Divida
O mecanismo que a clínica reconhece como adiamento existencial tem estrutura de dívida psíquica: vende-se o presente em nome de um futuro que raramente chega com a forma prometida, e o passado cobra com juros de sentido — não em moeda, mas em sonhos não realizados, em percepções tardias do que poderia ter sido. O que se perde não é o tempo cronológico, mas a capacidade de habitar o instante: o sujeito torna-se mendigo não do futuro, mas do agora — estendendo a mão não ao relógio, mas àquilo que, dentro dele, já não sabe como acessar. E assim avança empobrecido, não de horas, mas de experiência real.
”A sua maior dívida é consigo mesmo. A consciência é o maior agiota daquele que se mantém omisso às próprias premissas.”
”Trair a si mesmo é contrair uma dívida impagável. A consciência cobra juros diários dos que se omitem diante do próprio princípio.”
"Vencer na vida pisando nos outros não é conquista, é dívida. O verdadeiro vencedor é aquele que abre caminho para que outros também passem."
Perdoar, por sua vez, é um ato de soberania moral. Aqui não há mais resquício de dívida emocional. O perdão dissolve o vínculo psíquico que prende ofensor e ofendido.
" Perdoar, por sua vez, é um ato de soberania moral. Aqui não há mais resquício de dívida emocional. "
Hoje é tudo o que existe.
Não há promessa no amanhã, nem dívida no ontem. O passado é memória moldada pela mente, e o futuro é apenas projeção ambos intangíveis, inalcançáveis. O único campo real de poder é o agora.
Consciência é soberania. E soberania não espera. Ela age.
Tudo aquilo que você adia, você abandona.
Tudo aquilo que você não executa, você destrói em potencial.
Toda decisão não tomada é uma realidade que jamais nascerá.
Não existe destino existe escolha.
Não existe tempo perdido existe ação não realizada.
O mundo não conspira a favor nem contra você. Ele simplesmente responde à sua vontade manifesta no presente.
Se você não faz hoje, você não fará.
Se você não se torna agora, você não será.
A chama que ilumina seu caminho não está no futuro. Ela está em você neste instante.
E ela exige ação.
A pessoa não se torna justa porque nunca deveu,
mas porque a dívida foi paga.
O efeito disso na vida,
Você não vive tentando provar valor
Você não serve a Deus por medo de ser rejeitada
Você obedece por amor, não por culpa
“Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.” (Rm 8:1)
Quando a dívida começa a tirar o sono e minar a autoestima, não estamos falando apenas de números no extrato, estamos falando de saúde emocional e da qualidade de vida das famílias.
O lado sombrio da dívida não é o financeiro,
é a paz de espírito que você perde por aceitar viver no vermelho.
O fantasma da cobrança que te acompanha tem a cor da dívida.
DÍVIDA É COMO UM BURACO.
Não existe solução financeira
se você continuar aumentando o
tamanho do buraco.
O ciclo da dívida é sustentado pelo uso contínuo de novas linhas de crédito.
Assim, parar de cavar torna-se o
primeiro passo para dar início ao
processo da solução.
Perdoou dívida, perdoou engano, errar é divino, perdoar é humano. Contudo, não consigo perdoar a falta de educação, nem o abandono.
A dívida que mais prejudica sua vida é a necessidade de manter as aparências. Fardo desnecessário para preservar uma certa imagem. É ter esta ou aquela coisa mesmo que me endivide para comprar.
É uma recompensa para ser visto pelas pessoas do meu meio ou desconhecidos como um vitorioso.
Quando a dívida de um pobre vale mais que sua moradia, a "propriedade privada" deixa de ser um direito e passa a ser um mito!
