Dor de um Homem
AH! SAUDADE
Ah! Saudade
Dor que vem devagarzinho, de mansinho,
Vai chegando como quem não nada quer ...
Se instala sem pedir licença...
Como o vento...é brisa que vai aumentando sem se ver...
Ah!...Saudade...
Tu és a ausência de alguma presença...
És a musa inspiradora dos poetas...
Companheira dos amores perdidos... desiludidos, sofridos...
Dos amores banidos...
Ah!...Saudade...
Lição de vida...
E que lição... que vida...
Vida vivida... aprendida...sofrida.
Lição de quem já amou, sofreu ...enfim... viveu.
Ah!... Saudade...
Saudade da infância...das brincadeira... dos lugares...
dos amigos...dos parceiros...falsos ou verdadeiros,
Dos namoros, das musicas, das conversas,
Saudade é dor doida...
Porem,sincera...verdadeira...
Ah!... Saudade...
Enfim... saudade...
Companheira de uma vida inteira...
Ninguém sabe mais sobre mim do que eu mesma.
Eu conheço a minha dor e sei o que pode curar;
Eu conheço os meus limites e sei até onde posso ir;
Eu conheço a minha alegria e sei o que a faz aumentar;
Eu conheço a minha força e sei como posso me levantar;
Eu conheço a minha fé e sei quem pode me ajudar.
Portanto se você não é Deus, não cabe a você me julgar.
Estás enganado se pensas que sei lidar com a dor...
Quem a suporta não sou eu!
Quem a suporta é outra de mim, que surge dos escombros de não sei onde, nem de quê, e se esconde da vida que pulsa para continuar respirando...
Esta tem ombros de aço
Olhos de águia
Mãos que transformam
É invencível na solidão de seu sofrimento
Às vezes incompreendida em seu silêncio, mas quando intui o seu próprio fim, se incendeia e renasce das cinzas, cedendo lugar à outra parte de mim, àquela que realmente sou, que aparece para vida que pulsa, para também continuar respirando...
Esta, sim, tem magia no olhar
Alegria contagiante
Mãos que acariciam
Olhos apaixonados
Sorriso fácil
Não aprecia a solidão, e se perde na simples leveza das asas de uma borboleta a transportar o recente cinza da vida para um passado tão distante, que de tão distante, não existe mais...
Poucos sabem da dor que passei... poucos sabem da agonia que senti... mas todos deveriam saber que nem tudo foi feito para todos.
Quero viver para Deus na alegria ou na dor, na guerra ou na paz, pois viver para Ele é tudo que sei.
A sua mente sente a dor, o sofrimento; ela sente todos os tipos de emoção, apegos, desejo, anseio, mas isso tudo é projeção da mente. Por trás da mente está o eu verdadeiro, que nunca vai a lugar nenhum. Ele está sempre aqui.
Se você estiver com raiva, então fique com raiva e não julgue dizendo se isso é bom ou ruim. E esta é a diferença das emoções negativas e as positivas: se você tomar consciência de uma certa emoção e ela se dissipar quando você toma consciência dela, é porque ela é negativa. Se ao tomar consciência da emoção, você se tornar essa emoção, se essa emoção não se espalhar e então essa emoção se tornar o seu ser, ela é positiva.
A consciência trabalha de forma diferente em cada um desses casos. Se for uma emoção venenosa, você se livra dela por meio da consciência. Se ela for benéfica, alegre, extasiante, você e ela se tornam uma coisa só.
A consciência se aprofunda. Então para mim, o critério é sempre este: se algo se aprofunda com sua consciência, isto é bom; se algo se dissipa com a sua consciência é porque isso é ruim.
Tudo o que não pode ficar na consciência é pecado e tudo o que cresce com a consciência é virtude. Virtude e pecado não são conceitos sociais, eles são realizações interiores.
Basta que você seja autêntico; essa autenticidade com suas emoções lhe possibilitará um vislumbre do real. Só o que é real pode conhecer o real, só a verdade pode conhecer a verdade, só o autêntico pode conhecer o autêntico que circunda você. Aprofunde-se na consciência, e reconheça-se.
Tudo passa, menina. Dói, eu sei, mas uma hora vai passar, machuca, corrói, mas a sua dor o tempo vai curar. Sempre ouvi que o tempo era o melhor remédio, talvez ele seja mesmo, ele não vai fazer com que essa dor suma e muito menos que o motivo dela não exista mais, mas ele vai fazer essa dor deixar de estar em primeiro lugar...
