Durma bem meu Anjo

Cerca de 160885 frases e pensamentos: Durma bem meu Anjo

Pensei no quanto nossa vida é engraçada. Essa estória de que fomos feitos um pro outro é bem verdade só que, esqueceram de nos dizer que o amor é assim, as vezes florece só em primavera mesmo. Eu espero, e você!?

Inserida por laramitchell

A Felicidade pode muito bem ser disfarçada, só quem entende os olhos conhece o oculto da alma

Inserida por carolinaguterres

O problema é que eu bebo e apronto, mas depois não lembro de nada. Tudo bem, não faz mal. A gente bota a culpa na cachaça!

Inserida por wewertonvip

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Muitos pensam que são burros,
Mas são bem mais sábios do que pensam,
A sabedoria está na luz e não no escuro,
Burros são os que sabem, e não tentam,
O estudo é a arma do sábio,
E os livros são o seu auxilio,
O sábio tira proveito do contrário,
E toma os seus erros como ensino,
Quando o sábio erra,
Acha o seu erro proveitoso,
Pois nos seus vacílos se espelha,
Para não acontecerem de novo,
Na verdade ninguém ainda chegou aonde queria,
Mas isso não é o mais extraordinário,
O irônico é que todos teriam chegado a sabedoria,
Se não acreditassem que já eram suficientemente sábios,
Por isso eu não contexto,
De um ditado que há muito tempo dizia,
Que o caminho do excesso,
Leva ao palácio da sabedoria,
Pode até existir alguém que discorde,
Mesmo assim eu não me iludo,
Mantenho a minha teoria forte ,
De que o maior sábio foi quem construiu o mundo.
17/01/1998.
Terminado às 11:00 hrs

Inserida por xluc

Pensando bem Eu deveria ganhar um Oscar. Vivo, dramatizo e choro por relacionamentos que nunca existiram.

Inserida por camilagodoy

-' Cá entre nos;que o que faz bem, agente não acostuma nunca viver sem.'

Inserida por OrlenPessoa

Um gesto de bondade equivale a um conceito bem definitivo

Inserida por jadsonferreirafsa

BOM DIAAAAAAAA !!
Um dia bem legal pra você
Que acordou, sorriu, alongou...
Abra bem a janela
Incline-se pra frente
Sentiu o sol?
Boaaaaaa...
Seu dia vai ser mágico!!!

Inserida por Risoneves

O tolo, julgando-se livre, não pondera bem os fatos e age com ímpeto, acreditando que todas as suas escolhas geram ganhos. O sábio, compreendendo-se prisioneiro das consequências, reflete sobre todas as suas escolhas por saber que elas também podem gerar perdas.

Inserida por nivaniojb

Velocidade é a bola da vez. Não sei bem se é isso, mas não tenho mais tempo para errar. Há alguns meses, numa mesa-redonda em Belo Horizonte, o professor Eugênio Trivinho (PUC-Santos) falava em "dromoaptidão". Nunca mais me esqueci. Ele fala difícil, a platéia de estudantes de graduação em Comunicação ainda não sabia o que fazer com aquelas palavras. Muita gente riu baixinho, pensou logo no dicionário. "Dromoaptidão" era um conceito que Trivinho desdobrava ali para aquela "galera". E era mais ou menos a aptidão que nós (e os próximos habitantes desta Terra) devemos ter para lidar com a velocidade.

Além do professor de Santos, capítulos de livro trazem pesquisas sobre o tal do "tempo real" e a perseguição de um intervalo cada vez menor entre os fatos, os fatos e as idéias, os fatos e os textos, os fatos e o jornalismo. Uma correria que aparece na vida de todo mundo das mais variadas formas. Gerações que se sucedem e ficam sem o que fazer cada vez mais cedo.

A geração dos meus professores universitários fazia doutorado aos 45-50 anos. A minha geração é de doutores antes dos 30 ou pouquíssimo depois. Inventou-se, para dar conta disso e manter a "linha de corte", o pós-doutorado. E deste se pode ter um, mas é pouco. Há jovens estudiosos com cartelas de dois, três ou quatro, antes dos 40 anos, uns dentro e outros fora do país.

