E cada vez que eu Fujo eu me Aproximo mais
Pare, pense e se questione, o que estou fazendo com minha vida? Será que a vida que eu vivo é minha mesmo? Ou vivo frustado!
Você sempre soube que eu não fazia o tipo descolado. E eu pensei que você me deixaria por eu ficar quieto na minha, acanhado na sala de aula, vivendo no meu próprio mundinho. Eu pensei que você me deixaria por ser o tipo nerd, ou melhor, CDF. Por ser o tipo que não liga para o que os outros vão pensar, e que faz as coisas sem se importar com ninguém. Você também não era a melhor das causas, não era o tipo mamãe-sou-popular, mas tinha pose de tal. A gente não era o casal exemplo. A gente não era o tipo que ia ganhar como o melhor casal do baile de formatura. Mas a gente era um casal, e isso bastava. E eu pensei que você iria me deixar por eu ser desligado de tudo, por eu não perceber coisas simples, como quando você pintava o cabelo, ou cortava uma franja. Nem mesmo quando você comprava roupas novas. Eu não percebia. Mas você sabe que eu era a única pessoa que dizia que você estava bonita todos os dias, mesmo não percebendo os detalhes. E você sabia que era real. Verdadeiro. Juro que pensei que você iria me deixar de lado, quando apareci naquela festa, com uma roupa brega, estilo “sou estranho”. E você me surpreendeu falando que achou bonitinho, e me deu um beijo no rosto e viu que o meu sorriso apareceu. Acho que o meu sorriso era você. Você podia ter me deixado quando viu que eu morava em uma casinha simples, humilde, sem muitas coisas, mas não, você só disse “onde é que fica a sua cama?”. Você foi quem fez o meu jeito, minhas manias e defeitos, se tornarem significativos. E eu me amei tanto, mas tanto, que percebi que você fazia eu me amar. E percebi também, meio sem jeito, que era você quem eu amava. Que era você quem eu precisava. Mas aí, você foi embora, como todos os outros. E eu lembro, que naquele dia, sentei na minha cama, segurei o travesseiro forte, e chorei me perguntando “Por que é que todos sempre tem que ir embora?”. Eu percebi, que você não havia me deixado antes, mesmo com todos os meus defeitos e jeitos complexos, porque eu te amava. Porque eu era o tipo que fazia de uma única pessoa, um mundo próprio. Deve ter sido exatamente por isso, porque você percebeu que eu era o melhor, mas não o que você precisava. Você foi procurar alguém que mude você, não quem você precise mudar. Você foi embora sendo quem você sempre foi. E eu fiquei aqui, sendo o melhor que eu poderia ser.
Você não perguntou como foi o meu dia, mas eu queria te contar mesmo assim. Não foi tão diferente dos outros dias, é verdade. Sei que não sou uma pessoa muito interessante, que sempre vai ter assunto em cima de assunto. Sou meio rotineiro, sem graça, mal feito. Eu sei. Mas em meio as pessoas vazias que encontrei hoje, percebi que eu, eu estava cheio de você. Não um cheio da forma estúpida da coisa, era um cheio de vontade, desejo, saudade. Umas três vezes eu quis estar com você. Tudo bem, foram umas cinco. Eu disse que não gostava daquele seu cantor favorito, mas me peguei ouvindo uma musica, só para lembrar de você, só para te trazer pra perto. Porque, você sabe, que estava longe. De mim, do meu cheiro, de nós. Segui em frente, continuei meus afazeres diários, minhas sentenças da vida. Vi um casal na rua, enquanto voltava pra casa, um deles falava: Você não tem medo de nada? E o outro respondeu: Tenho, de cobras. Eu não me contive, e respondi também, na minha mente, pensando em você: Tenho, de te perder. Cheguei no meu quarto, e não te vi na minha cama, já era esperado, sonhos são sonhos. Que eu sempre tenho esperanças de se realizar. Quis te buscar, quis te ter, quis chorar, quis você. Mas você sabe, era só mais um dia qualquer, como os demais. Você não perguntou como foi o meu dia, mas eu quis te contar mesmo assim.
Eu não sei escrever sobre você. É difícil, complicado e complexo. Por que você é sempre o verbo da frase, aquele que dá sentido a todo o resto. A icógnita da conta matemática, que não deixa somar, nem subtrair. Está lá, sempre atrasando minha vida, deixando a nossa relação em meio termo. E nunca faz nada para recupera-lá. Só espera atitudes de mim, não corre atrás e nem se importa tanto quanto eu. E o pior é que você, assim, com esse teu jeito todo errado, torto e bagunçado, consegue me arrancar sorrisos quando eu menos espero, quando não é o momento certo. E repito: Eu não sei escrever sobre você. Mas eu tento, eu sempre tento. Por que no final, você sempre dá um jeito de fazer valer a pena.
A vida é muito curta para eu me importar com o que os outros pensam ou deixam de pensar sobre mim. Eu sou mais eu sempre, mas de uma coisa eu tenho certeza: eu faço a diferença.
Não entendo porque as pessoas se acham no direito de julgar alguém, você erra, eu erro, somos humanos!
