Dormir em seu Colo e Morrer em seus Bracos
Que vontade de estar nos teus braços agora, baby.
Você não sabe o quanto eu desejo.
Não é só saudade do teu corpo perto.
É da paz que mora no teu abraço inteiro.
O mundo pesa quando você não está.
O tempo anda torto, demora a passar.
Meu peito chama o teu nome em silêncio.
É desejo vestido de sentimento.
Eu queria agora me perder em você.
Descansar meu caos no teu calor.
Se teus braços soubessem o poder.
Que têm de acalmar meu amor.
Não é carência, é conexão.
É alma pedindo abrigo.
Teu abraço é direção.
É onde eu me sinto vivo.
Fecho os olhos e te imagino aqui.
Teu cheiro quebrando minha resistência.
Entre querer e não poder ir.
Eu luto com a distância.
Se você soubesse o quanto faz falta.
Talvez sentisse esse chamado também.
Não é só vontade que me assalta.
É amor querendo ficar além.
Eu queria agora me perder em você.
Descansar meu caos no teu calor.
Se teus braços soubessem o poder.
Que têm de acalantar meu amor.
Mas estou aqui, aguardando você de braços abertos a qualquer momento.
Então vem, que eu conto os dias conto as horas pra te ver, eu não consigo te esquecer, cada minuto é muito tempo sem você, sem você.
Não te entregues aos braços da dor pois ela vai te deixar cair,te entregues aos braços da fé que vai te deixar em pé.
Primavera.
Reviro as bordas de cadeias
Inclusas nas inércias mortalhas
Retiro braços, auréolas, surfadas na mente.
Decente
Incapaz, se desfaz em ira no legado inerte
Redundando ondas celestiais azuis
Normais
Aliás, são nuvens dispersas.
Nos porões das sacras profanas idéias
Será um grito,
Ou apenas um mito?
Que motivam ainda que mero acaso
O descaso da serpente
Inocente, morta por flores carnívoras.
Que devoram.
Silencioso manjar
Alvo de nossa rebeldia, outro dia falece.
Enobrece anciões forjados
No lume da reticência mal contada
De uma vida jogada na vala
História de tirar o gosto
Era agosto
Mas se bem me lembro
Suas cores, pleno setembro...
Registro de Voos
Levados nos braços do ar
foram-se a tranco e barranco
será que se cansaram de estar em branco?
Caíram no rio que os levou ao mar
o sol os secou, novo vento os levou a voar
e os papéis não são mais os mesmos
Fartos de experiência real
pois nessa aventura mundana
chegaram a tocar na lama
Seguem já não tão alvas
nos braços do tempo
as folhas sem palavras
Levam em seu corpo de celulose
registros de sua metamorfose
fruto de experiências
Sem letras, canetas e impressoras
parecem pessoas
sem lingua humana
Sabemos que podem voar
embora reconheçamos
diferenças de papéis dos humanos
Voam, levando ou levados
cada um do seu jeito, na cabeça ou no vento
e seus voos são registrados
Alguma coisa, segurou-me os meus pés
Algo tomou-me pelos braços, ombro e costa
Minha cabeça pende de um lado para o outro
Minhas mãos tremem
Meu coração pulsa veementemente acelerado
Meu ar quase falta
Penso que sei o que é,
Mas abrindo mão da certeza,
Entrego-me
A fim de saber, como livrar-me.
Teu feitiço
Teu feitiço me dominou, tomou-me pelos braços e agora eu não quero mais me libertar,
Os passos emaranhados e as sombras daquilo que pulsava causaram encantamento, ao mesmo tempo que deixavam um rastro de medo no radar do silêncio,
Resta-me apreciar o teu veneno e me acostumar com tuas carícias sem saber aonde vai dá.
Como Ser Feliz no Brasil
O Cristo, lá do alto, não abre mais os braços —
estão cansados.
Ele olha o Rio e chora.
Chora como quem já não tem mais lágrimas,
só sangue.
O sangue desce pelas vielas,
mistura-se à chuva,
escorre pelas escadarias do morro,
lava o rosto de uma cidade que esqueceu o que é piedade.
Uma menina grita —
o pai caiu no chão, o peito aberto, o olhar parado.
