espantado, ele percebeu que todos estavam gostando muito: riam sem parar, jogavam farelos uns nos outros, rolavam as moedinhas, na maior zona. Ao toquezinho deles, tudo virava ouro. Depois de brincarem um tempão, falaram pra ele que tinham adorado os presentes. E, em troca, iam ensinar um caminho de volta bem fácil. Que podia voltar quando quisesse por aquele caminho de volta (que era também de ida) fácil, seguro, rápido. Além do mais, podia trazer junto outra pessoa: teriam muito prazer em receber alguém de que o homem que acreditava gostasse.
Era comum, que nem a gente. A única diferença é que ele era um Homem Que Acreditava.
De repente, o homem estava num barco que deslizava sob colunas enormes, esculpidas em pedras. Lindas colunas cheias de formas sobre o rio manso como um tapete mágico onde ia o barquinho no qual ele estava. Algumas fadinhas esvoaçavam em volta, brincando. Era tudo tão gostoso que ele dormiu. E acordou no mesmo lugar (o seu quarto) de onde tinha saído um dia. Era de manhã bem cedo. O homem que acreditava abriu todas as janelas para o dia azul brilhante. Respirou fundo, sorriu. Ficou pensando em quem poderia convidar para ir com ele ao País das Fadas. Alguém de que gostasse muito e também acreditasse. Sorriu ainda mais quando, sem esforço, lembrou de uma porção de gente. Esse convite agora está sempre nos olhos dele: quem acredita sabe encontrar. Não garanto que foi feliz para sempre, mas o sorriso dele era lindo quando pensou todas essas coisas — ah, disso eu não tenho a menor dúvida.

Caminhes sempre olhando para a frente em busca da vitória.
Mas vez por outra pare, olhe para trás e observes se não pisastes em alguém.

"Viver para agradar todos é como correr atrás das borboletas,vez ou outra conseguimos ter sucesso,mais geralmente só alcançamos o vento."

⁠TEMPO PRA SE AMAR


Era uma vez uma garota
Muito sensível e linda
Sobre a qual me apaixonei
E uma paixão infinda

Sempre ao entrar em sua casa
Sentia meu coração ardente
Pois era só olhar para o seu rosto
Que você sorria alegremente

Talvez você não entenda
O que eu quero lhe mostrar
Queria ter só um pouco de tempo
Pra poder te amar

Pra poder te ver
Pra poder te expor
Uma história linda
A nossa história de amor


ORIGINAL ESCRITO EM 06/04/1987

⁠Certa vez
estive tão triste
que me vi só
e pensei:
Todos meus amigos me deixaram...
A tristeza profunda
é como uma nuvem negra que cobre cada raio de sol do seu dia. Enfim;
Quando a tristeza passou
Vi que meus amigos todos estavam à minha volta
onde sempre estiveram
e que as pessoas que me deram costas na verdade nunca fizeram parte da minha vida.

⁠O caráter humano só pode ser avaliado quando viramos as costas, uma vez que coisas ruins nunca falam na nossa frente.

⁠Não se esqueça de se parabenizar de vez em quando, você merece.
Flávia Abib

⁠Da primeira vez que bateram no coração dela aconteceu de forma calma e tranquila, ela abriu a porta e, receosa, deixou ele entrar como quem diz:
"-Entra, tira os sapatos, a casa é nossa, cuide com amor." Ele ficou alguns dias e depois foi embora.

Da segunda vez ela deixou bater na porta por dias, abriu, confiou, e disse:
"-Entra, eu consegui arrumar tudo, cuida"

Dessa vez ela deixou a porta com uma fresta aberta e quando ela se virou, lá se foi ele novamente.

Ela disse que não iria tentar mais, mas sempre acreditou no amor, dessa vez ela não abriu a porta, deixou lá fechada por meses e ninguém bateu, em um dia qualquer ela decidiu abrir e ele entrou, cansada ela sentou no sofá e disse:
"-Fica dessa vez, não aguento mais te ver sair"

Ele ficou, arrumou toda a casa, cuidou de cada espaço que existia ali. Ela sorriu, sentiu firmeza na sua chegada, deu as partes do seu coração para ele montar. Ele as colocou na mesa e deixou aquele quebra cabeça quase pronto, quando ela viu que ele estava terminando e que estaria inteiro novamente, sorriu. Olhando na mesa, faltando um pedaço que ela não achou ali, escutou a porta cair com um chute. O som foi estrondoso, lá estava ele indo embora de novo, dessa vez com o último pedaço do seu coração no bolso.

⁠Seja sempre inquieto
e vez por outra paciente.

Bráulio Bessa
Poesia que transforma. Rio de Janeiro: Sextante, 2018.

Nota: Trecho do poema Sonhar.

...Mais

⁠Não é só criança que chora. "Gente grande" também precisa disso de vez em quando. Abrír nosso coração para nós mesmos, nos deixa mais leves. Infelizmente a sociedade dita que chorar é mostrar nossas fraquezas... Mas sinceramente não me importo com isso, pois com todo respeito, somos fracos mesmo. (Nossa força vem de Deus!) É preciso aceitar que precisamos recarregar para continuar, ou mesmo para recomeçar, e assim, sermos livres de verdade. Livres de paradigmas e dessa hipocrisia que escraviza. Quando tiver vontade de chorar, chore, esvazie-se, renove-se e verá o quão melhor você se sentirá. Não tenha vergonha de ser quem você realmente é.
Seja sincero consigo, Seja curado, e seja Feliz!

⁠Quem me dera ao menos uma vez, te amar até o fim da minha vida.

⁠Shakespeare uma vez disse:
“se a rosa tivesse outro nome, ainda assim teria o mesmo perfume.”
Então...
não importa o que digam nem o que façam a você jamais perda a pureza de sua essência.

Hoje ainda me pego a pensar entre a verdade e a conivência, uma vez que nem sempre as pessoas estão preparadas para ouvir a verdade.
Algumas pessoas necessitam enxergar com seus próprios olhos para acreditar.

Certa vez, vi um homem morto. Ele não parecia estar morto, fazia todas as coisas que um vivo faz. Trabalhava, ria, brincava, estudava...
Mas ele só estava vivo por fora, e isso era agonizante de se observar.

O mundo não é determinado pelas condições iniciais, de uma vez por todas. Todo evento de medição é potencialmente criativo e pode abrir novas possibilidades.

E se tudo está dando errado, recomece do zero. Tente uma, duas, três, ou melhor, tente infinitas vezes, até que tudo encontre equilíbrio. Se deu certo, ótimo! Mas só não esqueça de agradecer.