Durma bem meu Anjo
PARA O BEM DOS OUTROS
Eu gosto de brincar
Com os corações das pessoas
Inclusive com o meu.
Penso que assim
Os animam para o resto da vida.
Gosto de me desencontrar
Das pessoas
Que marcaram compromisso comigo
Penso que assim
Eles possam
Tirar conclusões sobre a vida
Penando a sós.
Gosto de ser débil
Diante das pessoas
Penso que agindo assim
Elas se achem mais interessantes que eu
E não furtem seus tempos
Querendo montarem
Nas costas dos outros.
Analisando bem os fatos e as fases que passamos na vida, posso dizer que você foi o meu lado insano. Aquele que faz revoluções e massacres, e só pode ser percebido quando passa e sempre passa... E passou.
Escrevi seu nome. Com caneta bic, de tinta roxa.
Você queria tatuagem?
Sinto muito, meu bem...
Minhas paixões todas se apagam na hora do banho, no dia seguinte.
O meu coração? Acalme-se, ele ficará bem quando todos os pedaços estiverem juntos. Diferente do teu, pois um coração de pedra não se une os cacos novamente.
Sou maior que isso
Sou bem maior,
Maior que o meu passado e melhor que meu presente.
Maior que o dia talvez de amanhã ou talvez não seja mais que,
Um pouco de cinzas.
Maior, serei do que, qualquer coisa
Se isso eu pretender ser.
Maior queria ser do que,o que eu quero
Agora e hoje.
Serei maior que os meus adversos
E infortúnios...
E talvez queira ser maior que tudo.
Maior, sei que não posso ser, do que tudo e ao mundo,
Porém serei maior, que o desejo, de ser tão grande...
O quanto fui, no dia de ontem.
*quando ficaste braba comigo fico com um gosto amargo na boca meu coraçao bate bem lentamente parece ate q vou morrer mas se nao esta braba comigo fico feliz como ninguem nuca foi por q o q sinto por vc é mais do que amor
*te amo
Taniza vc é tudo
Sua partida
Sua partida partiu o meu coração.
Bem mais que isso.
Partiu minha alma.
Com o coração e a alma em pedaços
Tento vislumbrar um só motivo para seguir em frente.
Apenas um.
A revolta toma conta da minha alma.
Sei que a vida é injusta.
Sei das perdas que estamos sujeitos
Enquanto seres viventes.
Mas agora apenas sei da dor de um coração quebrado.
Da dor de uma alma em frangalhos.
A conclusão:
O amor fere!
Seja qualquer forma de amor ou de amar.
O amor fere!
O amor faz sangrar!
O amor é faca afiada que corta lenta e dolorosamente!
Até a mente perde a lucidez e
O corpo sem equilíbrio tomba
Num choro doído e profundamente cindido.
Dor doída!
Profunda!
Amarga!
Lenta!
Agonizante!
Sádica!
Incisiva!
Prefiro a morte!
Fui decepado!
Perdi parte de mim.
Cortaram e atiraram longe.
E eu fiquei aqui sentindo a falta
Do pedaço de mim.
E sangrando em lagrimas.
Preferindo o morrer ao viver.
Oh Morte! amiga minha
Por que se esconde de mim?
Não vês o que fizeram comigo?
Não vês o meu sofrimento?
Por que não me alivias?
Por que não se apresentas a mim?
Usa tua foice, pois já me encontro maduro para a colheita.
Vazio!
É estranho sentir-me cheio de um vazio tão grande.
Tão pleno, tão crescente, tão abundante.
Abundantemente vazio!
Cheio de nada!
Repleto de coisa nenhuma.
Ah, a dor!
Essa sim habita parte de mim.
Qual parte não saberia dizer.
Dor da alma!
Dor do coração!
Dor da mente!
Passo de uma dor terrível para
Um estado de torpor.
Tenho alguns minutos de paz
No entorpecimento.
Mas logo a dor exala sua essência
Seca, amarga como fel.
E então mergulho em um oceano de dor e tristeza.
De forma que provoca em meus olhos
Um transbordar úmido, salgado em forma de lagrimas.
Alguém disse: “lagrima: sumo que sai dos olhos quando se espreme o coração”.
