Dor Exceto quem as Sente
Ela tem mania de enxergar quando sente porque para ela a primeira impressão de sua alma é visível. Ela é dessas; sensitiva.
Quando alguém nos sente compartilha dos mesmos sentimentos que a gente. É quando a alma sintoniza a mesma energia. É a personalidade despida e a essência vestida de verdade. É a alma a flor do amor que a gente sente na pele.
São suas formas de expressar o que sente por mim que te faz uníco.
O uníco que me tira do sério, o uníco que sabe me tirar um sorriso,
mesmo em pranto de lágrimas; o que me faz sonhar acordada, e acordada estar sonhando;
mesmo quando finge que não se importa... sei o quanto está se importando com este olhar discreto meio bobo tentando disfarçar
que sua essência poderia não misturar com a minha.... mais te falo garoto; você não faz idéia do quanto representa seu carinho, seu amor na minha existência.
—By Coelhinha
A humanidade — não toda — sente-se vazia por negar a si mesma aquilo que lhe é fonte de prazer e realização. A abstenção do Entregacionismo obscurece a esperança e enfraquece o impulso vital. Entregar-se à existência é participar do movimento inevitável da roda da vida.
Nada há de divino nisso. Nada de místico. Sem rezas, penitências ou promessas de absolvição: apenas o indivíduo diante das próprias vontades.
O desejo foi transformado em pecado por aqueles que temem as consequências da vida — embora, inevitavelmente, também vivam, desejem e se entreguem. O medo jamais extinguiu a vontade; apenas ensinou muitos a escondê-la.
Aquilo que nasce com o ser humano e o acompanha até o último instante não é a razão, nem a moral, nem a identidade social: é a vontade. Boa ou má segundo a óptica da ética, elevada ou condenável segundo o julgamento dos homens — ainda assim, vontade.
Entregar-se não significa abandonar o social, tampouco romper com o outro. Mesmo cercados por multidões, cada existência permanece singular. Toda entrega é íntima antes de tornar-se coletiva.
Não é o nome que torna alguém humano. Não é a pátria. Não são os sentimentos — os animais também conhecem pertencimento, afeto, perda e impulso.
Ser humano é reconhecer e nomear as próprias vontades.
Ser vivo é escolher sem colocar cada impulso na balança do medo.
Ser livre é entregar-se a si mesmo.
E existir é aceitar o movimento.
“Quem some não sente falta. Quem some não tá afim. É simples assim — mas a gente insiste em complicar.”
“A Síndrome de Clérambault é a prova de que, às vezes, o amor que você sente… só existe na sua cabeça.”
Quem não confia em si se sente incapaz e cheio de dúvidas. Desiste fácil das próprias ideias, mesmo boas, e deixa de falar o que pensa. Vive querendo ter certeza de tudo, controlar os outros e desconfiar de todos. Tem medo de errar, evita riscos e sofre ao enfrentar desafios. Cada falha vira prova de que não é capaz. Demora para decidir, principalmente sob pressão. A insegurança pode ser tão forte que a pessoa, com medo de não ser amada, fica possessiva e confunde amor com controle.Coisa de gente!
Alexandre Sefardi
A saudade costuma mostrar as flores e esconder os espinhos. O coração sente falta do amor, mas a memória precisa lembrar por que aquilo terminou.
A gratidão sente a vida como provedora;
o ingrato a transforma em devedora
do que jamais lhe foi prometido.
Quem não se sente confortável na bolha da moralidade espeta sua fragilidade com a agulha da sordidez.
Se com o crime organizado a polícia sente dificuldade em desvendar os casos, imagina com desorganização.
Fingir que não sente nada é como caminhar milhas num deserto,
Encontrar o mar, e evitar de se jogar com roupa e tudo.
Libertação não é mudança de ambiente, é mudança de natureza.
Quem sente saudade do que Deus mandou deixar ainda não entendeu o que é conversão.
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