Dormir em seu Colo e Morrer em seus Bracos
Egito: Da Sua Criação Nas Areias,E Dos Seus Outros Mistérios.
Há muitos e muitos ventos atrás um lugar surgiu dos grãos de areias e na calmaria do tempo.
Um lugar feito das areias de um deserto e nas margens de um rio.
Como se já estivesse à sua espera deixou grãos para o seu começo.
E um rio deixou gotas para a sua prosperidade.
Milhares de grãos de areias que vinham com os ventos e as águas.
Para que sobre um deserto pudesse se formar.
Feito das areias,de mistérios e dos ventos.
Há muito tempo e ventos atrás assim se tornou.
Entre o Sol e a Lua um deserto estava e se sentia abraçado pelos dois.
E se vendo nas estrelas ao longe se sentia confiante.
Nos seus jeitos misteriosos de um deserto.
Nos seus grãos acolhedores.
Com o tempo percorrendo ao seu redor como fazia um rio.
Nas areias que iriam escrever coisas sobre um lugar e que ficariam marcadas em um deserto por muitos dias e noites.
Em um instante do tempo,talvez em uma manhã tendo como inspiração os grãos de areia,um lugar aos poucos saía das profundezas de um deserto.
Enquanto um rio seguia o céu que lhe chamava.
Sob a luz do Sol e a sua poderosa proteção um lugar era esculpido por areias e ventos.
Incontáveis grãos de areias de um deserto voavam com os ventos para várias direções.
E quando a Lua voltava com o seu querido momento,diante do seus olhos claros os grãos de um deserto continuavam os seus movimentos no silêncio noturno.
No céu enluarado e estrelado os grãos de areias seguiam com o tempo.
Em cada estrela brilhante um deserto via um grão.
E com o seguir do tempo nos seus movimentos ardentes,manhãs e noites se confundiam.
Assim como as areias e os ventos.
E um rio ainda seguia o Sol e a Lua.
Nas estrelas um rio queria desaguar.
E no Sol um rio queria viver.
Entre esses momentos delicados e bonitos um lugar já mostrava um pouco do que seria.
No tempo e nos grãos de areias que viram muitas vezes o céu mudando de cor.
Como um deserto e um rio também viram.
Em uma outra manhã iluminada de Sol o tempo e o deserto viram os ventos e os seus fortes movimentos fazerem algo deslumbrante nas areias.
Com calmaria o tempo contava os dias de sóis e de luares.
E os ventos e os grãos voavam de um jeito veloz e decidido.
No seu seguir preciso o tempo viu tantos ventos.
Esculpindo nos grãos de areias coisas com pontas finas que não voavam com ele,mas que eram deixadas com outros grãos.
Ao grandioso Sol cada grão era preenchido com aqueles mistérios que já estavam dentro de um deserto.
Aos poucos no seu tempo cada grão seguia na direção do céu.
Um após o outro.
Entre outras manhãs e noites que voltavam com bons momentos.
Em uma dessas manhãs quando acordou sob o Sol,um deserto viu diante das suas areias três coisas que o fizeram tocar as profundezas da sua alma empoeirada e misteriosa.
Grandes montanhas de areias como se quisessem tocar o céu.
Três montanhas de areias.
Brilhantes e firmes sobre um deserto.
Tão altas e que procuravam o Sol.
E que sob a luz dele se curvavam com gestos de nobreza e carinho.
Enquanto eram iluminadas por uma luz repleta de esperança.
O tempo e os ventos e um rio também ficaram maravilhados com o que estava diante dos seus movimentos.
Três montanhas de areias brilhantes que contemplavam o horizonte nas suas pontas finas e fortes.
No horizonte de cada montanha de areia o Sol estava.
E deixou algo da sua luz naquelas três montanhas pontiaguadas.
Um pouco da sua esperança ficou em cada uma.
Para que juntos seguissem,mesmo que ele estivesse brilhando distante dali.