Ela chama, chama, mas ninguém vem.
E o Cristo, imóvel, observa,
com o olhar pesado de quem carrega todos os mortos
e os que ainda vão morrer.
O policial também caiu.
Não é herói, nem vilão —
é um corpo traído pelo Estado,
um corpo sem preparo, sem futuro,
usado como escudo na guerra dos que nunca sobem o morro.
E o povo grita.
Mas o grito se perde.
Sobe, se mistura ao vento quente,
vira eco, vira reza, vira desespero.
Do outro lado da tela, nas redes,
há quem sorria.
Blogueiros, políticos, comentaristas de sofá —
todos erguendo taças,
festejando o sangue que correu.
Dizem que não foi chacina,
foi faxina.
Mas não eram bandidos.
Eram pais.
Eram filhos.
Eram avós, mulheres, trabalhadores,
gente que sonhava com o mínimo —
sobreviver.
Gente que acreditava,
mesmo que por instinto,
que ainda existia um Brasil para lutar.
Mas o Brasil não olha para os morros,
não sobe as escadarias,
não investe nas escolas,
não abraça o povo.
O Brasil aponta.
Atira.
E depois comemora.
A dor, agora, não cabe mais no peito.
O choro se mistura à lama,
o sangue vira notícia,
e o corpo negro —
o corpo que sempre foi o primeiro a cair —
vira espetáculo.
Dá ibope.
Vira estatística.
Vira silêncio.
E o Cristo, lá do alto,
já não parece uma estátua.
Parece um lamento.
Um lamento feito de pedra,
de fé cansada,
de humanidade morta.
O Brasil sangra no peito d’Ele.
E cada gota que cai
é um pedido de perdão
que ninguém ouve.
Porque aqui,
a caneta que deveria salvar,
assina a sentença.
E o Estado, que devia proteger,
mata.
Mata em nome da ordem,
mata em nome da paz,
mata porque aprendeu a matar
antes de aprender a cuidar.
E assim, o sangue desce o morro,
invade os rios,
chega ao mar,
e deságua no coração do país —
um coração cansado,
que pulsa em silêncio,
tentando, ainda assim,
ser feliz no Brasil.
Ter você de novo em meus braços é o único lugar onde o mundo faz sentido; só quero sussurrar que te amo.
O tempo para quando tenho você de novo em meus braços; é o momento perfeito para repetir: eu te amo.
Nada se compara à alegria de ter você de novo em meus braços e poder dizer, bem baixinho, que te amo.
Quando estou meio perdido
E triste, sem alegria
Eu me encontro e me alegro
Nos braços da Poesia.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
10/04/2024
Oh! Outono!
Volta para os meus braços.
Já não suporto o calor excessivo do verão.
Vem, refresca os meus dias
e embala as minhas noites com frescor.
Oh, Outono,
retorna ao abrigo do meu colo.
O verão me exaure
com seu fogo insistente.
Vem com teus ventos mansos,
refresca esses dias febris
e derrama silêncio fresco
sobre minhas noites.
Oh! Outono…
volta para os meus braços sedentos.
O verão arde demais em minha pele e na alma.
Preciso do teu sopro âmbar,
das folhas que caem como suspiros,
do frio suave que acalma o corpo
e adormece os pensamentos.
Vem…
refresca meus dias abafados
e devolve às minhas noites
o direito de respirar.
✍©️@MiriamDaCosta
Nos teus braços
eu fui um esturrar
mas parte de mim
foi um querer fugir
e desflaldar...
Desculpe... mas a minha sina ,
sempre foi querer
seguir o Mar.
✍©️@MiriamDaCosta
"Sabe aquela dívida com o Imposto de Renda? Levante os braços para o Céu e repita três vezes bem alto: 'Eu Posso e Consigo. Eu Consigo e Posso, Oh, Meu Deus!' Depois, vá lá pagar a dívida ou você vai se enrascar!"
0713 | Criado por Mim | Em 2014
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
O dia todo tu lutou e venceu; agora a noite descanse nos braços de Deus, pois amanhã tem mais luta e vitória. Ore e agradeça. Boa noite na paz do Senhor.
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