E cada vez que eu Fujo eu me Aproximo mais

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Nunca se preocupe com números. Ajude uma pessoa de cada vez, e sempre comece pela mais próxima de você.

Quando um homem melhora, torna-se cada vez mais capaz de perceber o mal que ainda existe dentro de si. Quando um homem piora, torna-se cada vez menos capaz de captar a própria maldade. Um homem moderadamente mau sabe que não é muito bom; um homem completamente mau acha que está coberto de razão. Nós sabemos disso intuitivamente. Entendemos o sono quando estamos acordados, não quando adormecidos. Percebemos os erros de aritmética quando nossa mente está funcionando direito, não no momento em que os cometemos. Compreendemos a natureza da embriaguez quando estamos sóbrios, não quando bêbados. As pessoas boas conhecem tanto o bem quanto o mal; as pessoas más não conhecem nenhum dos dois.

SOBRE O TEMPO QUE NOS ENGOLE


O tempo está passando cada vez mais veloz.
Tão veloz que, às vezes, parece que não sou eu quem vive a vida,
mas a vida que corre por cima de mim.
E nesse atropelo, eu fico tentando me ajustar,
tentando caber em dias que ficaram pequenos demais
para tudo o que sinto, tudo o que sou, tudo o que esperam.


A gente cresce acreditando que precisa acompanhar o mundo,
mas ninguém fala que o mundo também corre em cima da gente.
Ele pede pressa, maturidade, força, constância
como se nossos medos tivessem prazo,
como se nossas fraquezas fossem proibidas.


E quando eu tento respirar,
eu percebo que estou sempre no meio dessa cobrança silenciosa:
de um lado, o que eu espero do mundo;
do outro, o que o mundo espera de mim.
E é engraçado, ou triste, ou só humano
como eu me perco nesse intervalo.


Porque enquanto eu espero acolhimento,
o mundo espera desempenho.
Enquanto eu quero tempo,
o mundo exige resposta.
Enquanto eu só peço um respiro,
o mundo abre um cronômetro invisível
e me lembra que estou atrasada até para existir.


E eu não sei quem inventou essa pressa,
essa obrigação de dar conta, de sorrir, de continuar,
como se ninguém estivesse desmoronando por dentro.
Mas eu sinto, todos os dias
que estou tentando acompanhar algo que não espera por ninguém.


O tempo corre.
O mundo cobra.
E eu… eu faço o que posso.
Às vezes menos do que gostaria,
às vezes mais do que consigo.


Mas sigo.
Mesmo nesse turbilhão em que o relógio nunca para,
e eu tento me encontrar
num mundo que corre mais rápido do que o meu coração aguenta.

Cada vez mais objetivo
Pra que minhas irmãs deixem de ser objeto

Venho pensando cada vez mais que deverei ser sempre um caminhante solitário da natureza. Meu Deus, como a trilha me atrai. Você não pode compreender esse incansável fascínio. Ao cabo de tudo, a trilha solitária é o melhor. [...] Jamais deixarei de vaguear. E quando chegar o momento de morrer, encontrarei o lugar mais selvagem, mais solitário, mais desolado que exista.

Estou aprendendo a apreciar cada vez mais esse tal de tempo, pavor de alguns e aliado indiscutível de outros. O tempo é soberano, irredutível, democrático. Fala, mostra, oferece, retira, instrui, aprimora, seleciona. Ele está sempre por perto, sutil, passando aqui e ali, modificando formas, cores, situações, pessoas. Trabalha silencioso, levando embora o ímpeto, o viço, “aquele” momento, a glória de outros tempos, mas deixa ao alcance dos que se dispuserem a buscar, o conforto da experiência, da sabedoria, da cautela, do auto conhecimento. Pacientemente
ele tenta nos mostrar que os momentos são únicos, que a vida é passagem, que nada nos pertence. Que ninguém é tão insignificante ou tão importante quanto supomos. De uma maneira ou de outra, o tempo acaba sendo o nosso (severo) mestre.
Por vezes, duramente, ele nos retira coisas valiosas para nos fazer simplesmente enxergá-las. Impõe limites, forçando-nos a viver no presente. Noutras, generosamente, nos compensa com oportunidades inúmeras de superação, crescimento e reciclagem, dando-nos espaço e condições para reavaliar (pré) conceitos e valores, de alterar rotas, fazer novas escolhas e até de compensar a leviana juventude. Para os que percebem (e aceitam) a impermanência, surge o desafio, a mudança, novos (e talvez maravilhosos) momentos e finalmente a adaptação, o aprimoramento, a renovação. Um tempo para viver de forma seletiva, em outra velocidade. Um tempo de se vestir de si mesmo. De se ver singular. Um tempo em que o instante vivido basta. Para aqueles que rejeitam a passagem resta a estagnação, o desconforto de um corpo que muda, de uma cortina que se fecha, de uma história que virou antiga.

Você malha, toma veneno, faz a DESGRAÇA toda para comer alguém.

Quando você menos espera, a natureza tem maneiras astutas de descobrir nossos pontos fracos.

O sentido do fluir do rio não é que todas as coisas mudam para que não as encontremos duas vezes, mas que algumas coisas permanecem as mesmas apenas por mudar.

Como você vive a sua vida é da sua conta. Só se lembre: nossos corações e nossos corpos nos são dados uma única vez.

Você já está bem velho para não aceitar as pessoas como elas são.

Você é muito inteligente para não saber o quão raro, o quão especial, foi o que vocês dois tiveram.

Você é a única pessoa que eu voaria 5 mil km pra ver!

Eu quero você, e a ideia de que outra pessoa possa possuir você é como uma faca perfurando minha alma negra.

Eu envolvo meus braços ao redor do corpo, me abraçando com força, me segurando. Sinto falta dele. Eu realmente sinto falta dele... Eu o amo. É simples assim.

Ele pega a minha mão e me puxa para um abraço, que eu aceito de bom grado, meu lugar favorito no mundo inteiro.

Eu me aproximo das pessoas como um ladrão que se aproxima de um cofre, os dedos limados, aguçados, para descobrir, tateantes, o segredo.

Ela é linda, encantadora...
Ela faz meu coração acelerar quando me aproximo dela.
Quando eu a olho, seus olhos estão brilhando.
Ela está sempre me procurando e sempre sorrindo.
Ela é tão fofa!
Até ontem eu nem sabia o nome dela, nem ela o meu, mas mesmo assim ja tinhamos nos aproximado bastante nas últimas semanas.
Pensar nela me dá forças pra encarar essa rotina, e tudo o que quero é que logo chegue a noite pra mim poder ver ela!
É... eu estou me envolvendo, estou me apaixonando...E essa paixão não parece ser fraca não!
Oh meu Deus!
Mas eu vou fazer como em uma montanha russa: Fecho os olhos e embarco nessa loucura e seja o que Deus quizer!

Eu penso que todo mundo esconde quem realmente é, quando no fundo, estamos todos igualmente ferrados. Alguns de nós só são melhores em esconder isso do que outros.

Eu adoro quando o céu noturno faz eu me sentir insignificante.