Dor de um Homem
Um dia todos iremos sentir o peso do tempo que passou, a dor da lembrança, e o sufoco da saudade.
O tempo sempre vence .
Um dia todos iremos sentir o peso do tempo que passou, a dor da lembrança, e o sufoco da saudade .
O tempo irá te vencer .
YakuzaMoon § JWC
A pior dor é a morte.
Ela é silenciosa, e ninguém sente até o dia que ela chega e devasta com tudo.
Ninguém está preparado para algo pior que ela, A SAUDADE.
YakuzaMoon_JWC Autism
Meu coração já lutou por amor conheceu o sofrimento, e dor
Meu coração também já conseguiu amar demais, mas esse coração já desistiu vai seguir sempre vazio.
Não ignore quem te ame de verdade
Se você não conhece a dor de uma saudade
Cuide do amor que você tem, pois talvez você não saiba o vazio que fica quando se perde alguém
Peço desculpas por ser assim;
Sinto o que não devia sentir;
Em meu peito, dor ardente;
Minha mente, solidão...
Meu cotovelo a doer;
Coração a partir;
Frustação sem fim;
Medo, sem razão...
Egoísmo sem igual;
Interesse, descomunhal;
Medo.. Sem igual!
Abraço, inigual..
Lágrimas à segurar;
Paixão, sem igual;
Tú ao meu lado;
Sonho, surreal..
Não, não existe masoquista para emoção.
Algumas pessoas sentem prazer na dor. Porém ninguém gosta de sofrer. Pois é, parece contraditório. Contudo pessoas que dizem ou parecem gostar disso está apenas protegendo-se de si mesma.
Nem tudo o que parece amor é vínculo.
Quando o afeto é uma encenação, a dor é o único sentimento verdadeiro.
Não mais sentiu seus membros, a dor pela primeira vez em sua existência havia abandonado seu corpo. Gonnifer sorriu, estava feliz após muito tempo de obscuridade e tenebrismo; feliz, por ter encontrado o que desejava, pois não precisaria mais de antídoto.
Convivo com a dor e não a renego, nem almejo substituíla, é devido a ela que aprendi a dar valor nas vastas contingências que nos rodeiam.
Bailarino Exemplar
As lágrimas já secaram.
O sangue já parou de jorrar.
Não havia mais a dor.
Sentir era algo tão distante
que já não se lembrava mais
como era chorar,
como era sangrar,
como era se doer,
não se lembrava como era sentir.
Mesmo assim
continuava a rodopiar na ponta dos pés —
pés?
Se quer havia pés?
E não sabia,
apenas dançava.
Dançava com vaidade,
aquela vaidade
que não respeita a vida,
muito menos a consequência da morte.
Era oco.
Muito oco.
Tão oco que não sabia o porquê dançava.
Bailarino Exemplar,
suas sapatilhas já gastas
de tanto arrastarem no chão,
todos seus 20 dedos já machucados.
Bailarino Exemplar,
sua carne já se apodreceu,
seus sentimentos,
suas angústias,
suas memórias —
tudo que é doce
Bailarino Exemplar tinha
foi enterrado junto a sua alma.
Mesmo assim dança,
e como dança!
Rodopie mais, Bailarino!
Já que foi a única coisa que lhe restou.
Doce e terna
vaidade das vaidades.