Quando foi se deitar em um outro lugar no céu a Lua e as estrelas voltaram.
E viram sob as suas belezas as montanhas de areias.
Emocionada a sensível Lua derramou sobre cada uma gotas da sua pureza.
Eram lágrimas sinceras do seu coração.
Tocado por cada uma.
As estrelas do céu,também deixaram gotas dos seus respectivos sentimentos e brilhos.
Em uma outra noite serena e meiga sobre um rio e um deserto os seus sonhos e as três montanhas de areias.
Quando o poderoso Sol retornou nas areias que eram como um espelho de sua luz,os grãos do deserto estavam esculpindo algo distante da sua coroa flamejante.
Mas que estavam perto da sua luz.
Além de um deserto,havia um rio.
Um rio transparente que também nasceu das areias de um deserto.
Com as suas águas fluía em um certo sentido.
Levando a luz do Sol e os ventos nas suas correntes.
E quando a noite retornava deixava nas suas margens traços das estrelas.
E a Lua em algumas noites transformava as suas feições de pureza sobre esse rio.
Enquanto o tempo passava.
No brilho do Sol e na bondade da Lua.
Egito: Da Sua Criação Nas Areias,E Dos Seus Outros Mistérios.
E aqueles grãos de um deserto se uniam para a criação de algo que teria um simbolismo como aquelas montanhas de areias já tinham.
Com o Sol a Lua e as estrelas como um grandioso elo.
O tempo e o seu percurso viu mais grãos de areias vindos distantes.
E sem se esquecer de um rio que seguia o seu destino nas areias.
Sob duas luzes,uma que acendiam o dia e uma outra que acendia a noite o deserto escutou dos ventos o que estava acontecendo.
Com o tempo e as areias no seus movimentos perceptíveis.
Das suas areias e com grãos de um outra cor aos poucos algo estava sendo criado.
Sobre certas areias que não se moviam e que seriam o seu lugar.
Até lá o Sol estava.
A Lua brilhava.
E através dos ventos um rio vinha para ver.
Lindos dias se passaram como as lindas noites no céu.
E quando o deserto acordou mais uma vez viu uma torre em algum lugar nas suas areias.
Indicando as quatro direções sem sair do lugar.
Mais uma vez os grãos de areia e os ventos fizeram algo impressionante no seu percurso contado e demorado.
E o deserto outra vez se sentiu encantado.
Mesmo distante sentiu algo dentro de si que o guiava,mas não era o Sol e nem a Lua.
Era uma torre alta com um fogo que não se esvaia,mesmo com os ventos que a rodeavam.
Uma torre com pontas das areias e de uma outra cor.
Que estavam no alto dessa torre e que indicava para as ondas de um mar que ia e voltava perto da sua aparência sólida com grãos das areias de um deserto.
Uma torre com um fogo que dançava com os ventos do deserto e outros que vinham desse mar.
Um mar azul e vistoso.
Nas suas ondas o Sol vinha.
Nos seus pensamentos a Lua voltava.
Que é mais próxima dos seus sonhos desde outras noites.
Nas suas ondas uma torre parecia mergulhada.
Uma torre das areias e do tempo.
Dos ventos e de outros mistérios.
Apontava com um fogo as direções daquele mar e até do céu.
Como se os tivesse guiando de algum jeito.
Uma torre das areias de um deserto que indicava o seu lugar perto desse mar azul e exuberante.
Na luz da Lua esse fogo se acalmava.
Na luz do Sol esse fogo era ofuscado por uma luz que trazia momentos de felicidade.
Para essa torre com um fogo que não se esvaiu e que ainda guia as ondas de um mar e as areias de um deserto.
Nas manhãs e noites que ainda estão na sua indicação.
Em algum lugar em que essa torre das areias e com uma outra cor ainda era vista dos grãos de um deserto.
No seu jeito de ser o tempo viu novamente as areias e os ventos começarem a fazerem algo.
Que de alguma forma estava sendo guiado por aquela torre e o seu fogo.
