Dor de um Homem
A dor de ser deixado de lado é silenciosa, mas profundamente cruel, muitas vezes dizemos que está tudo bem, forçamos um sorriso, fingimos maturidade, mas a verdade é que, por dentro, estamos sangrando, é uma ferida que não aparece na pele, mas corrói por dentro, lenta e dolorosamente, questionamo-nos o que fizemos de errado, onde falhamos, por que, mais uma vez, fomos trocados como se fôssemos insuficientes, as inseguranças gritam, o medo de ficar sozinho aperta o peito, e a sensação de não ser escolhido machuca como se confirmasse todos os nossos piores pensamentos e no meio desse turbilhão, vamos vestindo um sorriso falso, porque parece que apenas nos resta o peso de aprender a sobreviver, mais uma vez, com o vazio que alguém deixou.
A dor é inevitável, alguma hora da sua vida ela aparecerá, e pode ser tanto quanto dor física ou emocional. Nenhum ser humano escapa, você pode viver séculos de felicidade, mas certo momento a angústia bate na sua porta. Encontrar a felicidade é uma forma de encontrar a dor. Pessoas intensas sentem demais e sofrem demais com isso. Mas em algum momento você também encontra a sua verdadeira felicidade.
É agradável que experimentemos dor, não para nós, simples mortais, mas para Deus, que poderia nos livrar de todo sofrimento com apenas uma palavra.
Ninguém, literalmente Ninguém, conhece a dor que cada um carrega dentro de si, nem mesmo aqueles que julgam te conhecer,e no fim, é você que tem que ser forte todos os dias mesmo vendo tudo desmoronar.
Por mais dolorido que seja um término de relacionamento, tenha em mente que a dor vai passar e inevitavelmente você vai amar alguém de novo!
A VIDA EM RISOS E DOR
Até no riso o coração sente dor e o fim da alegria é tristeza e o dissabor.
Até no riso o coração sente dor e o fim da alegria é tristeza e o dissabor.
A verdadeira alegria vem de dentro, de um coração que reluz.
Que em cada canto da vida, revela de Cristo a luz.
Até no riso o coração sente dor e o fim da alegria é tristeza e o dissabor.
Até no riso o coração sente dor e o fim da alegria é tristeza e o dissabor.
Não espere da vida, mais do que a vida lhe dá.
Pois nada trouxemos pra esta vida e dela, nada vai levar.
Até no riso o coração sente dor e o fim da alegria é tristeza e o dissabor.
Até no riso o coração sente dor e o fim da alegria é tristeza e o dissabor.
Seja sempre sorriso em um mundo cheio de dor.
Pois até no sorriso também há dissabor.
O sorriso da alma, traz alegria ao rosto, nos enxendo de calma, revelando da vida o gosto
Até no riso o coração sente dor e o fim da alegria é tristeza e o dissabor.
Até no riso o coração sente dor e o fim da alegria é tristeza e o dissabor.
Se tem rosas, tem espinho, se tem espinho pode haver dor.
Pois até as rosas tem sua sorte, algumas relembram a morte, outras revelam o amor.
Até no riso o coração sente dor e o fim da alegria é tristeza e o dissabor.
Até no riso o coração sente dor e o fim da alegria é tristeza e o dissabor.
Cícero Marcos
Sinto uma dor profunda pelo que fiz. Mas a ideia de perder a sua presença e o seu amor é o que realmente me sufoca. Me perdoe para que a nossa história possa continuar.
quero revolucionar meu interior
apagar minha dor ...
interiorizo no momento
dar colorido ao pensamento
tenho força superior
de apagar esta dor
vou sorrir persistir
meu presente florir ...
tudo passa neste mundo
vou respirar bem fundo
Se mesmo com dor você perseverou, ainda que não tenha alcançado o objetivo principal, você triunfou.
O meu silêncio não é ausência de sentimento; é o cansaço de tentar explicar a dor para quem a causou.
Minhas lágrimas desenharam rios de dor no meu rosto, mas foram essas mesmas águas que regaram a semente da minha força. Hoje, eu não amo porque esqueci o que sofri, mas porque aprendi a transformar cada cicatriz em um degrau para algo maior.
Muitos me julgaram de longe, mas ninguém caminhou comigo na dor. Reconheço que caí, mas me levantei limpo. Venci o vício sem máscaras e sem a falsa caridade de instituições vazias. Só Deus e a minha perseverança sabem o que passei para deixar de beber e fumar.
Nascidos fomos, sob um céu de cinza e bruma,
Com a exata medida para a dor sem fim.
Duas metades buscando a mesma espuma,
Um laço trágico tecido em linho carmim.
Desde o primeiro olhar, a alma reconheceu
O espelho partido, a sua parte ausente.
Mas o destino, em escárnio, interveio,
Deixando a chama acesa, mas fria e renitente.
És meu avesso, a chave que a dor contém,
A prova viva de um amor que não se finda,
Mas entre nós, a sombra, o que convém,
O grito mudo de uma estrada que se cinda.
Melancolia em cada suspiro teu que ouço,
Tristeza funda em cada passo meu que dou.
Somos a tragédia do mais puro poço,
Onde a água clara nunca se encontrou.
Ah, esta união de almas, dramática e amarga,
Que nos condena ao longe, ao eterno anseio.
Uma febre que arde e que a vida embarga,
Um abraço negado, morrendo em meio ao meio.
E assim seguimos, dois espectros em conflito,
Ligados pela dor, não pelo doce intento.
Um poema de pranto que jamais foi dito,
O eco que restou de um amor sem sustento.
Vem, meu anjo. Eu chamo no silêncio que me veste,
Não com a voz, mas com a dor que me consome.
Sou um naufrágio à espera da maré celeste,
E em cada lágrima, sussurro o teu nome.
O amor que arde em mim não é brasa, é ruína;
Um fogo que devora, mas não aquece.
Se és a salvação, por que a sorte é tão mesquinha
E me oferece o céu apenas quando anoitece?
Eu te construí no altar da minha insônia,
Um relicário de promessas e prantos,
E agora, sem teu toque, sou só a autonomia
De um coração quebrado em mil recantos.
Vem, meu anjo, venha me salvar da queda
Que me separa do calor do teu abraço.
Sou o drama vivo, a tela despedida,
Que implora pelo brilho do teu traço.
Chega de manso e rasga esta mortalha de saudade.
Pois sem o teu olhar, sou apenas sombra fria;
A melancolia veste o manto da verdade:
Viver é te esperar em eterna agonia.