Sim, você vai voltar a sorrir de novo, e eu prometo que era daquele jeitinho mesmo que você sorria... um sorriso sincero… eu sei que talvez você não lembre qual foi a última vez que deu um sorriso sincero, aquele sorriso que vem de dentro e aflora, mas eu prometo que um dia, você não vai mais precisar forçar para sorrir, você não vai sentir um aperto no peito quando ouvir aquele assunto de novo, o assunto proibido né? Você não vai mais ter que disfarçar e dizer "estou bem" da boca pra fora. Eu prometo que vai chegar o dia em que ouvir o nome dele vai ser como ouvir qualquer outro, que ao falar o nome dele, a entonação da sua voz não vai mudar e que ao passar perto dele nenhum gelo vai subir pelo seu peito, eu prometo... é tudo uma questão de tempo. Vai ficar tudo bem, essa dor vai passar, coração partido nunca levou ninguém a parar no hospital menina, e não é agora que vai levar.
A dor, que às vezes vem, me faz feliz também, pois nela me recordo o valor que tem a cruz. Quando a noite esconde a luz, Deus acende as estrelas.
Viva e ame, mesmo que você sofra com a dor da separação, a dor da perda. Pode acreditar, valeu a pena.
Não quero lembrar do passado...
Porque dele só restou dor.
Não quero lembrar da dor que senti, porque ainda sinto dentro de mim.
Quisera eu esquecer de tudo que passou...
quisera eu não sentir o que ainda sinto...
Muita dor ... muita tristeza...muita saudade...
uma mistura de sentimentos que estão me matando lentamente por não saber viver o presente...e sim viver do passado.
Saber superar a dor de ter um coração partido não é apenas substituir por um novo amor. Mas sim superar o tempo sofrido, enganando a solidão deixada pelo amor partido... Apenas não tenha medo de amar mais do que ser amado.
A dor é uma coisa muito esquisita; ficamos tão desamparados diante dela... É como uma janela que simplesmente se abre conforme seu próprio capricho. O aposento fica frio, e nada podemos fazer senão tremer. Mas abre-se menos cada vez, e menos ainda. E um dia nos espantamos porque ela se fechou de vez.
A Fragilidade da Confiança: Quando Ser Ouvida Se Torna Uma Nova Dor
Quebrar minha confiança depois que me abri, depois que confiei a você minhas dores mais profundas, é mais do que uma decepção — é me fazer reviver tudo o que lutei para superar. Quando falei dos meus medos, das minhas cicatrizes, quando me permiti ser vulnerável, eu estava entregando uma parte frágil de mim, acreditando que seria acolhida, não exposta.
Trair essa confiança não é só uma falha, é uma ferida reaberta. É me fazer sentir, mais uma vez, que segurança é apenas uma ilusão, que o cuidado que esperei encontrar era apenas um reflexo distorcido. Quando alguém rompe essa confiança, não é só no outro que deixo de acreditar — começo a duvidar de mim mesma, da minha capacidade de confiar, de me entregar sem medo.
Reconstruir essa confiança parece impossível. Não porque não queira, mas porque o medo grita mais alto. Porque uma vez que sou ferida por quem prometeu me proteger, tudo o que resta é a sensação de estar, mais uma vez, desprotegida no mundo.
O Peso de Sentir em Silêncio
É difícil lidar com a dor e, ao mesmo tempo, ter consciência dela.
Difícil lutar contra a vontade de desistir e, ao mesmo tempo, querer seguir.
Difícil segurar o próprio peso sem querer ser um peso para ninguém.
Eu sei o que carrego. Sei da minha dor, da minha luta. Sei que não sou o centro do mundo e que todos têm seus próprios problemas. Por isso, me contenho. Por isso, me silencio. Por isso, engulo as palavras antes que pareçam um pedido de socorro inconveniente.
Não quero ser fardo, não quero ser vítima, não quero estar sempre no mesmo lugar de vulnerabilidade. Eu tento. Eu busco. Eu me movimento. Mesmo quando parece impossível, eu me esforço.
Mas o que é mais difícil nisso tudo?
Talvez seja entender todo mundo enquanto ninguém me entende.
Talvez seja cuidar para não incomodar enquanto ninguém percebe o quanto dói.
Talvez seja ser forte o suficiente para lutar contra a dor, mas não o bastante para ser compreendida.
E assim sigo: entre a vontade de sumir e a necessidade de continuar. Entre o silêncio e o grito que nunca sai. Entre a consciência de tudo e a sensação de que minimizam.
Se soubessem quantas vezes ouvi palavras de onde menos esperava…
E como, em certos momentos, a vontade de morrer se torna um sussurro persistente só para que, no fim de tudo, percebam que era real – cada suspiro das palavras ditas e das que foram sufocadas dentro de mim.
