Dizeres sobre a Vida
A maldade cairá sem sombra de arrependimento, pois a paz será soberano sobre a vida dos justos;
Nem tudo me convém, porém a bondade intensifica em meu coração;
Quero somente a ti meu senhor que me conforta e me liberta de minha enfermidade;
A arrogância de um coração que tem a pretensão de especie em viver sobre asas de uma vida fácil, negligência à um amor verdadeiro;
Portanto essa vida louca me acena com um sorriso impecável, gesticulando sentimentos louváveis;
Crie expectativas sobre sua própria vida, sobre seu próprio coração perceba o que ele precisa para você saber ler e entender suas necessidades;
Sinta o sentimento e deixe-o agir dentro de você para que você saiba o que é felicidade;
Não tenha prioridades permanentes a corações temporários, mas viva uma eternidade a coração estável;
Saiba sempre diferenciar as coisas da vida, pois sobre o bem e o bom é uma lição, pois nem todo bem é bom ao coração e nem tudo que se mostre bom faz bem a alma;
Enquanto não conseguirmos falar sobre alguma fase da nossa vida que nos feriu, e dizemos não quero falar mais nisto, é passado...estamos a mentir a nós mesmos, apenas não queremos acordar o monstro que está ali e que a qualquer momento nos pode atacar, o medo quer vencer-nos!
Quando enfrentamos o medo e falamos abertamente sobre esses assuntos, ou momentos, nessa altura sim, ultrapassamos com sabedoria e eliminamos o monstro de vez!
Um resultado excelente na Vida tem a ver com clareza sobre o funcionamento das coisas. Somos ignorantes e manipuláveis. Por causa disso acabamos estagnados, derrotados, dormitando, entregues ao acaso, quando na realidade tudo é possível e está ao nosso alcance.
Nós éramos tão jovens
achávamos que sabíamos tudo sobre a vida
mas o tempo passou e nos mostrou
que ainda há muito para ver e aprender
que a vida passa rápido
mas que apesar de todas as mudanças
existem algumas coisas que permanecem iguais
não importa quanto tempo passe
Sobre os que habitam as sombras…
Há, na vastidão da vida, criaturas que não conhecem o ímpeto de criar, nem o ardor de conquistar. Sua existência se arrasta como um nevoeiro denso, alimentando-se não daquilo que oferecem, mas do que sugam de outrem. Estas almas, tão desprovidas de força para erguer a própria morada, preferem rondar as ruínas alheias, como aves que não sabem cantar nem caçar, mas que vivem à espreita do cessar de um coração.
Vou te contar sobre os urubus. Eles não possuem garras para o ato feroz, tampouco asas para o voo nobre. Não derramam sangue por um combate justo, nem se encharcam na coragem de um enfrentamento direto. Sua subsistência é a morte alheia — um banquete que não provocaram, mas que esperaram pacientemente, com olhos vazios e fixos, na esperança de que a vida, por si só, lhes conceda o que não têm coragem de buscar.
E o que dizer dos homens que se assemelham a essas aves? Há quem passe os dias não vivendo, mas observando. Seus olhos não enxergam horizontes próprios, apenas os passos titubeantes dos que ousam caminhar. Não se movem pela criação, mas pelo colapso. Não brilham, mas se alimentam da escuridão. Esperam, no silêncio de suas sombras, que o fracasso de outro lhes sirva de sustento, como se a queda alheia pudesse, de algum modo, preencher o abismo dentro de si.
Mas eis a ironia: os urubus, tão acostumados à calmaria fúnebre, tremem diante da luz e do movimento. A claridade os cega, o ritmo os desorienta. Da mesma forma, essas pessoas que vivem à margem, à espreita, só conseguem se aproximar de quem se detém, de quem apaga o próprio brilho para caber na penumbra que elas habitam.
Então, se desejas manter os urubus — humanos ou não — longe de ti, a resposta é simples: brilhe. Não um brilho qualquer, mas um que irradie tua essência, tua verdade, tua capacidade de criar, mesmo em meio ao caos. E não pares. O movimento contínuo é o antídoto para os olhos que vigiam e as mãos que esperam. Quem brilha e avança não deixa espaço para os que vivem da espera.
Pois, no fundo, a luz não apenas afasta as sombras; ela as dissolve. E o movimento não apenas confunde; ele liberta. Que tua jornada seja uma dança incessante de luz e vida, um espetáculo que os urubus jamais poderão alcançar.
Sobre a vida e fé…
Que o instante se faça arte, no sopro do existir,
Um bailado constante, no tempo a prosseguir.
A cada alvorada, um dom que se revela,
O olhar desperto que a essência desvela.
