E cada vez que eu Fujo eu me Aproximo mais
Que as amizades brotem na essência das raízes mais profundas do coração.
A claridade dos afetos vem da firmeza e verdade do sentir.
Aeroportos já viram mais beijos sinceros que casamentos. Paredes de Hospitais já ouvirão preces mais honestas do que na igreja. A verdade absoluta das pessoas na maioria das vezes só aparece na hora da dor ou na ameça da perda. Portanto não deixe pra depois o que pode ser feito ou dito ágora!
Não poderias saber nada de mais absoluto sobre ela, a não ser ela própria.
Que a maneira mais absoluta de aceitar alguém ou alguma coisa seria justamente não falar, não perguntar - mas ver. Em silêncio.
“Tomar consciência daquilo que rouba a sua presença é o mais importante que você pode conhecer nesse momento”
Sri Prem Baba
Olá pessoas da minha vida...
Estou recomeçando... Nem sei mais por onde começar a escrever... Já faz tanto tempo que não deito minhas palavras no papel... (a não ser pra copiar a matéria da Faculdade!), mas eu vou tentar. Certo? Espero poder partilhar um pouquinho da minha vida com vocês.
Vou começar me apresentando... Sou Maria Rita de Souza Lopes Avelar, tenho 26 anos e muitas histórias pra contar.
Já passei por muito sufoco, já conquistei tantas coisas,
Já perdi amigos e amores, já conquistei corações e almas...
Já sorri pra não chorar e chorei de tanto rir.
Já perdi emprego e me desesperei...
Já entrei no novo emprego e odiei.
Já sonhei o impossível pra tentar realizar o possível, já tentei e falhei,
Já vi estrelas no céu e pensei em alguém... Já vi a chuva cair e chorei de saudades...
Já abracei uma árvore pensando em como é bom estar em contato com a natureza,
Já ajudei jovens a estudar pro vestibular, já escrevi um livro,
Já olhei pra alguém e pensei: "Agora eu vou casar!" e em pouco tempo descobri que eu não ía nem namorar...
Já pensei besteira a respeito de alguém e GRAÇAS A DEUS eu descobri que estava errada!
Já briguei com minha melhor amiga por achar que ela estava me deixando de lado e descobri que fui eu quem a deixou.
Já tentei colar na prova de matemática e me dei mal...
Já briguei com minha mãe por acreditar q eu tinha razão e depois descobri q era ELA quem tinha,
Já briguei com meu pai porque queria sair de casa pra morar com outra pessoa e não acreditei quando ele disse que eu estava fazendo besteira... E me arrependi.
Já saí correndo na chuva pra pedir que alguém não fosse embora...
Já chorei assistindo filme, e dei risada no meio de uma reunião seriíssima...
Já liguei o computador antes mesmo de acender a luz pra ver se tinha chegado aquele e-mail que eu estava esperando há dias...
Já comprei um monte de coisas que não precisava só porque estavam na promoção...
Já tive chilique no momento errado e fiquei quieta quanto era necessário ter falado...
Já fiz as unhas correndo pq tava atrasa e estraguei logo em seguida....
Já comi miojo por uma semana pq tava triste e sem vontade de cozinhar...
Já comi batata frita molhada no Sunday do MC Donald e adorei...
Enfim, já fiz tanta coisa que a única conclusão que eu cheguei foi: EU QUERO FAZER MUITO MAIS!!!!!!
A vida tem sido comparada a uma corrida, mas esta alusão se aperfeiçoa se observarmos que os mais rápidos normalmente são os menos obedientes e os mais prováveis de perderem a direção.
Reflexões calmas, inclusive as mais calmas, são melhores que as desesperadas.