Algo estava sendo feito com grãos de um deserto e pelos ventos tendo o tempo bem tranquilo apenas contando e olhando.
E outras vezes entre as manhãs e as noites bonitas algo foi terminado.
Aos grãos de um deserto estava fascinante assim como aquelas três montanhas de areias e aquela torre com pontas e um fogo.
Como uma silhueta que ali só ela tinha e com outras formas que definiam os seus costumes.
Dos grãos de um deserto e de outros detalhes antigos que vieram para terminá-la.
Na sua silhueta as marcas de um deserto e as correntes de um rio estavam.
Iluminada pelo Sol,pela Lua e as estrelas.
Como aquela torre que também a iluminava com o seu fogo.
De um deserto com os ventos surgiam palavras que escreviam outras.
O Sol e a Lua viu essas palavras indo na direção daquela silhueta.
De grão em grão mais palavras eram escritas.
Palavras e outras palavras.
Que eram escritas com os grãos das areias e dos ventos.
Sendo deixadas dentro daquela silhueta antiga e impressionante.
Até do mar se escutava as suas lendas.
E os ventos que vinham dele iam para dentro daquele lugar.
E o tempo também contou os seus motivos para aquela silhueta.
E viu mais palavras que vinham com os ventos.
Que escreviam sobre o Sol e a Lua.
Sobre o céu,aquele rio e um deserto.
Sobre aquelas três montanhas de areias e aquela torre e o seu fogo corajoso.
Sobre aquele lugar feito das areias do tempo.
Dos ventos de um deserto.
Palavras que escreviam sobre as constelações e sobre os dias do ano.
Nos grãos de areias que também escreviam sobre os animais,das árvores,de outras estrelas e mais coisas naturais.
Palavras que ainda estão guardadas naquela silhueta.
E que ainda são ditas e escritas pelos grãos desse deserto e pelos seus ventos.
Muitos grãos e o tempo estão naquele lugar.
Como se estivessem relendo cada palavra que escreveu outras.
Em cada linha feita das areias de um deserto e de um rio.
Aquela silhueta permanece no tempo.
Que ainda se lembra de como ela é.
Assim como uma torre com um fogo que insiste em guiá-lo através do mar.
Nas três montanhas de areias o seu percurso também está.
E depois de tantos ventos sobre aquele deserto o tempo ainda quer continuar.
Um deserto vive entre os mistérios que ainda vivem sobre as suas areias assim como o Sol,uma Lua e um rio.
Frutas E Legumes: E Os Seus Sabores.
Antes mesmo de terem as suas cores e os seus sabores vocês ainda são minúsculas sementes.
Semeadas nas imensas terras desse planeta.
Por ventos e brisas.
No calor do Sol e nos brilhos das chuvas.
Antes de florescerem como árvores e plantas com raízes nessas terras.
Ainda sendo sementes vocês vieram de sabores deixados por uma fruta ou um legume ao tempo.
Em ventos e brisas atrás.
No calor do Sol e das chuvas brilhantes que já estavam.
Enquanto o tempo passava em cada semear.
Sobre as sementes que são trazidas dentro de um tempo assim como os dias.
Em cada pedaço de terra um fruto e um legume.
Plantados em terras marrons que ficam claras em cada gota de chuva.
E macias em cada contorno dos ventos sobre cada nova semente.
No tempo que passa,cada florescer acontece em semanas ou meses.
Sob a luz de uma magnífica estrela,de um céu azul ou chuvoso.
Até no transformar das quatro estações.
Estão cada semente.
Esperando para desabrocharem como legumes ou frutos.
Um pouco antes disso ainda serão flores.
Cada flor com cores e um aroma.
Delicadas aos ventos e brisas.
Antes de um outro florescimento como um fruto ou um legume.
Entre semanas e meses que estão em um tempo que rodeia um querido planeta.
Como sementes deixadas sobre as terras que se movem sobre montanhas e cordilheiras.