Gratidão que floresce em cada pormenor,
No riso que ecoa, no mais terno calor.
Mudar o panorama, desvendar novo viés,
Verter luz no cinza, em sublimes revés.
O afeto em mil faces, que abraça e que conduz,
Em pura verdade, nossa própria luz.
Ser o que se é, sem receio ou disfarce,
No âmago da alma, que a felicidade enlace.
A crença que eleva, que não deixa esmorecer,
Impulso que transcende o simples acontecer.
E a dádiva divina, em tudo a nos cercar,
Sentidos aflorados, para sentir, amar e usar.
Sobre os maus tratos com Crianças
Poucas coisas nesta vida me impressionam.
Poucas coisas nesta vida me fazem realmente não querer fazer parte deste mundo.
Poucas coisas no mundo me fazem duvidar da existência de um ser supremo benevolente e controlador de tudo e todos.
Poucas coisas nesta vida me fazem questionar a real função de existirmos.
Poucas coisas nesta vida me faz sentir nojo de ser o que sou e ter o que tenho.
Poucas coisas me fazem perder a conexão racional com Jesus.
Poucas coisas me fazem duvidar que existe um plano superior voltado a redenção humana e a glória divina.
Muitas, são as coisas que me fazem questionar a função das instituições, políticas, filantrópicas e religiosas que existem no mundo, não digo isso no sentido institucional, e sim no sentido filosófico ou até prático da questão.
Como pode existir tanto dinheiro no mundo tanta comida, como pode existir um Deus benevolente que permiti isso, como pode tanto sofrimento com os que nem conseguem se proteger "Deus por que ?"
Qual o sentido disso, qual a explicação racional e verdadeira para isso?
Meu Deus, poupa as crianças , poupa eles pai, olhe por eles, derrame tua fúria senhor sobre o mal sobre os avarentos pai, elimina senhor os causadores disso.
A vida é uma questão de equilíbrio. Não se trata de fugir dos maus momentos. É sobre como criar bons tempos suficientes de que eles prevaleçam sobre o mau momento.
Deus está do outro lado do rio nos esperando, mesmo ele tendo todo o poder até sobre o rio,(vida e morte) estamos caminhando sozinhos, tudo que precisamos ele nos deu...Uma missão nada mais....
Entenda, Deus não irá fazer nada por nós, ele ja fez tudo que precisava, agora temos que fazer nossa parte, eu não peço nada a ele, apenas agradeço, até na desgraça eu sigo dando graça, se isso o faz feliz, é porque estou melhorando....
Até que a justiça apareça na terra acima da lei injusta e, a fé embaixo dos entulhos floresça como a erva e diga: eis ai teu filho.
A vida nunca foi simplesmente sobre dar e receber, mas sobretudo, sobre pertencer a verdadeira essência em não parecer o que se é, mas verdadeiramente ser
"Uma dose de Realismo Existencial, desperta qualquer um para a verdade sobre essa efêmera vida a qual temos que contemplar, dessa forma, se você investiga e aceitar os fatos como são, pode ser curado das insanidades a qual é ensinado a acreditar, sabendo a verdade como ela é, vendo que não é como dizem ser."
"Pra quem tem fé, a vida nunca tem fim."
Eu falo sobre a vida para mim mesma,
E sempre que tenho, sequer um segundo para não pensar em nada,
Me questiono: o que é a vida? O que é estar vivo?
E qual o sentido disso tudo? Por que tem fim?
Falo de vida, de como vale a pena viver pelas coisas boas,
Mesmo elas sendo pequenas e mínimas.
Tudo pode estar horrível agora, mas, como eu,
Prometa sobreviver e viver pelos detalhes que fazem você feliz.
Viva pelas músicas que te dão prazer ao ouvir,
Viva pela companhia de alguém que você gosta,
Viva pelo hobby que te faz feliz,
Viva pelas sensações. E sim, vale a pena,
eles vivem por você, viva por eles também.
O que seria das músicas se você não existisse para sentir prazer em ouvi-las?
O que seria daquele pobre ser, sem você para desfrutar de sua companhia?
O que seria dos seus hobbies, sem você para executá-los e chamá-los de "meus"?
O que seria dos sentimentos, sem você para senti-los?
Viver vale a pena sim, a vida é bonita sim, é cor de rosa sim!
Você enxerga a vida do jeito que quiser.
E essa é a graça, você tem todo controle.
Sinta, respire, ouça, olhe,
VIVA!
Quando menos esperar, você vai perceber que já está de luto pelo fim, e não mais desejando antecipá-lo.
"Pra quem tem fé, a vida nunca tem fim."
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