A gente sempre sabe quando o fim está próximo. Quando já não é mais possível adiar. Quando a estrada já não permite que sigamos em frente. Nada além de um novo rumo, um novo capítulo da história. Já não é mais possível fazer curvas, retornos, nada mais nos prende ali. Não há mais argumentos que justifiquem a nossa permanência. A não ser o medo. O medo do novo. Do incerto. De tudo aquilo que tira a sensação de segurança do peito. De tudo aquilo que parece não ser firme o suficiente para que nós mergulhemos de cabeça. Todos que me veem me enxergam como a pessoa mais bem resolvida do mundo. A mais decidida. A que encoraja a todos, a que estimula a cada amigo ou conhecido a ir além dos seus próprios limites, sair da zona de conforto, não ter medo do escuro, do que ainda não se pode saber se vale a pena insistir, persistir ou desistir. Mas de perto, olhando assim, em zoom, eu não passo de mais um desses seres humanos meio perdidos, tentando saber qual é o seu lugar no mundo, por onde preciso ir para chegar onde quero ou se tomo meia dúzia de decisões irrevogáveis que mudarão o meu destino para sempre. Se você me perguntasse hoje, neste segundo, a queima roupa, o que me prende, eu diria – o medo. Em contrapartida, tenho tentado me aproximar cada vez mais de tudo aquilo que não me impede de bater asas. De voar. De ir além. Mas, ridiculamente, eu não saio do conforto e da segurança do chão. Eu não bato as tais asas que sinto prenderem, que sigo procurando espaço suficiente para abrir. Vivo a dualidade de um passarinho que sonha em conhecer o mundo, tem a porta da gaiola aberta, mas não se move. Não sai do lugar. Eu só não queria ter tanto medo. Queria que alguém me jurasse, me prometesse que tudo vai dar certo, que não vou me arrepender do próximo passo, que não preciso do que é mais cômodo e menos feliz, só por não ter certeza se a vida vai me sorrir de volta ou vai me receber com uma porta na cara e um aviso de – volte mais tarde. A gente sempre sabe quando o fim está próximo. Quando já não é mais possível adiar. Quando a estrada já não permite que sigamos mais em frente. É como aqueles jogos de videogame que a tela te empurra para frente e te obriga a enfrentar todos os vilões, todas as dificuldades que surgirem pelo caminho. Mas repito – tenho medo. Se você me perguntasse hoje, neste segundo, a queima roupa, o que me prende a este presente que já não me acelera o coração, não me faz feliz, não me faz bem, pelo contrário, me suga, me sufoca, me maltrata, me maldiz, me adoece, eu diria – a falta de coragem. Vivo a angustia de ser um passarinho com sonhos do tamanho do mundo, com a oportunidade de realizar, ao menos por ora, pequenos feitos, mas que não se move. Não sai do lugar. Por medo de que só a vontade de ser feliz não seja suficiente para ser.
O fim do lobo, do leão, do touro e do burro...
Não mais cairá sobre eles o doce maná...
Somos no sentido mais profundo, responsáveis por nós mesmos. Somos, como colocou Sartre, os autores de nós mesmos. Através do conjunto de nossas escolhas, nossas ações e nossa omissão em agir, acabamos por projetar a nós mesmos. Não podemos evitar essa responsabilidade, essa liberdade. Nas palavras de Sartre "Estamos condenados à liberdade"
“A diferença de quem está na luz e na escuridão é a seguinte: Quem está na luz, enxerga mais longe e dá mais passos à sua frente com rapidez para alcançar seu objetivo. Quem está na escuridão, não tem uma boa visão e dá passos com medo de cair no abismo e sempre está lento, dificultando a passagem de muitos.”
A estupidez é infinitamente mais fascinante do que a inteligência. A inteligência tem seus limites, a estupidez não.
Espinoza (XVII): a alegria é a passagem para um estado mais potente do próprio ser. No entanto, apenas na dor e no sofrimento superado, que nos ensina algo tão grandioso (CLARIANO DA SILVA, 2019).
Sou a criatura mais feliz do mundo. Talvez outras pessoas já o tenham dito antes, mas não com tanta justiça. Sou mais feliz até do que Jane; ela só sorri, eu rio.
E como fazer o tempo voltar atrás quando o que se vive é mais real que o passado?
Quero voltar mesmo que tenha sido tudo uma ilusão...
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