Dor seu Silencio
Estou caindo na escuridão para te completar
Levarei seu coração comigo e libertarei minha alma
- My Last Breath
Quando você conseguir transformar seu relacionamento com a informação, você começará a enxergar a tecnologia não apenas como um meio de armazenamento, mas como uma ferramenta para pensar.
"Quem lê, passa por diversas metamorfoses, mas quem não lê, termina morrendo sufocado em seu primeiro estágio de pupa."
"O dinheiro em uma situação de caos em um mundo apocalíptico, ainda tem o seu valor, contudo, não serve para nada, assim é o homem sem Deus."
"Não desperdice o seu tempo nem a paz de sua sanidade mental, com conteúdos e pessoas que não acrescentam nada na sua vida."
A gratidão não nos diminue em absoluto. Seu primor reside no fortalecimento de laços humanos e nos motiva a nos tornarmos pessoas melhores
Quando você quer alguém muito bem, doe o seu melhor sem querer nada em troca. Quem doa pouco, o pouco resultado terá!
Na sua caminhada, perante uma pedra em seu caminho, você terá algumas opções, tropeçar, retirar ou pular e seguir sua caminhada.
Qual o motivo da sua beleza?
Pensamento corrosivo.
Seu jeito me trava e me congela.
Me perco enquanto te observo pela janela.
Você se destaca, vibrante, em meio à multidão.
Como uma rosa em meio ao deserto.
Seu cabelo escarlate queima como o sol,
todos os sentimentos que me assombram.
Me puxa como um anzol e, me sentindo um peixe fora d'água, perco o meu ar.
Sem você, me sinto sem lar.
Seus olhos gatunos se sobressaem na escuridão,
sempre muito profundos, sempre a radiar.
Assim como suas curvas, que lembram lindas passarelas onde gente alegre se abriga, nas vielas e nas ruas.
Mas afinal, qual o motivo da sua beleza?
Me paro a pensar.
Deverá ser esse seu sorriso?
Algo que eu necessito, preciso; que me cativa a sorrir de volta.
A sua beleza é mais do que um rosto bonito.
É um amigo, uma alma resplandecente que afeta o meu inconsciente.
Sua companhia é a verdadeira beleza em dias frios.
Você é mais que beleza, assim como meus versos, você é poesia.
Em seu aspecto decadente, a burguesia nacional será consideravelmente ajudada pelas burguesias ocidentais, que se apresentam como turistas amantes do exotismo, das caçadas, dos cassinos. A burguesia nacional organiza centros de repouso e de lazer e terapias de prazer destinados à burguesia ocidental. Essa atividade adotará o nome de turismo e será equiparada, nesse caso, a uma indústria nacional. Se quisermos uma prova dessa eventual transformação dos elementos da burguesia ex-colonizada em organizadores de festas para a burguesia ocidental, vale a pena evocar o que aconteceu na América Latina. Os cassinos de Havana, da Cidade do México, as praias do Rio, as garotas brasileiras, as garotas mexicanas, as mestiças de treze anos, Acapulco, Copacabana são estigmas dessa depravação da burguesia nacional. Por não ter ideias, por estar fechada em si mesma, apartada do povo, minada pela incapacidade congênita de pensar o conjunto dos problemas em função da totalidade da nação, a burguesia nacional vai assumir o papel de gerente das empresas do Ocidente e praticamente organizar seu país como lupanar da Europa.
Mais uma vez, é preciso ter diante dos olhos o espetáculo lamentável de determinadas repúblicas da América Latina. Depois de um voo rápido, os homens de negócios dos Estados Unidos, os grandes banqueiros, os tecnocratas desembarcam “nos trópicos” e de oito a dez dias mergulham na doce depravação que suas “reservas” lhes oferecem.
O comportamento dos proprietários de terras nacionais praticamente se identifica com o da burguesia das cidades. Os grandes agricultores exigiram, a partir da proclamação da independência, a nacionalização das propriedades agrícolas. Com o auxílio de uma série de negociatas, conseguiram se apropriar das fazendas antes pertencentes aos colonos, reforçando assim seu domínio sobre a região. Mas eles não tentam renovar a agricultura, intensificá-la ou integrá-la numa economia de fato nacional.
Na verdade, os proprietários de terras nacionais vão exigir do poder público que multiplique, em proveito deles, as facilidades e os privilégios que antes beneficiavam os colonos estrangeiros. A exploração dos trabalhadores agrícolas será reforçada e legitimada. Manipulando dois ou três slogans, esses novos colonos vão exigir dos trabalhadores agrícolas uma labuta enorme, evidentemente em nome do esforço nacional. Não haverá modernização da agricultura, nem plano de desenvolvimento, nem iniciativas, pois as iniciativas, que implicam um mínimo de risco, provocam pânico nesses meios e desnorteiam a burguesia fundiária, hesitante, prudente, que submerge cada vez mais nos circuitos instaurados pelo colonialismo. Nessas regiões, as iniciativas são próprias do governo. O governo é que as decide, estimula, financia. A burguesia agrícola recusa-se a assumir o menor risco. É contra a aposta, a aventura. Não quer trabalhar na incerteza. Exige o sólido, o rápido. Os lucros que embolsa, enormes, considerando a renda nacional, não são reinvestidos. Uma poupança economizada domina a psicologia desses proprietários de terras. Por vezes, sobretudo nos anos que se seguem à independência, a burguesia não hesita em confiar a bancos estrangeiros os lucros que aufere do solo nacional. Por outro lado, grandes quantias são utilizadas para fins de ostentação, em carros, em casas suntuosas, em todas as coisas bem descritas pelos economistas como características da burguesia subdesenvolvida.
Dissemos que a burguesia colonizada que ascende ao poder emprega sua agressividade de classe para se apossar dos cargos anteriormente ocupados pelos estrangeiros. De fato, logo após a independência, ela se choca com as sequelas humanas do colonialismo: advogados, comerciantes, proprietários rurais, médicos, funcionários de alto escalão. Vai lutar impiedosamente contra essa gente “que insulta a dignidade nacional”. Acena energicamente com as noções de nacionalização dos quadros, de africanização dos quadros. Com efeito, seu comportamento vai se caracterizar cada vez mais pelo racismo. Brutalmente, ela apresenta ao governo um problema claro: precisamos desses cargos. E só deixará de manifestar seu ressentimento quando tiver ocupado todos eles.
Por sua vez, o proletariado das cidades, a massa dos desempregados, os pequenos artesãos, aqueles que exercem os chamados pequenos ofícios se situam a favor dessa atitude nacionalista, mas sejamos justos: eles apenas copiam a atitude da burguesia. Se a burguesia nacional entra em competição com os europeus, então os artesãos e os pequenos ofícios começam a lutar contra os africanos não nacionais.
Oh Mar!
Será que eu poderia evitar, fazer boca boca sem lhe tocar, sentir o seu hálito e não beijar?
Oh Mar!
Será que valeu a pena sonhar;
Eu era a lua, você o mar.
Olhar as estrelas e nos amar?
Oh Mar!
Onde foi que eu errei? Se fui muito lento ou procrastinei? Eu certo ou errado, eu juro lhe amei.
Oh Mar!
Sentir que eras vasto e de cabeça me joguei, mas seu amor foi fluido, líquido, raso.
E de tão raso o teu perigo
não atinei e enquanto lhe amava me afoguei.
Oh Mar! Vê se transborda sem me afogar.
amor_in_versus
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