E cada vez que eu Fujo eu me Aproximo mais

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⁠Quando tua alma se tornar um lugar de dor e angústia, lembre-se: Não é sobre o motivo. É sobre você.
Sei que é difícil, leva tempo, mas uma hora as densa noites da alma passam, o sol da vida brilha e quiçá, chuvas de felicidades, valores e amor sejam o começo de uma grande colheita.

F.Fidelis
Filosofia de fim de tarde

Inserida por f_fidelis

Quantas vezes ao dia
A gente vê coisas
Que antes não via?
E que porém, nem de longe
São aquilo que se esperava
e quanto mais a gente reza
Mais a Santa fica brava
Quantas vezes nessa Estrada
Eu tenho que me conformar
Em ver malogrados os meus planos
Quantos enganos haverão de haver
Pra finalmente eu me confortar
com coisa alguma?
Quando é que eu vou
lavar a alma
Antes de ver perder a calma
Quanta calma é preciso ter
Quantos traumas eu vou viver
Será que a gente
Se acostuma?
Não tenho nada
Eu vou sair
Pra buscar uma
Em suma:
O tempo passa
Nada se apruma
E não há nada que eu faça
Que me ajude a finalmente
ver os ponteiros se ajustarem
Tem horas que desejo
Simplesmente que eles parem
A gente vive
E esta vida não se arruma
haja fleuma
Pra enfrentar tanta celeuma
A verdade é só uma
Essa cidade
é feita de espuma
Duma hora pra outra
Pode não haver a outra
e não restar
Coisa nenhuma.

Inserida por edsonricardopaiva

O Vento soprava
E a folha caiu
lá do alto da galha
Parou num telhado
Enroscado numa telha
No resto da Ilha
O povo trabalha
Máquina debulha milho
O Rastelo ajunta a palha
Que o vento espalhava
Estudam as filhas
Malhava o martelo
a folha farfalha
Voa um pouco
Entope a calha
Atrapalha o escoamento
de toda produção nacional
E as coisas fogem ao normal
Agora, há de faltar feijão
Açafrão, limão, manjericão
doce de mamão e trigo pro pão
O comércio falha
O povo olha as prateleiras
Vê que as coisas
Sairam dos trilhos
Não tem pilha
Toalha de banho
Comida pros filhos
Colírio pros olhos
Coalhada pros velhos
Faltaram até
As migalhas pras gralhas
Que vão vasculhar
Justamente na calha
e palmilham a folha
Escoa o entulho
E tudo volta aos trilhos
Prossegue a batalha.

Inserida por edsonricardopaiva

Faz um tempo
Que não sei o que é chorar
vou tentando então
sublimar as lágrimas
que não me vem
Não convém-me
convencer-te
a sentir comigo a dor
Tenho medo
de tentar fazer a projeção
COMPOR UM ROCK'N ROLL
ao violão
e cantar um samba enredo
Vou vivendo assim
a vida à toa
espero então
que tudo isso
pelo menos
doa em sua alma
perturbe com profundidade
cause trauma
Que caiba na palma da mão
Meu amigo
meu irmão
da distancia
eu te envio esta canção
pra chorar
ao violão.

Inserida por edsonricardopaiva

Às vezes quero ver o Sol à noite
E olho as Estrelas,
que são Sóis distantes
Enxergo hoje as coisas
Como não as via antes
Hoje não adianta mais
Saber o que devia ter descoberto
No tempo em que nasciam flores
Onde hoje tudo é deserto
Eu, que desejava tanto a Guerra
Enquanto vivia em paz
As vicissitudes desejadas
Foram tão rudes
Quanto inesperadas
E hoje eu olho as coisas
Tão distântes e digo
Faz um tempo
Tanto tempo, Meu amigo
Que queria desviar-me
Dos caminhos que hoje sigo
Aprendi a caminhar
Conheci os segredos dos Mares
E dos Nós de Marinheiro
Esta noite eu enfrentei
Uma tempestade atróz
Querendo encontrar o caminho
que me conduzisse de volta
À ilha dos Girassóis
Uma fada dança em minha mão
Tenho esperança, ainda
De que tudo mude
E que o vento sopre em direção
Ao final deste Mar
Que não finda
E caminhar finalmente pela praia
Ao final de uma tarde linda
Antes que a vida se esvaia
Consumida pelo tempo
Tanto tempo
Meu amigo.

Inserida por edsonricardopaiva

Se o tempo for meu amigo, que ele pare exatamente nos momentos em que estarei com você.

Inserida por fabricio_hermanos

⁠Saudade é uma ponte entre o hoje e o amanhã...

Inserida por PoetaFernandoMatos

⁠Cofirmo as palavra minhas que são verdadeiras sobre sua beleza, sei porque ela me enfeitiçou, e agora não sei mais quem sou, se amo sua sensualidade, ou sua capacidade de me fazer a ti me entregar, ao mesmo tempo é tão singela, e confirmo que não a como escapar mais desse seu olhar, então me declaro com toda minha sensatez que não conseguirei mais deixar de desejar você

Inserida por JoseaNascimento

⁠Um mundo de cegos só é criado quando não somos capazes de curar a cegueira da razão!