Vou pelo mesmo caminho, mas não sem me perguntar: para quê estou correndo tanto? Onde vou parar? Para quem quero falar o que eu aprendo? Turmas cada vez menores? Poucos indivíduos que querem fazer carreira na ciência? Embora haja vasta comissão de ressentidos que vão mal na profissão ou que apenas repetem a crítica infundada àqueles que fazem da pesquisa a profissão (muitas vezes a vida), é nisso que este país se fia, com o pouco que ele é, para atravessar camadas e camadas de ignorância reverberada até por quem estuda.

Em todas as grandes universidades deste país (não estou falando de faculdades), há equipes grandes de pessoas de variado nível de formação questionando, examinando, estudando e propondo o que se faz do lado de fora daquelas cercas. Em qualquer região do Brasil, pessoas dedicadas ao conhecimento (e não apenas à informação replicada, muitas vezes mal replicada) fazem seminários para ver o que é possível para melhorar isto ou aquilo.

Fico observando aquelas equipes da Engenharia de Materiais. Eles têm de pensar em tudo, no presente e no futuro, e de fato alteram as perspectivas do que acontece dentro de nossas casas. Ou aquela turma de jaleco branco que acaba de passar por ali. São biólogos e vão almoçar. Um pouco mais cedo, estavam discutindo alguma coisa sobre meio ambiente. Os cientistas da Computação estão ali trancados resolvendo o que fazer com a pesquisa de um tal ex-aluno de doutorado que inventou algo muito importante para isto ou aquilo. E a turma da Faculdade de Educação entregou hoje cedo as matrizes que direcionarão o ensino de Matemática nos próximos anos, se os professores deixarem.

E para quê corro tanto? Para ver a banda passar. Para chegar na frente. Para que minha vida aconteça à minha revelia. Para que meu filho tenha um futuro bacana. Para ter grana. Para aprender coisas que pouca gente sabe. Para contribuir. Posso dizer tanta coisa para me justificar, mas prefiro ficar cansada. No final, estaremos todos vizinhos nas mesmas covas. Para quê correr?

Uma moça me contava, há duas semanas, a experiência de morar no exterior. Não em Londres ou em Nova York, mas em Moçambique. Antes disso, fez um estágio no interior da Amazônia e depois concorreu a uma vaga na África. Lá, não tinha quase onde morar. Pegou malária duas vezes. Depois de três anos, resolveu voltar para o Brasil porque ficou grávida. Não fosse isso e teria curtido mais a missão. Dizia ela: "Aprendi muito com esses povos. Lá você dizia ao cara para pensar no futuro, guardar a comida, conservar o peixe e ele dizia: para quê?". Quando ela argumentava: "Para você ter um dia melhor amanhã". O africano dizia: "Mas aí eu posso ter um dia melhor hoje". Caça, pesca, coleta. Isso mesmo, vida de quem está, não será. E se for, melhor.

Ela dizia isso e sugeria a alunos de Letras que concorressem a vagas oferecidas por agências nacionais de fomento para viagens ao exterior. Não para Milão ou para Lisboa, mas para Moçambique ou para qualquer outro canto do mundo onde não haja uma vida, no fundo, muito parecida com esta. Ela dizia isso e refletia: correr para quê?

Não quero viver da coleta. Não sou caçadora e nem estou preparada para o "carpe diem" dos filmes americanos ou dos poemas árcades, mas bem que eu queria um descanso. Não este descanso falso dos finais de semana que começam no sábado à noite. Não a pseudoparada dos que dormem de dia. Ou a noite exausta de quem trabalha sem parar. É isso o que se tem feito. Eu queria o descanso de viver este dia do moçambicano sertanejo. De quem não conhece, simplesmente não sabe o que é, o celular, a televisão, a caixa de e-mails ou a luz elétrica. Impossível.

Faz tempo que a velocidade vem mudando de jeito. Não por conta da internet, que esta é apenas a etapa que nos soa mais fresquinha. Desde o telégrafo, o trem a vapor, o telefone. Desde que a distância pareceu ser relativa. Desde que os burricos que atravessavam montanhas pararam de trabalhar. O tempo vem sendo manipulado. As pessoas vêm delegando suas reflexões e seus desejos a outras. Se gostam ou não, se querem ou não, se são ou não, tanto faz. Terá sido tudo uma imensa onda de práticas meio espontâneas.