O meu se encontra em uma morsa que o arrocha cada vez mais.
Até explodir pelos olhos meus,
Um sumo ardido e muito doído.
Alguém pode me beliscar para que eu acorde desse pesadelo?
Alguém?
Por favor?
Ninguém?
Quero misericórdia!
Quero acordar e abraçar minha menina.
Vendo que tudo não passou de um sonho ruim.
Por favor! Acordem-me!
Acudam-me!
Ajudem-me!
Tragam minha menina de volta!
Tragam meu bebe de volta!
O meu bebe.
Ainda ontem sentava no meu colo
E ouvia atentamente estorinhas que eu lia em seus livrinhos.
Ainda ontem em meu colo ouvia-me cantar
Canções para nina-la.
Ainda ontem dependia de mim para tudo.
Hoje...hoje onde estará?
Saiu!
Saiu para a vida.
Fez as malas,
Arrumou suas coisas e partiu.
Levou consigo parte de minha alma!
E todo o meu coração!
Levou-me a parte boa embora.
E deixou-me cacos.
Cacos ruins sem condições de serem juntados.
E assim termina.
Termina mas, não acaba.
Acaba com a morte.
Mas esta está longe de mim.
Quem me dera encontra-la!
Quem dera conhece-la!
Sigo dolorido.
Dolorido e cada vez mais revoltado.
Revoltado e cada vez mais apático.
Apático e cada vez mais triste.
Triste e cada vez mais sombrio.
Sombrio e cada vez mais menos.
Menos e cada vez menos.
Menos, menos, menos.
Mais menos até o fim.
A plenitude do menos.
Hoje menos feliz.
Menos pai.
Menos.
Menos amigo.
Menos pessoa.
Menos lucido.
Menos são.
Menos bom.
Menos marido.
Menos Fabricio.
Menos tudo.
Mais infeliz.
Mais só e vazio.
Menos mais.
E
Mais menos!
O filho do caseiro da fazenda pergunta ao pai:
— Pai, que tipos de seios existem?
— Bem, meu filho, há vários. Tem uns que parecem melões porque são grandes e redondos. Outros, são que nem nabos, estreitos e pontiagudos. Ah! Tem também os que se parecem com pêssegos porque são bonitos e perfumados...
— E qual desses tipos são os da mamãe?
— Nenhum, filho. Os da sua mãe são os do tipo cebolas.
— Cebolas, pai? Por quê?
— Porque só de ver, dá vontade de chorar...
Porque homem meu bem, homem é igual tanque de carro.
Você enche de álcool e leva pra onde você quiser.
TU ÉS MEU BEM E MEU MAL
Mal, porque te quero muito;
Bem, porque muito quero te
amar...
Mal, porque não estas comigo;
Bem, porque contigo quero
estar...
Mal, porque tu não me notas;
Bem, porque não canso de te
observar...
Não afaste de mim a esperança;
não se afaste de mim, e peço
que, por favor, que nos meus
sentimentos tenha confiança.
Vivi cada momento e viverei a cada instante que preciso for,pois bem sei que meu viver não é por acaso, mais é algo importante na vida daquelas pessoas que fazem parte de minha história.
Se eu pensar só em mim próprio e no meu bem-estar, terei só uma pessoa a preocupar-se por mim. Mas se todos pensarmos primeiro não em nós próprios mas sim nos demais, todos teremos 7 mil milhões de pessoas a preocupar-se por cada um de nós!
Calma futuro, deixe eu te mostrar o meu coração, deixo ele sempre bem guardado para quebrar os preconceitos e para destruir o que é obscuro.
O BEM, MEU ÁRBITRO
Guiarei minha vida em ternura
Fazendo, assim, ao bem me limitar,
Daí, então, hei de conhecer
O alcance que glorioso se fará.
Domarei os enigmas propositados,
Que hão de lançá-los em meu destino,
E que por si se fará a pedra
Para contrastar o meu caminho.
A força a qual me guarda e me exila,
Que me faz sobrepor em consciência,
Arbitrará o meu tempo em vida e minha essência.
Na terra construirei o purgatório,
Para os pecados que influencia a mim tentarão,
Fazendo, assim, por bem, de mim uma exceção.
