Dor de um Homem

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A dor da alma
é como nenhuma outra
que já experimentou.
Ela arde com tal intensidade
que algo se parte
dentro de você.Morre a arrogância,a fome e toda ganância.Sobra só o medo
e o sofrer. E olhos pedindo misericórdia enquanto a angústia te assola .
Só quem já sentiu
pode entender…
a importância
de um abraço nesta hora.


Andréa

Perdi você

Na urgência do ganhar, perdi você,

quando a dor brinca, o drama ganha,

o coração que persegue o futuro com muita sede é comido pela fome do presente vazio, já a boca que tem proximidade com os sentimentos de outra boca ao ponto de sentir sua respiração, essa implora por uma paralisia instantânea do tempo na busca do deja vu do momento,

a cachoeira cai, as plantas choram, o rio corre, a saudade é densa,

na falta que abala o incrível é sobreviver.

Ultimo adeus




No descanso da dor singelos são os passos que buscam a estabilidade,


escondida nos gestos a sinceridade se identifica como a resposta das provações,


sentimentos nativos perdidos, pensamentos cativos rendidos, correnteza sem direção,


na frequência do abandono a simplicidade do imaginar é o sonar para o resgate pago como sons de música de ninar e suas doces melodias,


nos mistérios da intimidade, com a casa livre ou retraída a mesma luz que aquece o que pulsa sabe resfriar o que pensa,


nas emoções escondidas o encontro com as despesas do olhar cansado é entediado com o silêncio da saudade,


nos recados dos ventos e preso na insanidade do tempo os relâmpagos do teu rosto foram o meu ultimo abrigo e o meu ultimo adeus.

Os desejos e a solidão ( letra de música)




(Verso 1)
No silêncio da noite, a dor me invade,
Um passado dominador, em almas que ardem.
Sonhos desfeitos, em luta constante,
Amor perdido, num mundo distante.


(Refrão)
Paredes invisíveis, em um inverno denso,
A lua testemunha, a brisa do mar em meu pensamento.
Solidão que ecoa, em cada canção,
Um grito de alma, em busca de redenção.


(Verso 2)
As palavras se perdem, na voz que clama,
O violão chora, a melodia inflama.
Em cada acorde, a saudade persiste,
Em cada verso, a esperança resiste.


(Refrão)
Paredes invisíveis, em um inverno denso,
A lua testemunha, a brisa do mar em meu pensamento.
Solidão que ecoa, em cada canção,
Um grito de alma, em busca de redenção.


(Ponte)
No horizonte, a luz que se esvai,
Em cada lágrima, o adeus que cai.
A guitarra chora, a voz se eleva,
Em busca de um novo amanhecer.


(Refrão)
Paredes invisíveis, em um inverno denso,
A lua testemunha, a brisa do mar em meu pensamento.
Solidão que ecoa, em cada canção,
Um grito

Faroeste da dor




Clima seco e tóxico, palavras duras e promessas em vão,


Cavalos agitados, chapéu fora da cabeça, garrafas jogadas ao chão,


Olhares desconfiados, respiração trancada, mãos acompanhando os movimentos de risco,


Gritos na varanda, sorrisos dos chacais, embaixo do sol ardente uma cegueira repentina esconde o olhar triste de dois corações vadios,


No saque rápido um caiu e alguém ficou de pé com as lágrimas molhando as suas botas,


Na última olhada para trás um corpo continua caído, mas sua alma é vista vagando seguindo em sentido contrário,


A garrafa foi aberta, o veneno foi derramado, trágico momento de um duelo sem vencedor.

Não há aquele que não passe por tempos difíceis. A dor e a perda são parte da vida. Não sabemos porque tais coisas coisas acontecem, mas, quando nós convidamos Jesus, como socorro, Ele se faz sempre presente para fazer com que o bem resulte de toda adversidade.

Aos olhos de Deus, nossa história não se resume às tempestades que enfrentamos. A dor é parte da jornada, mas não define o destino.

Sentir faz parte da vida; até a dor pode se tornar instrumento de Deus para ensinar e curar.

A dor pode ser fardo, mas também pode ser semente; quando entregue a Deus, ela floresce em esperança.

A dor pode ser fardo, mas também pode ser semente. Pode aprisionar, mas também pode ensinar a voar. Cabe a você decidir se continua carregando pesos ou se transforma tudo em escolhas mais leves.

Deus é o socorro bem presente na angústia... não apenas Aquele que chega no fim da dor, mas o que caminha conosco durante o choro.

Há dias em que a dor é só uma marola... suave, quase mansa.
A gente até acredita que aprendeu a lidar. Mas então vem outra onda, maior, e nos engole por inteiro.

Com o tempo, aprendemos a verdade mais profunda: nadar na dor não é esquecer, mas sim aprender a respirar. É descobrir que o amor, a essência que nos conecta a Deus, jamais morre. Ele apenas se move.

Às vezes, o milagre não é o fim da dor, mas a força que Deus coloca em você para continuar.

A coragem de fechar a porta para um ciclo de dor é o primeiro passo para a liberdade.

O amor verdadeiro não se afoga, ele aprende a respirar mesmo nas águas da dor.

Diante da dor dos outros, percebi que há respostas que só o pranto revela. Respostas que não vêm em palavras, mas em presenças.

A fé não apaga a dor, mas transforma o caminho.
É a mão de Deus segurando a nossa, enquanto a alma aprende, devagar, a respirar de novo.

Nem toda dor precisa ser explicada… algumas precisam apenas ser entregues a Deus.

A dor pode ser um lugar… mas não é o destino.