Dignidade

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Empresas podem crescer em tamanho sem crescer em dignidade, e nisso reside parte da decadência do nosso tempo.

A como eu queria que meu país fosse governado por pessoas dignas, que desse dignidade ao seu povo, onde as pessoas não fossem escravas de uma democracia fajuta, onde os partidos políticos fossem criados e seus criadores visassem de fato a busca por melhorias para seu povo e não como forma de manutenção no poder dos caciques que os criam e os utilizam em benefícios próprios, muitos viram partidos de aluguel.

A como eu queria que meu País fosse respeitado por outras Nações, como o País do bom exemplo, onde a arrecadação com impostos e taxas retiradas do povo voltasse para o povo como forma de serviço de qualidade.

A como eu queria que comida na mesa não fosse coisa de luxo só pra elite, mas que fosse repartida de igual modo para as pessoas e que não precisássemos viver com as migalhas sociais que o governo nos dá de acordo com sua conveniência, e olham só, chegam no poder através do povo e acham que estão nos fazendo favor .

Ou mudamos nosso jeito de pensar e agir, ou, continuaremos escravos dessa ditadura branca que domina nosso país nas três esferas(Nacional, Estaduais e Municipais)

​"A casa pode estar em silêncio e as fendas podem aparecer, mas enquanto houver dignidade no seu peito, o lar ainda está de pé. Filhos são barcos que o mundo leva, mas é o cais da nossa verdade que eles procurarão quando a tempestade chegar."
— Ginho Peralta

Trabalho e Dignidade

Demétrio Sena - Magé

Se no seu trabalho você exerce uma função comandada, nunca se avilte por isso. Nem se for para manter o próprio emprego. No primeiro momento, é possível que seja fácil para quem diz e difícil para quem ouve. Mas tente pensar em uma vida inteira dentro de uma empresa que não respeita seus direitos: impõe carga horária desumana, tarefas além de suas atribuições, paga salário indigno e trata os funcionários, pior ainda os mais simples, como bichos. Uma empresa cuja hierarquia mais parece de casa grande com senzala; de senhores e capatazes com escravos... ou análogos.

Cobre sempre os seus direitos; não aceite quaisquer tipos de maus tratos; considere sempre o caminho da justiça trabalhista (e de todas as outras, quando for caso de assédio moral entre outros abusos pessoais). Em nenhuma hipótese premie seu patrão! Explico: jamais peça demissão, por ser levado ao seu limite. Aliás, não se deixe levar ao limite. Responda sempre à altura (evidentemente, com respeito e civilidade), não aceite exigências ilegais, abusivas, e faça questão do salário e do registro em carteira justos para o ofício que você exerce.

E se a empresa não gostar de sua dignidade, a cobrança do que lhe é devido, ou de sua consciência social, trabalhista, o problema já não é seu. Que ela então lhe demita com todos os seus direitos, incluindo aquelas longas horas extras "esquecidas", aqueles excessos ignorados e as promoções postergadas, talvez por anos e anos... funções exercidas sem registros e salários correspondentes. Sabemos todos, que não é tão fácil conseguir outro emprego... mas também sabemos que, muitas vezes, recuperar a dignidade roubada por uma empresa injusta e arbitrária pode beirar o impossível.
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Respeite autorias. É lei

A honestidade não sustenta apenas relações;
sustenta a dignidade de quem segue reto,
mesmo quando a curva se oferece como vantagem perniciosa.

"Os pobres me ensinaram que dignidade vale mais que riqueza."


(Osman Matos, séc. XXI)

Reconhecer o valor de alguém na sua vida é vulnerabilidade com dignidade, não fraqueza.
É coragem porque exige que você coloque o ego de lado e aceite a importância do outro no seu caminho. Não é humilhação.. É sabedoria emocional em ação.

“O diagnóstico só tem valor quando deixa de ser rótulo e se transforma em caminho de dignidade.”
Do livro TDAH: Déficit de Atenção, Distúrbio ou Apenas Distração?, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Nenhum transtorno mental deve retirar da pessoa sua dignidade, sua voz ou seu direito ao tratamento.”
Do livro Transtorno de Ansiedade Generalizada, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“O diagnóstico tardio pode doer, mas também pode devolver dignidade a uma história marcada por culpa.”
Do livro TDAH: A Mente que Não Descansa, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A vida não precisa obedecer aos nossos desejos para que possamos vivê-la com dignidade.”
Do livro Tempestade Serena, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Não controlamos todas as perdas, mas podemos escolher não perder junto a nossa dignidade.”
Do livro Tempestade Serena, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A alma forte não é a que nunca chora; é a que chora sem abandonar a própria dignidade.”
Do livro Tempestade Serena, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A dignidade humana não deveria depender de fronteira, classe, cor, gênero, religião ou posição social; onde ela depende, a humanidade ainda falhou.”
Do livro Em Nome da Humanidade — A História, as Lutas e as Feridas dos Direitos Humanos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Não há progresso verdadeiro onde a tecnologia avança, mas a dignidade humana continua sendo negociada.”
Do livro Em Nome da Humanidade — A História, as Lutas e as Feridas dos Direitos Humanos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Toda vez que a dignidade de alguém é relativizada, uma parte da civilização volta a caminhar em direção ao abismo.”
Do livro Em Nome da Humanidade — A História, as Lutas e as Feridas dos Direitos Humanos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Os tratados podem registrar a dignidade no papel, mas somente a consciência coletiva consegue impedir que ela seja rasgada pela indiferença.”
Do livro Em Nome da Humanidade — A História, as Lutas e as Feridas dos Direitos Humanos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Cuidar é mais do que aplicar condutas; é sustentar dignidade no momento em que a fragilidade fala mais alto.”
Do livro Humanização, Ética e Responsabilidade Social na Saúde, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“A pessoa com Alzheimer pode esquecer nomes, datas e lugares, mas sua dignidade jamais deve ser esquecida por quem cuida.”
Do livro Alzheimer — Se Eu Não Lembrar, Me Abrace Mesmo Assim. Eu Ainda Estou Aqui, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Incluir não é fazer favor; é reconhecer que dignidade, acesso e pertencimento não podem depender de um corpo ou de uma mente padronizada.”
Do livro Deficiência Intelectual e Física — Compreendendo, Apoiando e Incluindo, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.