Dizer eu te Amo e coisa seria
Deus, até aqui eu sobrevivi, foram tantos anos de luta física e espiritual.
Mas nesse momento, eu estou cansada, esgotada, pois nessa vida de lutas constantes, uma hora a gente desanima.
E hoje Deus, venho te pedir, que não me abandone, me ajude a ter fé e a certeza de que tudo dará certo.
Que o senhor afaste de nossas vidas tudo que há de ruim, a tristeza, angústia, depressão, pessoas que não desejam nosso progresso.
Afaste de nossas vidas o desânimo, a procrastinação, palavras negativas e a falta de fé.
Que em nossas vidas hoje tenhamos somente alegrias, muita saúde física e espiritual, prosperidade e muitas fé nos dias que virão.
Eu te entrego hoje meu Deus, minha família, meus animais, minha casa e toda minha vida, faça tudo que for da vontade do senhor, estou em suas mãos 🙏
Obrigada Deus por essa conversa, sei que tudo já deu certo 🙏 🥰
Eu acredito que a maior parte dos problemas podem ser resolvidos apenas dizendo "vou fazer" ou "vou desistir".
Por que fui olhar em teus olhos, se tudo que eu queria nessa vida era não mais me apaixonar.
09/11/18
Eu vivo em um casulo,onde tenho as vezes necessidade de sair dele para provar do prazer da carne,e depois retorno para o casulo onde resido de uma maneira macabra.
Há sempre o seu cheiro no meu lençol… A cada encontro, eu fico cada vez mais impregnado de amor e desejo… É uma vontade de estar ao seu lado que não cessa, que não tem fim! Teu cheiro no meu lençol é como uma semente do amor plantada em meu coração! Só faz crescer a cada vez que eu te encontro e te sinto perto de mim, a cada vez que eu sinto o teu cheiro aqui.
As coisas não têm estado bem nos últimos anos
E eu não sei mais onde guardar as minhas lágrimas.
Ainda dói muito tudo isso, mas eu me tornei um personagem da minha própria tristeza
A cada dia eu acordo com vontade de não acordar mais
E viro a cabeça na cama e olho para o teto e não consigo enxergar a luz
Ainda dói muito tudo isso
A cada passo que dei tentando fugir, eu acabei por seguir um caminho que me levou a um grande precipício.
E todos os sorrisos que eu dei foram uma farsa
Eu tento, tento, eu tento todos os dias me tornar uma pessoa forte e poder reconstruir o meu caminho
Mas, ainda dói muito tudo isso.
Eu grito, grito, eu grito, mas eu estou sozinho
Me desculpem por eu não gostar de despedidas
Me desculpem por querer ir embora
Me desculpem por não saber onde guardar as minhas lágrimas
Mas ainda dói muito tudo isso
Ninguém está contando o tempo comigo! As horas passam com um piscar de olhos! E eu me encontro a choramingar, infeliz aqui dentro! O coração aflito! A vida é como uma mágica, a energia acende a luz, quando se vê, já brilhou! E quando se vê, já apagou! Vamos ser ligeiros e viver essa vida com destreza! De pouco vale contar o tempo que passa, vivendo a vida com tristeza! Porque o tempo passa e o relógio do tempo é como mágica! Quando se vê, a luz apagou , a hora passou e a vida acabou!
" A minha vida é algo que eu não tenho limites tenho fé pois aquele que nos ama a todo instante observa nossos passos cuidando de todos nós."
Quando não sei pintar, eu escrevo; quando não sei escrever, eu pinto. E quando nenhuma dessas linguagens me basta, eu esculpo. Se não há nada para escrever, pintar ou esculpir, uso meu corpo como instrumento, expressando meu ativismo através da linguagem. Essa é a essência da minha arte: uma busca constante por comunicar o que palavras e formas não podem captar plenamente. É a tradução das profundezas do meu ser em atos criativos, sempre explorando as possibilidades infinitas da expressão.
Bosch e eu: entre a crítica e a ferida colonial
De todos os artistas europeus, há apenas um que ainda me atravessa: Hieronymus Bosch. Ele me coloniza — não pela forma, não pela técnica, mas pela crítica feroz que carrega. Bosch é o único colonizador que ainda habita meus delírios, talvez porque a acidez do seu olhar sobre o mundo medieval encontre eco no que eu também preciso denunciar.
Ele pintava o colapso moral da Europa — os vícios, o poder podre, a queda da alma. Eu pinto outro colapso: o da terra invadida, dos corpos silenciados, da memória arrancada pela violência da incursão portuguesa.
Se Bosch mostrava o inferno como consequência do pecado, eu mostro que o inferno chegou com as caravelas. Não há punição futura — o castigo já está aqui: na monocultura do eucalipto, na esterilização do solo, na morte do camponês brasileiro , no apagamento dos povos indígenas.
Há em nós uma fúria semelhante, mas nossos mundos são outros. Ele critica o homem que se perde da alma. Eu denuncio o sistema que rouba a alma dos povos. Bosch pinta o desejo que conduz à danação. Eu pinto a resistência que surge depois do desastre.
E, mesmo assim, ele me coloniza. Como assombro. Como espelho invertido. Às vezes penso que sua crítica me provocou antes mesmo de eu saber meu nome. Ele habita uma parte do meu gesto. Um inimigo íntimo. Uma fagulha que queima, e que às vezes me ajuda a incendiar o que precisa cair.
Você até pode falar que sou analfabeto, sim, pode falar. Porém, você não pode questionar por eu não entender a tua explicação. Você leu a mensagem na pedra, no entanto, você não conhece o desconhecido. Portanto, não peça para eu entender o que você não conheceu.
Se algum dia você perguntar para ti onde foi que eu errei, fica em silêncio quieto até ouvir o som do próprio grito com lamento resmungando a dizer, eu não errei, foi o som do meu grito que despertou a minha inocência.
Se for pra eu lhe falar o que sou, será melhor você conhecer a minha história então você vai saber quem sou.
Na verdade o grande inimigo seu é o teu próprio eu, você tem uma luta diária contra você para melhor ou continua como está, lutando por você ou contra você pense.