Florescendo por lá com raízes fortes que têm os ventos e também a maciez e graciosidade da neve.
Como frutos ou legumes.
Com o tempo passando sobre cada um.
Esperando mais uma saborosa colheita.
E colorida.
Dos muitos frutos e dos muitos legumes.
Com os seus doces nomes. Maçã,mamão,melão.
Melancia,banana,
carambola,uva e maracujá.
E mais do que esses frutos ainda têm outros doces e coloridos.
Com um sabor salgado ou amargo.
Alface,brócolis,couve-flor.
Cebola ou rabanete.
Seguindo os seus sabores outros nomes estão.
Antes de serem assim com as suas cores e os seus aromas.
Eram minúsculas sementes deixadas nas terras dos ventos e do Sol.
Das chuvas e do tempo.
Nas semanas e meses que seguem um percurso.
Para depois florescerem docemente como manga,cacau,cupuaçu,
açaí,acerola,goiaba,
abacate ou abacaxi.
E com mais doces frutos que ainda estarão florescendo.
Ou com outros sabores.
Ainda salgados e um pouco amargos,mas saborosos.
Como repolho,macaxeira,
beterraba,cenoura,
batata.
E com mais sabores amargos e salgados que irão florescer por tantos dias que nascerão.
Como esses frutos ou legumes coloridos.
Que foram deixados nas terras que são parte de um querido planeta.
Deixados pelos ventos e nas brisas do tempo.
Sendo iluminados por uma estrela fascinante e protetora.
Sob a sua luz e do azul do céu cada minúscula semente é acolhida.
Também pelas quatro estações.
Até que novamente sejam coloridas árvores ou plantas.
Com galhos e folhas que crescem em cada instante.
Nas plantas com raízes finas e fortalecidas.
São muitas as árvores frutíferas.
Com os seus frutos pequenos,médios ou grandes.
Em cada cor,um sabor.
Ou em uma raiz uma planta que não fica tão distante dessas terras.
Nos seus legumes com uma cor predominante marron.
Que após alguns ventos outras cores se mostram.
Em cada galho ou uma folha de planta antes de um outro legume ou um fruto,haverá uma flor.
Muito mais do que uma flor.
Mas antes disso acontecer ainda serão minúsculas sementes esperando o próximo florescer.
Com o cultivo do tempo e das chuvas.
Com os toques das brisas e dos ventos.
No colorido das quatro estações.
Na gratidão do azul do céu.
E do seu lugar no céu mais uma vez terá florescido o Sol.
Durante a noite enquando dormes,
Não sei se sou eu quem habita em seus
Sonhos, mas que seja as minhas
orações feitas a Deus, que venham
zelar pelo o seu sono.
Talvez não seja eu, a quem seus olhos
Anseiam ver ao amanhecer da alvorada;
Deitado ao seu lado, com o meu
braço debaixo da sua cabeça,
Mas que seja então, o meu beijo,
Levado pela brisa da manhã,
A tocar a sua pele de pessêgo,
Para que você venha se sentir amada.
Pode não ser a minha voz a
Sussurrar em seus ouvidos,
Mas que sejam as minhas palavras,
Mesmo em silêncio, levar o seu
Coração, voltar a acreditar
Outra vez no amor.
Timido, porém, não tem vergonha em demostrar seus sentimentos.
Calado, porém, fala o tempo todo sobre amor e seus pensamentos.
Otimista, porém, a insegurança de quem é, faz parte da sua rotina.
Sonhador, porém, muito realista em seus sonhos e projetos de vida.
Homem, porém, contém um coração que é habitado por uma criança.
Maduro, porém, as vezes teimoso quando se acha que estar certo.
Caseiro, porém, possui um espirito de aventureiro pronto para explorar.
Humilde, porém, existe uma grandeza de caráter em seu interior.
Trate seus problemas com frieza, nunca se desespere e nem gaste energia com algo que a curto prazo não tem como resolver. Faça o seu melhor com calma e paciência que tudo se resolverá.
