Dor seu Silencio

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"Prefiro ouvir o silêncio do que discutir com o barulho."

“Prefiro ficar em silêncio do que discutir com o barulho.”

"Grito em silêncio."

"Há um grito no meu silêncio."

O mundo mudou tanto que, para muitos, o afeto mais seguro passou a ter quatro patas e silêncio.

⁠Muitas orações feitas em silêncio chegam como um alarido no céu!

Antes do sol nascer, quando ainda está escuro, os pássaros começam a cantar e rompem o silêncio da noite; o céu começa a clarear

Na penumbra que antecede a alvorada, os pássaros rompem o silêncio da noite com sua melodia, anunciando a primeira luz do dia

Ele me amou em silêncio na cruz de braços abertos.

💕✨️" Naquele momento...guardado no tempo...pude perceber...sentir...o silencio infinito...e tendo as estrelas como testemunhas...debrucei...chorei...era o fim...a morte acabara de sacramentar...partiu...agora me perco na escuridão da saudade...ja não sei o que esperar...somente o eco do silencio...a dor da ausência...o vazio da alma."✨️💕

Em certas circunstâncias, o silêncio revela-se como a escolha mais sábia.

Algumas mortes são como sombras eternas, cercadas pelo silêncio do mistério.

Às vezes o silêncio da cidade diz mais do que qualquer testemunha.

O que vejo agora corta o silêncio como uma verdade que ninguém queria encarar

Enquanto a lua pintava a sombra do sol perdido, o silêncio aprendia a dançar com as lembranças.

As compras pela internet avançam em silêncio e já desenham o futuro da humanidade.

As compras pela internet avançam em silêncio, enquanto o futuro da humanidade se constrói atrás das telas.

A cicatriz não é apenas marca, é a história de uma cura que o corpo carrega e conta em silêncio.

Entre confete e silêncio

Nas ruas nasce fevereiro
com seus tambores solares,
uma alegria ensaiada
que aprende a sorrir mais alto que a fome.

O país veste plumas
para não ver as costuras abertas.
Cada lantejoula cobre
um buraco antigo do telhado.

Chamam de festa popular —
e é,
porque o povo é especialista
em sobreviver cantando.

Mas há um cansaço
escorrendo por baixo da tinta:
um mapa rasgado em avenidas,
um futuro vendido em três acordes.

O pão chega em migalhas,
o circo em carros alegóricos.
A multidão aprende o refrão
antes de aprender o porquê.

Enquanto isso,
nas casas quietas,
a solidão assiste pela televisão
um país que não cabe mais em si.

Ninguém é tolo sozinho —
é junto que a distração floresce.
É mais leve dançar
do que sustentar a pergunta.

E assim fevereiro passa:
o Brasil amanhece rouco,
coberto de papel picado,
sem lembrar o que tentava dizer.

Cuidado não é silêncio forçado, é escolha consciente de como falar.
— Emanuel Bernardo