Inserida por AdrianoAlmeidaB

⁠Toda história tem ao menos dois lados. Seu e meu. Nosso e deles. Dele e dela. Ou seja, alguém sempre está mentindo.

Dele e Dela (série)
1ª temporada, episódio 1.
Inserida por pensador

⁠Todos nos escondemos atrás da versão que apresentamos ao mundo. Mas as pessoas não mudam. Não de verdade. Não por dentro.

Dele e Dela (série)
1ª temporada, episódio 3.
Inserida por pensador

⁠Hoje, se você não contar a sua história, outro vai.

Dele e Dela (série)
1ª temporada, episódio 4.
Inserida por pensador

⁠Ame meus netinhos como amei você. Ensine o valor do trabalho duro e do planejamento. Prepare-os para uma vida feia e também bonita. Imprevisível. Sempre mudando. Exceto por uma coisa. Mostre que o amor de mãe nunca se apaga, nunca enfraquece. É constante. Contínuo. Persistente.

Dele e Dela (série)
1ª temporada, episódio 6.
Inserida por pensador

⁠William Contraponto: 20 anos de Colaboração Com o Pensamento Crítico e Livre.

William Contraponto é poeta-filósofo, escritor e ensaísta, conhecido por uma produção literária marcada por densidade reflexiva, crítica social e existencialismo. Ateu e humanista, constrói seus versos como espelhos desconfortáveis, que questionam certezas e provocam inquietações. Ao longo de sua trajetória, atua também como articulista e cronista, escrevendo para veículos de comunicação impressos e digitais há pelo menos 20 anos, abordando temas que vão da literatura à filosofia, do comportamento à análise política.

Contraponto transita entre a poesia e o pensamento ensaístico, recusando dogmas e abraçando a liberdade de expressão como fundamento de sua arte. Suas obras circulam em países de língua portuguesa e espanhola, algumas traduzidas, conquistando leitores que se reconhecem no tom crítico e lúcido de sua escrita. Mais do que oferecer respostas, William Contraponto se propõe a cultivar perguntas — e a devolver ao leitor o direito de pensar por si.

Inserida por GabrieldaLuz

DEIXE SEU RECADO

Lembra quando agente se casou
Festejando tanto amor
Em pouco tempo você mudou
É, eu acho que agora tudo acabou
Eu tentei de tudo, mas não adiantou.
É uma pena acabar assim
Nunca imaginei o fim
Tanto que eu te amei
E você me deixou por outro alguém
Mas tudo bem,
Agora fiquei sabendo que ele te largou
Ouvi falar que você chorou
Pedindo-me pra voltar
Pedindo pra perdoar
O erro foi seu
Bay Bay me perdeu

No meio da noite você
Lembra meu nome
Sabe o meu telefone
Mas não pode ligar
Se você ligar
A caixa-postal vai te responder
Deixe seu recado
Porque o celular está ocupado

Inserida por PoetaAntonioLuis

SOU NADA SEM DEUS

Ninguém funciona sem Deus #11;
só ele realiza os sonhos meus,
Deles nunca vou desistir
todo dia oro e peço a Jesus cuida da minha vida e conduz
Esses sonhos que eu tenho aqui

Se entregue aceita a Jesus
Só vive a verdade alegria e luz,#11;
Ele te transformar ele te quer
Ele te aceita se você quiser
basta usar a fé.#11;
basta usar a fé.#11;#11;

Sou nada sem Deus #11;
sou apenas um grão #11;
em meio a multidão,
Sou o pó da terra
Por isso poço chamar
Em te vou confiar
Sei que ele nunca erra
Só existe uma janela
Que conduz a vida eterna
Conheça esse caminho
Que é o nosso Jesus
Que não me andar sozinho.#11;#11;

Compositor Antonio Luis
Voz e violão Nelsinho

Inserida por PoetaAntonioLuis

⁠Carlos do Carmo

Adeus cantor de trovas de Lisboa, da liberdade de Abril!
Cantavas lindo! Sim foste o do jardim de Lisboa lírio!
Como Camões cantou Portugal, no azul e imenso mar,
Tu por menos, não ficaste no teu valoroso cantar!


Teus "putos" continuam a saltar e a brincar em Lisboa!
A "gaivota" no céu no bairro, da cidade ainda voa!
Só tu não estás mais entre nós! Com tua canção!
Para sempre estás em nosso recordar e nosso coração!


Vais à terra de além, deixando tua saudade, por cá!
Já se ouve no país, o teu cantar e Portugal a chorar!
Por ti choram os que no canto, tu mesmo os lançaste!


Teus filhos, teus netos recordam o amor com que os amaste!
Tua esposa sempre amiga, chora porque já a vieste deixar!
Adeus Carlos do Carmo, que já foste para outro lado! O de Lá!

Inserida por Helder-DUARTE

⁠Entre pontos e vírgulas um texto vai crescendo e entre vírgulas e pontos um relacionamento vai acabando.

Inserida por Colicigno

Se não fosse o preto e branco, o colorido jamais teria seu valor.

Inserida por Phelliperamon

⁠A sociedade faz do seu "dolce far niente" ao mesmo tempo sua filosofia e sua fé.

Inserida por DomMuniz01