Sem ler sobre o assunto, mesmo sem freqüentar aulas de "Análise do Discurso", seja de que linha for, é possível parar para ouvir os ecos de tudo o que se diz. Aqui, neste Digestivo, é possível ler uns textos que ecoam outros; tantos que expressam bonitamente a conversa do boteco, com mais elaboração, é claro; outros tantos que conversam entre si e nem sabem. O que importa é saber o quanto estamos presos a uma rede invisível de sentidos que já vêm meio prontos. Uma teia de relações que já chegam feitas. Uma onda transparente de significados que carrega os ditos e os não-ditos. Sem ter como escapar. Os dizeres estão sempre presos a outros, mesmo que não se saiba se alguém já disse aquilo antes. E principalmente por isso.

Pensar deveria ser a coisa mais importante de tudo. Da vida em família, da escola, da convivência. Saber pensar deveria ser a habilidade mais almejada de todas. Antes de saber envergar roupinha de marca ou saber inglês, antes de conhecer música ou ler Machado de Assis. Antes de ser "do contra" ou de apoiar a "situação". Pensar deveria ser obrigatório. Não sei pensar. Não aprendi direito. Antes que eu consiga (porque eu até tento, há quem nem isso...), vêm logo essas redes de sentidos me carregando. Que antídoto há para isso? Pensar de novo, ler mais, conhecer os textos (falados, inclusive) que já rolaram nesta correnteza e tentar ao menos me localizar. Saber que ecos tem minha voz. Pensar de novo e assistir aos efeitos do que eu disser.

Em 2002 eu tinha um blog. Ele era até conhecido. Fazia resenhas e entrevistas com escritores. Depois me cansei dele. Hoje tenho preguiça dos blogs, assim como de outras coisas e pessoas. Lá no meu blog era assim: eu mal pensava e já havia escrito. Muitas vezes funcionava. Mas isso não tem a menor importância para mim mais. No blog, no site, na mesa de bar, a velocidade eclipsa uma série de coisas mais importantes. Muito do que se escreve é de uma irresponsabilidade exemplar. O Digestivo já foi texto de prova de vestibular várias vezes. Imagine-se o que isso ecoa nas práticas de muitos lugares? Parece bobagem? Não é. Muito do que se toma como verdade é irrefletido, bobo, superficial, reelaborado, tolo, restrito, mas se quem escreve só faz escrever sem pensar, imagine-se o que fazem os que apenas lêem, e lêem mal?

A velocidade com que as coisas podem ser feitas e ditas tem trazido à luz o que deveria ficar guardado em tonéis de carvalho. Há produtos da cultura que jamais, esteja a tecnologia como estiver, sairão dos barris antes do tempo. Ainda bem.

Inserida por Scutasu

A gente também pode se libertar de coisas que achavamos que nos faziam bem.

Inserida por sadraquebergs

Pensando bem acredito que voce é alguém muito inteligente,
talvez seja uma das pessoas a ler esse pensamento.Voce tem futuro!

Inserida por PoetaDantas

Seria simples se um relacionamento fosse composto apenas de sentimentos, bem estar, paixão, amor, confiança, amizade e respeito.
Boa fórmula seria essa se não houvesse posteriormente a necessidade
obssessiva pelo crescimento pessoal e ganância que ultrapassam as barreiras da humanidade.
Questões complexas que me faz crer na perda dessa essência primária, o amor fora substituído pela conveniência e troca de interesses,
o que antes surgia no olhar, no toque suave das mãos agora se perde
na hipócrita sociedade moderna.

Inserida por irisalves

Não fique triste... Um sorriso é bem mais bonito.

Inserida por bianccaalvees

Bem lá dentro você guarda uma força inimaginável para os outros.

Inserida por GabrielaStacul

Hoje é sexta-feira!
Aproveite para cuidar bem do seu interior...
#11;Remova sentimentos que não produzem paz.
#11;Livre-se da mágoa que fica no fundo da gaveta do coração.
#11;E empenhe todo esforço necessário para tirar todas as manchas dos lençóis da consciência.#11;
Seu corpo é o templo do Espírito Santo, cuide bem dele.
Uma casa limpa exala o Bom Perfume

Inserida por JoelmaRocha

Ali, bem dentro daquele olhar, eu aprendi que devo esperar.

Inserida por GabrielaStacul

Bem, o que eu posso dizer a você é que... você fica lindo, no passado.

Inserida por GabrielaStacul

Gosto de olhar nos
teus olhos bem profundo.
Ele é o melhor lugar do mundo!

Inserida por lauramello

Se uma pessoa te tratar indiferente , com ignorância trate-a bem . Mostre que você é o oposto dela . Isso vai fazer com que ela repense suas atitudes .

Inserida por teeteia