"Uma pessoa que não tem controle de seus impulsos desordenados,na hora da raiva fica parecendo com um animal irracional atacando sua presa."
Na academia comumente julga-se disperso aquele que não repete vocábulos nos seus trabalhos. Confunde-se, pois, coesão temática com redundância terminológica, o que oblitera a articulação conceitual entre os objetos de investigação.
Esta é a floresta primitiva, seus plangentes pinheiros, com verdes paramentos de folhagem, de musgo e formas indecisas. Parecem no crepúsculo os antigos, com tristes poetas, ou harpistas, cujas barbas brancas e longas sobre o peito descem. De seus rochedos fala nas cavernas, com voz alta e profunda o mar vizinho, e respondem em tom desolado os lúgubres lamentos do passado. Esta é a floresta primitiva, dos corações que palpitavam à sombra dela, como a pantera que a voz ouviu do caçador, onde os tetos estão da aldeia desses homens, cujas vidas corriam como os rios que as florestas regam pelas sombras da terra escurecidos, sem que deixem de refletir do céu uma imagem dos seus donos, dispersos como as folhas que de outubro os vendavais a um lugar distante arrojam. Só resta a tradição. Quem acredita em ascensões que esperam e resignadas sofrem, pois que existem mulheres de devoções firmes e belas, a lutuosa tradição escute, que ainda os pinheiros cantam de amor história passada, onde um povo feliz seus lábios teve. Nessa floresta primitiva construímos nosso ninho, de esbeltos passarinhos, marinheiros da selva no verde cristalino do mar clandestino, como seus peixes dourados a se espraiar na areia como oferendas, na frondosa amizade de todos os ares. E cantamos um hino à natureza, com tom grave e melodiosas vozes. E podemos dizer que somos o presente que o passado guardou com paciência e no ninho de tantos pássaros abundam sementes que nossos dedos escrevem. E somos para sempre parte desse expectro e plantamos árvores que se encontram no horizonte. E eu diria que esse poema é um ipê rosa, suave como nosso amor habitante da floresta primitiva, de nossos mais impetuosos desejos, que pulsam na natureza humana. E esse poema voa céus e te encontra sereno a pensar em seus caminhos.
A exemplo do Sol que espalha todos os dias sua energia através de seus raios, devemos sorrir para a vida e viver este momento agora, da melhor maneira possível, porque ele é único e não vai mais se repetir. Afinal a vida aqui na terra é tão curta. Por isso faça o possível para ser feliz...
Reprograme hoje sua vida em prol da sua felicidade.
Quando o vento estiver a assoprar em seus ouvidos, preste bastante atenção, porque pode ser uma das formas magistrais que Deus fez para se comunicar com os seres humanos.
Os astros do universo estão conectados com a vida aqui na Terra.
Através de seus movimentos e sua luz, pode revelar segredos e verdades que estão escondidas no fundo do coração dos seres humanos...
Somente com boas vibrações e sensibilidade se conseguira entender os recados que o universo envia todas as noites para a Terra.
Que o orgulho de seus acertos não faça com que esqueça dos seus erros. Pois as maiores lições verdadeiramente aprendidas advém deles
E deixar que seus olhos,
Não sejam apenas mais dois no meio da multidão,
Mas sejam meus,
Para guiar minha vida...
E deixar que suas mãos,
Não andem por ai, em busca de afagos,
Mas encontrem nas minhas,
Todo seu ideal...
Que seu corpo, não vague por ai,
Tomando um espaço, ocupando apenas um lugar...
Pois quando em seu coração brotar a flor da paixão,
Que ele seja o jardim de um grande amor...
Pra que eu não deixe que você não passe de um detalhe,
Que estou sempre a olhar, a querer sentir....
Oscar
Quando o caminho parecer difícil, quando os limites tentarem impedir seus passos, lembre-se: quem aprende e apreende descobre que há asas onde onde se achava áptero.
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