Talvez eu admire os concretizados malfeitores da história:
''A visão de grande parte da humanidade.''
Ao menos eles tiveram a ousadia de usar a mente.
Os seres humanos não vos conheço. Conheço a mim de todas as formas e facetas no amago do eu, sem esteriótipos ou quaisquer ética social responsável por analisar sistematicamente a falha do ser, tão dono da verdade quanto o pai da mentira. Eu sim sou só, um, dois, três... Eu personifico a mim dou qualquer menção ao eu. Sou eu lirico no mais poético humano, ou qualquer coisa e tal que convenha a um social, não vou rotular aqueles,quando é tão fácil ser eu. Eu sim sou amante do amor, não platônico, utópico, maculado... Amante de tudo que vale a pena ser amado, não o antes ou depois, apenas você que se dispõe no presente dar expediente ao mero prazer de ler.
FIM DO DIA
(Fábio André Malko)
Um eu estraçalhado das batalhas
Se joga no sofá ao fim da tarde
Na TV, os insultos dos canalhas
Um cálice de vinho vai acalmar-te
As lutas do dia foram intensas
E pensar que nesse mundo lá fora
Pessoas viveram amáveis ou violentas
Lutando pelo sustento a toda hora
Só hoje, quantas pessoas nasceram?
E morreram? Talvez injustamente
Quantos pais em vão pereceram
Buscando o pão da prole falante
Esse mundo é mesmo muito ingrato
Cobra em suor e preocupações
O olhos, às vezes, refletem o retrato
De quem ficou seco, sem paixões
O dia encerra-se com nostalgia
Renovando pra amanhã as esperanças
Pois quem delas não sente a magia
Não terá forças nas novas andanças
Eu tenho um coração & não tenho medo de me expressar.
Tolos aqueles que me acham ( meloso ) e nem isto tem para se gabar.
São incapazes de sentir, meros iludidos da vida!
Acham que amar é beijar alguém por 5 anos da vida e chamar de amor. rs'
Cuidar de alguém todo mundo cuida, é instinto, até o ser mais primitivo tem esta capacidade.
Quero ver ser humilde o suficiente para admitir seus defeitos, na pior das situações levantar a cabeça e sonhar por um futuro melhor, ser invisível para todos e visível para uma só pessoa.
Não depender de esperanças, nem de ninguém, apenas de seus objetivos e como os completa a cada dia que passa.
Se de grão em grão a galinha enche o bico, to chegando lá! HAHA'
Sou simples por aparência, enxerga meu potencial aquele que merece!
Não sou dono da verdade, nem de quem deva me ouvir, não tenho recursos 'ainda' para provar, nem sou o ditador do amor, apenas um pensador. :} 'com verdades e tudo mais.' rs'
O Que Encanta...
Eu sentia o frio tocar na pele...
Mas tinha que resistir...
Pois o tempo..o tempo...morre...nos mata a cada segundo...
Andavamos juntos e as mão tocavam de vez em quando...
Eu não quero mais nada...
Quero só o teu sorriso cor de rosa aqui no meio do nada...
Te vi tão diferente ..tão comum..os seus olhos tão distante como a Águia que voa Para tão longe...e deixam as feridas no fim do horizonte onde nunca mais irão encontra-las...
Ainda que ficaram as cicatrizes do sua mordida ardente...
Me aprisionou...me libertou...
Acreditei na estrada que faria correr pro abraço que um dia...um Momento..Um segundo...foram meus os seus Braços.
By Waal.
Bohemia
Enquanto meu coração partia, sorria...
Eu lembrava da noite quase fria...da bebida quente que ardente descia goela abaixo...
Meu olhos maliciosos olhavam para tantos outros olhares, meninos, porém meninos...
Eu não entendia porque a Bohemia me fazia tão bem...
Nem lembrei de dar um trago no cigarro da Guria que do meu lado estava..
A idade me fazia pesar em pensar que aos poucos ela iria chegar...
Gostava da Lua tão crua e cruel, porém bela, ouvia sons..era misturado com vozes e musicas, também ouvia sorrizos reprimidos...ás vezes desengonçados, mas tinha uma boca que me fazia querer descer, talvez subir, quem derá que subissímos juntos..
quem me trouxe até aqui?...e me fez gostar tanto...acho que está nesse sangue azul, outrora tão bom, outrora tão ruim, amava tudo, tinha medo, pois não estava com medo..
queria tudo de uma só vez ...engolir com casca...
ah meu mundo de perdição..porém vida bela...o belo está no pensamento de quem lê e tenta entender a loucura das cores, entre fumaças e desamores, pensa um segundo..tic-tac..tic-tac...já foi...ja era..nem meu...nem seu.
By Waal.
No que eu mudei?
Nem mesmo eu sei!
Eu não sei se quero saber
Não sei nem o que devo ser
Não sei se o que serei tu vais querer
Porque um dia o que fui e fiz
Você não mais quis
Então de algumas maneiras me desfiz
E ainda tento me desfazer
Tento seu menino deixar de ser!
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