Dignidade de um Homem
A vocação para homem público deve ter como essência ver em cada pai seu próprio pai, em cada mãe a sua mãe, em cada filho os seus e em cada ser humano o seu irmão.
Vocês não necessitam dizer ao homem nascido de novo: "anseie a santidade". Vamos, ele daria seus olhos para possuí-la. Não necessitam dizer a um homem sob convicção de pecado: "anseie a justiça de Cristo". Ele estaria disposto a entregar sua vida se com isso pudesse obtê-la. Eles tem fome e sede de justiça provenientes das próprias necessidadesde sua nova natureza. (...) Bem, vejam que ter fome de justiça é um sinal de vida espiritual. Ninguém que tenha estado morto espiritualmente jamais teve fome. Em todas as catacumbas ainda não se encontrou um homem morto que estava com fome ou com sede, e você nunca vai encontrá-lo. Se você tem fome e sede de justiça, estás vivo espiritualmente.
(...)E escute isso muito bem, meu irmão e minha irmã em Cristo. Vocês serão guardados e preservados até o fim. Quem começou a limpá-los nunca abandonará a obra até deixá-los sem mancha nem ruga nem coisa semelhante. Ele nunca começou uma obra que não quer ou não pôde completar. Nunca falhou em algo que tenha empreendido, e jamais falhará.
A um homem agrada acreditar que é o mestre de sua alma. Mas, enquanto ele não for capaz de controlar seu humor e emoções, ou de estar consciente das miríades de maneiras secretas pelas quais os fatores inconscientes se insinuam em seus acordos e decisões, certamente ele não é o mestre de si próprio.
O animal homem está dividido em três categorias: o idiota, o comum e o humano.O primeiro segue a moda; o segundo, o nada; e o terceiro, a arte.
A propriedade privada é a essência das mazelas do homem,que deveria subordinar os interesses individuais aos coletivos.
Fica decretado que o homem se sentará na mesa, com seu olhar limpo, porque a verdade será servida antes da sobremesa.
Nota: Trecho de "Os Estatutos do Homem"
A normal antipatia do homem por seus parentes, principalmente pelos de segundo grau, é explicada pelos psicólogos de várias maneiras torturantes e improváveis. A real explicação me parece muito mais simples: reside no simples fato de que todo homem vê em seus parentes (especialmente em seus primos) uma série de grotescas caricaturas de si próprio.
H. L. Mencken, sobre parentescos
Homem Aranha é um idiota, aliás, todos os super heróis são idiotas. Prefiro o Peter Pan e sua sexualidade indefinida.
