Dor Exceto quem as Sente

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Tudo que você criar de negativo na sua mente vai interferir no que sente.

Nada te impede de viver o que sente vontade, apenas sua própria covardia.

A fome que a alma sente não consegue ser saciada com objetivos materiais.

Quando a mente não entende o coração, o coração sente negativo.


Quando a mente entende o coração, o coração sente positivo.

Não é egoísmo viver como você sente vontade; egoísmo é querer que os outros vivam a sua vontade.

Quanto mais dó, culpa e drama você sente por si mesmo, mais depressivo fica.


Quanto mais cobrança, pressão e medo você cria na sua vida, mais ansioso fica.


Quanto mais vive por obrigações, regras, ordens e rotinas, mais estressado fica.


Quanto mais negatividades você foca, mais negatividades aparecem.

Tudo o que você vê, ouve, cheira, toca, sente, de alguma forma, entra na sua mente e permanece lá, desde o nascimento. É como se sua mente fosse um vasto porão, um espaço quase infinito, onde tudo o que vivencia vai sendo guardado — como móveis, objetos e lembranças que se acumulam ao longo do tempo. A diferença é que, enquanto um porão tem limites, a mente humana é ilimitada, sempre expandindo, sempre recebendo mais informações.


À medida que essas experiências entram, sua mente começa a organizá-las, como um quebra-cabeça que vai sendo montado com peças que se encaixam. É assim que surgem seus pensamentos, sentimentos, ideias e até mesmo suas imaginações. Esses elementos são formados com base no que você já viu, ouviu, cheirou, tocou ou sentiu ao longo da vida. Eles entram na sua mente, quer você esteja atento ou distraído. Às vezes, esses estímulos chegam sem que você perceba, influenciando suas reações e escolhas de maneira quase imperceptível.


É fundamental refletir sobre os próprios comportamentos e questionar o que se está vivendo. Muitas vezes, estamos sendo influenciados por algo que nem notamos, como padrões de pensamento ou reações automáticas que foram moldadas ao longo dos anos, muitas vezes de forma inconsciente. Para saber o que realmente é bom para nós, é necessário parar e avaliar nossas atitudes, ideias e ações. É preciso ter o discernimento de questionar nossas escolhas e, ao fazer isso, podemos identificar o que é verdadeiramente benéfico e o que é uma influência externa que não condiz com o nosso bem-estar. O autoconhecimento é essencial para viver de maneira mais verdadeira e alinhada com o que é melhor para nós.

Mudar de vida é viver tudo aquilo que no fundo o sentimento sente vontade de viver na vida; o resto é só você tentando enganar sua própria mente por medo de mudar.

Nada impede de viver o que sente vontade, apenas o medo de arriscar viver o que sente vontade.

Não reprima o desejo de fazer ou viver aquilo que, no fundo, você sente vontade, seja algo considerado bom ou ruim. Esses desejos não surgem por acaso, eles fazem parte de você, das suas necessidades, da sua essência.

Ignorar ou tentar controlar essas vontades não faz com que desapareçam; ao contrário, elas continuam presentes, voltando de diferentes formas, às vezes mais intensas. É importante atender a essas vontades porque somente quando você as vive elas são realmente resolvidas. Ignorá-las não elimina nada, apenas cria um acúmulo de insatisfação, de frustração, que com o tempo se transforma em arrependimento.


E o arrependimento se torna muito difícil de suportar quando a vida se aproxima do fim e você percebe quantas oportunidades deixou passar, quantas experiências deixou de viver, apenas por medo, dúvidas ou por tentar agradar os outros. Os desejos são sinais claros do que você precisa ou quer viver, parte do seu aprendizado e do seu crescimento pessoal. Viver o que sentimos vontade nos permite, no futuro, olhar para trás com tranquilidade, sem se arrepender de não ter tentado.


Portanto, não se prive de viver o que existe dentro de você. Permita-se experimentar, sentir, errar, aprender e crescer. É melhor enfrentar as consequências de seguir suas vontades do que conviver com o arrependimento de nunca ter tentado. Cada desejo atendido é um passo para ter uma vida com experiências que você realmente viveu e sentiu.

