Dor de um Homem

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⁠A dor de uma perca ninguem entende
só quem já passou, nem tente compriender.

Só sei dar risada
Não é que eu não tenha dor
Já chorei muito, já sofri
Sem ninguém para me abraçar
Mas aprendi a sorrir
Porque a vida é breve
E cada dia é uma dádiva
Que não se deve desperdiçar
Sorrio para as pessoas
Porque não sei o que elas passam
E talvez o meu sorriso
Seja um alento para elas
Sorrio para as coisas belas
Porque elas me encantam
E o meu sorriso reflete
A gratidão que eu sinto

⁠Na jornada da vida, a dor e o sofrimento são como mestres que nos ensinam lições preciosas. Cada desafio superado é um passo mais perto da conquista merecida.
Moabe Teles

Ninguém poupará você da dor. A crueldade é tão comum quanto a bondade.

⁠Se a dor não é nas costas,
Mas é no pé, na cabeça
Ou, até mesmo, no coração partido...

Já que a dor é sempre presente,
vou aprender a conviver com ela.
Aproveitar os momentos de entusiasmo,
prazer, alegria e tudo mais...
sabendo que ela nunca vai me abandonar.
Aprendi que ela é necessária para me mostrar que estou vivo, e cada dia mais forte, já que ela usa estratégias diferentes para me fazer continuar a senti-la.

⁠“Que sejam bem vindas as teorias?
Ou ao lixo as teorias?
A dor não a solicitamos,
suportar a dor é ato de heroísmo,
é não ter receio de viver.”

(Ótomo Rélcia)

⁠Nunca se apegue muito rápido pois a dor depois pode ser muito longa.

⁠Todas as coisas na terra passam:
Os dias maus passarão, os dias de amargura e de solidão, as dores e as lágrimas,as frustrações que as vezes nos fazem chorar, um dia passarão,até nossas vidas passarão.

"Morra por dor, mas nunca por amor"⁠

⁠A verdadeira dor da saudade não cicatriza nunca, um dia ou outro ela nos pega desprevenidos e acorda memórias que estavam dormindo profundamente. Precisamos aprender a conviver com nossas perdas e fazer as pazes com as nossas dores. Superar nunca foi sobre apagar da mente.

⁠No vazio dos dias, anseio por calor,
Sem abraços, a solidão me consome em dor.
Mas ao abraçar quem amo, a alma se aquieta,
Num instante efêmero, a tristeza se inquieta.

⁠A dor faz isso com você. Transforma você em uma coisa que você não é.

Filhos trazem alegria e dor. Alegria por existirem e dor por ver como o mundo é difícil para eles. É normal nos perguntar: fizemos bem em trazê-los à existência? No final sempre acreditamos que sim, mas nem por isso deixamos de sofrer.⁠

⁠Viver, pra que?
Por um proposito que não conseguirei entender?
Viver porque?
So há dor e cansaço até que eu consiga saber.
Importa quem sou? Ou quem fui? Importa se fui ou se vou?
Importa se há algo ou se algo ainda restou?
Sei lá;
sei lá eu quem sou.
Perdido, distante, desatento, longe, muito longe, desgarrado do amor.

⁠Sei que amo exatamente por causa dos abismos, por causa da coragem e da dor de olhá-los na cara. Sei que não sou amada.

⁠amar demais é bom quando é correspondido, quando não é
Se torna apenas dor.

⁠A dor vem para curar!
De vez em quando me pego pensando em você⁠, no teu sorriso, no teu olhar, por esse prévio momento meu mundo vira de pernas para o ar. Por que essa dor perdura em esvair-se de mim.
E as fotos da galeria que eu nem lembrava que existia, insistem em aparacer para mim, e me põem em dúvida. Será que um dia essa dor vai ter fim?
Muitos dizem que a dor é o processo de cura. Em mim ocorre um misto de emoções, tristeza, saudade, até felicidade por recordar os momentos bons que tivemos.
Se existe verdade em admitir, eu desconheço. Cada vez mais eu padeço e me perco num abismo. Só me resta a lembrança e uma cicatriz de doi no meu âmago mais do que eu consigo descrever.

Entre o Eco da Ausência e o Grito do Silêncio

Diante das palavras impregnadas de desapego e dor, surge uma resposta silenciosa, tecida com fios de reflexão e resignação. É como se cada frase fosse um eco, reverberando nos cantos sombrios da alma, mas também iluminando os recantos mais profundos do coração.

Não é a falta que se faz presente, mas sim a presença ausente, uma ausência que se manifesta de formas indizíveis. É a memória que se esvai, o cheiro que se dissipa, o toque que se desvanece. É o reconhecimento de que o que um dia foi, agora não passa de sombras fugidias, dissipando-se com o vento.

E mesmo diante dessa ausência, há uma ânsia que se insinua, uma vontade de confrontar os fantasmas do passado, de encarar de frente a distância que separa o que já foi e o que resta agora. É como se a própria alma se revoltasse contra a lembrança do que um dia a aprisionou, buscando expurgar qualquer vestígio daquilo que já não lhe pertence mais.

Mas entre as linhas desse desabafo, há também um silêncio que grita, um vazio que ecoa. É a solidão que se faz companhia, o eco dos dias vazios, a resignação diante do inevitável. E no meio desse turbilhão de emoções, resta apenas o gesto simbólico de tentar exorcizar o passado, de purificar a alma daquilo que já não a alimenta mais.

Assim, entre a ânsia e o silêncio, entre a distância e a resignação, essa prosa se insere como um suspiro, uma última tentativa de libertação, um ato de coragem diante da incerteza do amanhã. É o retrato de uma jornada interior, onde o amor e a dor se entrelaçam em um eterno jogo de sombras e luz.

⁠As pessoas sempre me pedem ajuda e carinho.
Esse sorriso maldito protege e afasta toda dor deles mas e o meu sofrimento como afastar, sendo que ninguém nunca vai saber quando será meu último sorriso ou quando finalmente a última proteção da minha mente romper e as vozes ganharem e no fim esse maldito sorriso sera meu fim... As vezes só quero chorar mas ele não deixa ele me força a ser uma muralha mas a muralha esta quase desmoronando......

Resistência e esperança: A luta contra o preconceito!

Vozes que ecoam gritos de dor,
Silenciadas por uma sociedade surda.
Racismo é a corrente que prende o amor,
E deixa a justiça em uma estrada curva.

No peito, um clamor por igualdade,
Caminhando juntos, em fraternidade.
Contra o preconceito, erguemos bandeira,
Por um amanhã de justiça verdadeira.

Sob a sombra do preconceito, em silêncio se esconde.
Uma dor que corrói, um grito que responde.
A cor da pele, tão bela, tão viva,
carrega a história e traz uma nova vida.

Olhos que me julgam, bocas que me ferem.
Mas minha alma é forte,e meus sonhos não se perdem.
Pele Negra, orgulho, herança, resiliência que floresce na dança.

Em cada rosto uma luta, um sonho, um desejo, de um mundo mais justo, que seja o ensejo.
Que a cor não seja uma marca de opressão,
mas o sinônimo de força, amor e união.

Histórias de luta, de dor e de glória,
Gravadas na alma, e na memória.
Que a chama da justiça, sempre acesa, esteja,
E que a humanidade, enfim, se veja.

A cor não é prisão, mas expressão,
De um mundo diverso, em união.
Que o ódio sucumba ao abraço,
E a paz se construa passo a passo.

Que o amor destrua cada barreira,
E a liberdade seja nossa companheira.
De mãos dadas, seguimos na jornada,
Onde a cor não define, mas a alma é sagrada.

Quebram-se as correntes do passado,
Onde o racismo foi moldado.
E nasce um novo alvorecer,
Onde todos podem florescer.

No horizonte, um sonho desenhado,
De um mundo mais justo e amado.
Liberdade, semente de igualdade,
Que germina em paz e fraternidade.

Onde a cor não seja um fardo,
Mas um tom num quadro sagrado.
E o racismo, desfeito em pó,
Deixa a humanidade viver sem nós.

Juntos somos fortes, unidos venceremos,
Contra a ignorância e o ódio lutaremos.
Com coragem e amor, a paz construiremos,
Um mundo melhor, para todos, sonharemos.

Onde o racismo perde seu chão,
E a igualdade se faz canção.
Nos campos da vida, semeamos amor,
E colhemos um mundo de puro valor.