Ninguém é obrigado a te amar do jeito que você quer, porque o amor não se força e cada um sente e vive o amor do seu jeito. Mas você pode amar do jeito que quiser, porque o amor que você dá é escolha sua. Amar é sobre o que você sente e oferece, não sobre o que você exige ou espera do outro.

Tudo o que você lê, ouve, vê, toca, sente e pensa, desde o seu nascimento, entra no seu inconsciente. Cada informação, cada experiência, vai se acumulando lá, muitas vezes sem que você perceba.


É importante ter cuidado com o que você interpreta na sua mente, pois a forma como você percebe as coisas pode influenciar diretamente nas suas emoções. Se você interpreta algo de forma negativa ou distorcida, isso pode gerar reações emocionais que, ao longo do tempo, afetam seu bem-estar. O que você permite entrar na sua mente muda o seu estado de espírito, por isso, é fundamental filtrar o que consome, seja através das palavras, imagens ou pensamentos, para proteger a sua saúde emocional e mental.

Fé não é só religião. Fé é acreditar naquilo que você sente, no que está dentro de você.

Se o que você sente é algo bom, sua fé é boa.
Se o que você sente é algo ruim, sua fé é ruim.

Se você acredita que está mal por dentro, essa é a sua fé, e, inevitavelmente, você vai se sentir mal.
Se você acredita que está bem por dentro, essa também é a sua fé, e, por isso, você vai se sentir bem.

A fé não está no passado, nem no futuro. Ela está no agora, no que você sente neste momento. A fé está dentro de você, no presente. Então, agora, dentro de si, pergunte: Qual é a sua fé?

A minha é simples: Estou em paz.

Se você não vive como sente vontade, vai viver como sua família quer, como seus amigos querem, como seu patrão quer, como a sociedade quer, como o mundo quer. Vai seguir expectativas, cumprir papéis, se encaixar no que esperam de você. Mas, no fim, vai esquecer de viver como realmente quer.

A angústia te ensina que você precisa mudar.

Veja bem, quantas vezes, do nada, você sente um surto? Ou fica com falta de ar? Depois muda e sente um aperto no peito. Depois muda e sente tristeza. Depois muda e sente um vazio. Depois muda e sente ódio. Depois muda e começa a chorar. Depois muda e acha que tem algum problema na cabeça. Depois muda e sente que tudo parece irreal. Depois muda e sente isso, sente aquilo, e assim por diante.

Isso é a angústia. Ela vive mudando de forma. Você tenta ignorá-la de um jeito, ela aparece de outro. Sabota um sentimento, e ela encontra outra maneira de se manifestar. Você passa o tempo todo tentando controlar o que sente, mas os "conflitos internos" nunca passam. E por quê? Porque a angústia está tentando te mostrar que você precisa mudar.

Até a angústia muda. E por que você não muda? Porque tem medo. Medo do que pode perder. Medo de se afastar de pessoas às quais se apegou. Medo de mudar os pensamentos que sustentou por tanto tempo. Medo de sair da rotina, da zona de conforto. Medo de abrir mão de tudo aquilo que, mesmo te fazendo mal, ainda te prende.

Então, em vez de mudar, você se apega às angústias. Prefere suportá-las a enfrentar a mudança. Mas a mudança é necessária. Mudar a forma como vive. Mudar os pensamentos. Mudar os sentimentos. Mudar os valores. Mudar as ideias. Mudar os lugares por onde anda. Mudar a si mesmo.

Enquanto você não muda, suas angústias continuarão mudando. Ou seja, mude.

Quem disfarça o que sente finge para si mesmo aquilo que não é.

O sentido é realizar tudo aquilo que no fundo sente vontade de fazer e viver;


E mesmo que não tenha vontade de nada, é uma vontade que deve buscar realizar.

"Quem nasceu para ser (sempre) vítima, sente vazio e sofre quando não existe crise, problema ou dissabor!"
Frase Minha 0409, Criada no Ano 2010

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

2011 📜 "Há pouco, vi um 'Esperto' por aqui, bem perto. Ele se sente feliz, mesmo sendo 'Esperto' entre aspas, coitado!"

Você é punido pelas suas atitudes, não pelo que você pensa ou sente.